Este mês, com todas as suas realizações, mostra como a indústria brasileira de máquinas agrícolas está preparada para atender à crescente demanda, investindo todos os anos no aumento e modernização de sua capacidade produtiva. O campo hoje é pura tecnologia, falo isso em função da agricultura digital, dos drones, precisão no uso da água e do defensivo, análise de dados em tempo real, máquinas autônomas, startups e muito mais. Na prática, trabalhar no campo é sempre uma atividade de risco, tendo em vista as condições externas a qual todo produtor está exposto. Para isso, temos na evolução tecnológica das máquinas e dos processos de produção a chave para o sucesso do setor.
Mas sabemos que para que tais investimentos sejam possíveis, é fundamental contarmos com crédito acessível e juros que sejam compatíveis com o retorno da atividade produtiva, possibilitando ao produtor produzir mais, com melhores custos e menor impacto ambiental.
Dentre as principais linhas de financiamentos para modernização e ampliação do parque de máquinas, destaco o MODERFROTA, o INOVAGRO (Irrigação), o MODERAGRO, o PRONAF (Agricultura Familiar), o PRONAMP (Médios produtores) e o PCA (Armazéns e demais produtores), todos de grande relevância para que possamos continuar avançando em produtividade, qualidade e capacidade crescente da produção.
Crescer, sempre demanda planejamento e investimentos. Para isso, precisamos avançar com rapidez na expansão da estrutura de armazenagem de grãos, na aplicação da tecnologia de irrigação, na recuperação de áreas de pastagens subutilizadas, no acesso à internet no campo e na melhoria das estradas e ferrovias que escoam a produção.
Os desafios são enormes e urgentes. Somos um dos maiores exportadores de grãos do mundo e temos, em função disso, responsabilidade pela manutenção da segurança alimentar de bilhões de pessoas. Temos também, todas as condições para sermos protagonistas e exemplo em temas atuais como sustentabilidade, preservação ambiental e descarbonização, haja vista a competência com que produzimos, território e o crescimento da nossa matriz energética limpa e renovável. É por tudo isso, e por acreditarmos na indústria brasileira e no potencial da nossa biodiversidade que trabalhamos e defendemos a reindustrialização do Brasil. É nosso papel contribuímos cada vez mais para o crescimento sustentável do país, ajudando a gerar mais empregos, com melhor renda e mais qualidade de vida para todos os brasileiros.
