Em um cenário onde o controle de custos é essencial para a competitividade da indústria, o estudo "Consulta de Preços do Produtor: Metais" se torna uma ferramenta indispensável para as empresas.
Atualizado mensalmente pela ABIMAQ, o estudo acompanha de perto as variações nos preços dos aços e outros metais, oferecendo insights valiosos sobre o comportamento do mercado e as tendências globais que influenciam essas commodities.
A "Consulta de Preços do Produtor: Metais" vai além de uma simples análise de preços. O levantamento realizado pelo Departamento de Mercado Interno da ABIMAQ oferece uma visão ampla e detalhada sobre os principais fatores que afetam os custos de aquisição desses insumos.
Isso permite que as indústrias adotem medidas mais eficazes para a redução de custos e para o planejamento estratégico, otimizando sua operação e garantindo maior competitividade no mercado.

Brasil – Em Jul./26, movimentação de preços com queda, segundo indicadores do INFOMET (slide 20). As dificuldades de implantar aumentos estão sob influência da baixa demanda interna, estoques elevados, importações que contém as intenções de maiores aumentos não estão sendo implantados na totalidade. As resoluções Gecex (Ministério da Indústria e Comércio), sobre os processos de medidas antidumping (slide 27), poderão afetar os preços internos, mas aumentos ainda não estão sendo implantados na totalidade devido à baixa demanda.
China – Os dados de Jul./26 registram estabilização de preços no mercado interno além de maiores preços de exportação. Demanda interna no setor de construções e indústrias limitadas, descarbonização, redução de produção, guerra tarifária inibe exportações e requer monitoramento.
EUA – Em Jul./26 elevação mantida nos preços dos EUA – Medidas de proteção do governo Trump ainda afetam mercado e afetam inflação interna, mas demanda interna mantém preços com aumentos com alguns limites.
Europa - Reduções em Jul./26, preços com reduções após os aumentos, retomada de atividade limitada, estimativa de aumentos no segundo semestre de 2026. Custos internos, energia, logística e medidas de proteção no bloco pressionam preços em busca de margem, mas demandas freiam variações.
