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Edição 10214 de 17/01/2020

Destaque

01- ABIMAQ no Canal Rural – Mercado e Companhia


O presidente do da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos Agrícolas, Pedro Estevão, e o presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, João Carlos Marchesan, concederam entrevista para o Canal Rural.

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Fonte: Canal Rural

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02 - Licenciamento favorece setor de rochas


Foi publicada, no Diário Oficial da União, a Lei nº 13.975/20, que altera a Lei nº 6.567/78 para incluir no regime de licenciamento a exploração de rochas ornamentais e de revestimento e de carbonatos de cálcio e de magnésio.

O Projeto de Lei, de autoria do Senador Ricardo Ferraço, do PSDB/ES, tramitava no Congresso desde julho de 2016 e em julho de 2017 foi aprovado por parecer da Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados, porém com emenda modificativa que incluía a previsão de que o aproveitamento de tais substâncias não dispensava o licenciamento ambiental, além do levantamento dos patrimônios natural e cultural de sua área de ocorrência. A redação final foi aprovada e encaminhada ao Senado para apreciação em junho de 2019 e aprovada nesta Casa em dezembro, porém sem o parágrafo que fazia referência ao licenciamento ambiental.

A justificativa da alteração foi a necessidade de maior celeridade na concessão de títulos para o setor de rochas ornamentais, que contribui com parte importante das exportações brasileiras. Os regimes de autorização de pesquisa e de concessão não se mostravam adequados à demanda do setor, caraterizado por grande competitividade, em especial em razão de seu componente estético. O regime de licenciamento permite que o titular do solo, mediante requerimento dirigido à Autoridade Municipal, realize o aproveitamento do bem mineral, usado principalmente no ramo da construção civil.

O grande ganho trazido pela Lei é a oportunidade dada ao investidor de decidir qual regime prefere empregar em sua produção, já que, se por um lado o regime de licenciamento traz maior celeridade ao aproveitamento do bem mineral, ele gera também alguma insegurança jurídica, já que fica sujeito às eventuais mudanças de interesses políticos dos municípios responsáveis pela concessão da licença autorizativa.

Além da inclusão das rochas ornamentais e de revestimento e dos carbonatos de cálcio e de magnésio empregados em indústrias diversas, a lei ampliou o aproveitamento de argilas, que antes eram apenas as usadas no fabrico de cerâmicas vermelhas, sendo agora admitidas para uso em indústrias diversas.

Se por um lado houve inovação na legislação mineral com vistas a dar maior celeridade na concessão dos títulos minerários, nenhuma modificação se deu na questão ambiental, sendo igualmente exigida a licença ambiental para o aproveitamento mineral.

O Setor agora espera uma revisão da legislação relativa à CFEM, que em sua forma atual acaba por onerar demasiadamente a exploração de rochas ornamentais, desencorajando a verticalização da produção. A demanda já vinha sendo discutida com a Agência Nacional de Mineração no último ano e espera-se que seja avaliada no Programa Regulatório previsto para os próximos dois anos.

A inclusão das rochas ornamentais e de revestimento era uma demanda antiga do Setor Brasileiro de Rochas Ornamentais, o qual, de acordo com a ABIROCHAS, é responsável por cerca de 120 mil empregos diretos e 360 mil indiretos, através de aproximadamente 10.000 empresas, das quais pelo menos 400 são exportadoras regulares. Responsáveis por 0,46% do total das exportações brasileiras entre janeiro e agosto de 2019, as exportações de rochas ornamentais somaram US$ 694,7 milhões e 1, 45 milhões t no período, com uma variação positiva de, respectivamente, 15% e 12% em relação ao mesmo período de 2018, um desempenho que não se via desde 2013.

A alteração trazida pela lei publicada reflete um grande avanço e uma vitória do setor mineral brasileiro, que deu mais um passo em direção ao crescimento econômico com a previsão de aquecimento da produção desses bens minerais, e esperamos que outros segmentos da indústria sigam o exemplo do setor de Rochas.

Nossos agradecimentos a Reinaldo Dantas Sampaio, Presidente da ABIROCHAS – Associação Brasileira de Rochas Ornamentais que vem há vários anos lutando pelo setor e muito contribuiu para este texto com valiosas informações.

Luís M F Azevedo-Presidente da ABPM, Vice Presidente do COMIN da CNI, Conselheiro de Mineração da ABIMAQ, Sócio da FFA Legal, Presidente do Conselho de Advisors da Avanco Oz, e Diretor e Fundador da Talon Metals, Jangada Mine, Harvest Minerals, GK Resources, Aranjin Resources Ltd.; e Ianê Pitrowsky da Rocha- Gerente Jurídica da FFA Legal e membro da comissão jurídica da ABPM.

Fonte: Brasil Mineral

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03 - FEIMEC 2020: Credenciamento gratuito já está aberto


O credenciamento para a Feimec 2020 – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos, que acontece de 5 a 9 de maio, no São Paulo Expo, em São Paulo (SP) já está aberto. Compradores e profissionais de diversos segmentos da indústria, como metalúrgica, automotiva, autopeças, eletroeletrônica, embalagens, alimentos e bebidas, petróleo e gás e muitas outras, já podem fazer se credenciar para garantir a presença no evento. O credenciamento é gratuito e deve ser feito no site da feira, no link https://www.feimec.com.br/pt/credenciamento.html.

Consolidada como maior feira internacional da indústria de máquinas e equipamentos da América Latina, a Feimec 2020 irá reunir 1.000 marcas, de 40 países, que apresentarão seus lançamentos e inovações em máquinas e equipamentos, automação, controle e medição, ferramentas e dispositivos, solda e tratamento de superfícies, máquinas-ferramenta, válvulas, bombas, compressores, motores, redutores, acionamento e muitos outros segmentos ligados à cadeia de fornecimento da indústria, além de prestadores de serviço e agências de fomento.

Com 62 mil m² (20% maior que a última edição, em 2018), a Feimec 2020 confirma seu favoritismo junto às indústrias de bens de capital mecânicos com quase 100% da área de exposição comercializada faltando seis meses para sua realização. São esperados 65 mil visitantes compradores e profissionais (30% a mais que em 2018), do Brasil e do exterior.

A Feimec 2020 tem papel preponderante no fortalecimento da indústria e sua realização coincide com um importante momento da retomada da confiança dos empresários brasileiros e estrangeiros no país.

Além dos negócios, a Feimec 2020 reafirma seu papel de instrumento para o fortalecimento da indústria por meio um conteúdo exclusivo com as últimas tendências sobre gestão, inovação e tecnologia para a indústria de máquinas e equipamentos.

SERVIÇO:

Feimec – Feira Internacional de Máquinas e Equipamentos
Data: 5 a 9 de maio de 2020
Horário: 3ª a 6ª, das 10h às 19h; sábado, das 9h às 17h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center (Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – São Paulo (SP)
Iniciativa: Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ)

Fonte: Ipes

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Comércio Internacional

01 - PIB da China registra crescimento mais fraco em 29 anos


O crescimento econômico da China desacelerou durante a maior parte de 2019, em meio a guerra comercial com os Estados Unidos e afetada pela queda do consumo interno. Dados divulgados nesta sexta-feira, no entanto, mostram que a segunda maior economia do mundo terminou o ano em uma nota mais firme à medida que as tensões comerciais diminuíram, sugerindo que uma série de medidas de estímulo ao crescimento nos últimos dois anos pode finalmente estar começando a se firmar.

Depois de perder o fôlego nos três primeiros trimestres do ano, o Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre aumentou 6,0% em relação ao ano anterior, segundo dados do Escritório Nacional de Estatísticas, mantendo-se no mesmo ritmo do terceiro trimestre, embora ainda seja o mais fraco em quase três décadas.

Isso deixou o crescimento do ano inteiro em 6,1%, a menor taxa anual de expansão da China desde 1990. Os analistas esperavam que ela esfriasse de 6,6%, em 2018, para 6,1%.

Fontes políticas disseram à Reuters que Pequim planeja estabelecer uma meta de crescimento econômico menor de cerca de 6% este ano, ante os 6 a 6,5% do ano passado, contando com o aumento dos gastos em infraestrutura para evitar uma desaceleração mais acentuada.

Trimestralmente, a economia cresceu 1,5% em outubro-dezembro, também em linha com as expectativas e no mesmo ritmo dos três meses anteriores.

De acordo com Ning Jizhe, representante do Escritório de Estatísticas, a economia do país manteve um crescimento sustentado no ano passado.

- No entanto, devemos estar atentos para o fato de que a economia mundial e o crescimento do comércio estão desacelerando - alertou em entrevista coletiva. - O surgimento de múltiplas fontes de instabilidade e riscos faz com que a economia enfrente uma "desaceleração crescente-  ressaltou.

Os dados foram divulgados após a assinatura da primeira fase do acordo comercial entre o presidente americano Donald Trump e o vice-primeiro-ministro chinês Liu He,na quarta-feira, em Washington.

O pacto inclui o compromisso da China de aumentar suas compras de bens e serviços dos Estados Unidos no valor de US$ 200 bilhões em dois anos.  Em troca, os Estados Unidos se comprometeram a reduzir algumas das tarifas impostas à China.

Nova normalidade       
                
O Banco Mundial assegurou em um relatório este mês que o enfraquecimento das exportações na China agravou o impacto da queda da demanda doméstica.

As incertezas políticas e o aumento das tarifas de exportação para os Estados Unidos também têm impacto na atividade industrial e na percepção dos investidores, acrescentou.

Os dados mais recentes sobre o crescimento da produção industrial chinesa mostram um crescimento de 5,7% no ano passado, em comparação com 6,2 no ano anterior. As vendas no varejo cresceram 8,0%, ante 9,0% em 2018.

Analistas apontam que a desaceleração econômica da segunda potência é estrutural. Tornando-se uma economia mais desenvolvida, enfrenta desafios demográficos, como a redução do número de pessoas em idade ativa.

EUA X China: Acordo preocupa governo e exportadores brasileiros

Louis Kuijs, chefe do setor asiático da Oxford Economics, disse à agênica de notícias France Presse que a desaceleração faz parte de uma "nova normalidade".

Também considera improvável uma mudança na política econômica, dada a melhora nas previsões externas após a primeira fase do acordo econômico e outros sinais de estabilização.

Cronologia: A guerra comercial entre Estados Unidos e China

Pequim prefere conduzir uma política de estabilização do que uma política de promoção do crescimento, prevê.

- O que eles não querem é um freio rápido - disse ele.

Novas medidas de estímulo

Após a divulgação do resultado do PIB, o chefe do departamento de estatísticas do país disse que a China vai manter uma política fiscal proativa e uma política monetária prudente em 2020 e lançará mais medidas de apoio este ano uma vez que a economia enfrenta pressão negativa.

Em entrevista coletiva em Pequim, Ning Jizhe, chefe da Agência Nacional de Estatísticas da China, disse que a segunda maior economia do mundo não busca deliberadamente alto crescimento econômico e é normal que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) flutue.

Também nesta sexta-feira, Wang Chunying , porta-voz do órgão regulador de câmbio do pais disse que a China melhorará seu regime do iuan e tornará a moeda mais flexível.

"A conta corrente deve manter um pequeno superávit este ano e o mercado de câmbio permanecerá estável e equilibrado em geral", disse a porta-voz durante uma entrevista coletiva.

Fonte: O Globo

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Conjuntura

01 – Inflação pelo Índice Geral de Preços–10 cai de 1,69% para 1,07%


O Índice Geral de Preços–10 (IGP-10) registrou inflação de 1,07% em janeiro deste ano, taxa inferior ao 1,69% de dezembro. O índice é, no entanto, superior ao 0,26% de janeiro de 2019.

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-10 acumula 7,81% em 12 meses.

Entre os subíndices que compõem o índice, a maior alta foi registrada no Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado e teve inflação de 1,38% em janeiro.

Apesar de ter registrado a maior taxa do IGP-10 em janeiro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo teve queda em relação a dezembro de 2019, já que naquele mês a inflação tinha ficado em 2,26%.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, também teve uma taxa inflação menor em janeiro (0,51%) do que em fevereiro (0,75%).

De acordo com a FGV, a inflação do Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,06% em dezembro para 0,24% em janeiro.

Fonte: IstoÉ Dinheiro

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Industria

01 - Veja empregos que mais criaram e que mais perderam vagas com carteira assinada em 2019


Empregos relacionados a atividades operacionais, de início de carreira e com salários médios mais baixos foram os que mais abriram novas vagas de trabalho com carteira assinada no país nos primeiros 11 meses do ano passado. Já ocupações ligadas a cargos de hierarquia intermediária, como supervisores e gerentes, foram as que mais perderam postos de trabalho formais.

Os dados são do ranking das atividades que mais criaram e que mais perderam vagas com carteira assinada de janeiro a novembro 2019, elaborado a pedido do G1 pelo Ministério da Economia, a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

A lista considera o saldo de admissões e demissões em um agrupamento de 596 ocupações, entre janeiro e novembro do ano passado.

No topo do ranking de criação de empregos formais está a categoria "Alimentadores de linhas de produção", com 114.112 novas vagas. A função reúne trabalhadores da produção de bens e serviços industriais, que abastecem linhas de produção, alimentam máquinas e organizam a área de serviço.

Na sequência, estão os "escriturários em geral, agentes, assistentes e auxiliares administrativos (109.640 vagas) e os "vendedores e demonstradores em lojas ou mercados" (107.579). 

Cargos em baixa

Na parte de baixo do ranking, a ocupação que mais perdeu vagas formais no Brasil no ano passado foi a de "supervisores de serviços administrativos", com um corte de 23.117 postos com carteira assinada.

Em seguida, estão os cargos de "gerentes administrativos, financeiros e de riscos" (-20.086 vagas) e de "gerentes de operações comerciais e de reparação" (-16.020 vagas).

Segundo o portal de pesquisa Salário, o trabalhador no cargo de "abastecedor de linha de produção" ganha atualmente entre R$ 1.247 e R$ 2.065 no país. Já o salário médio dos supervisores administrativos variam em média entre R$ 2.889 e R$ 4.783.

País gerou 948 mil vagas de janeiro a novembro

Do total de 596 ocupações do ranking, 343 contrataram mais do que demitiram no ano passado. Em 249, as demissões superaram as admissões, e em 4 houve empate.

No acumulado de janeiro a novembro, o país gerou 948.344 novos empregos formais – maior resultado para o período desde 2013, segundo dados do Caged.

O país encerrou novembro com um estoque de 39,36 milhões de empregos formais, ante 38,75 milhões 1 ano antes, mas ainda longe do patamar de 41,3 milhões alcançado em outubro de 2014, antes do inicio da crise que levou o país a dois anos de recessão e provocou a eliminação de mais de 3 milhões de postos de trabalho.

A geração de empregos com carteira assinada em 2019 foi puxada, sobretudo, pelo setor de serviços, que respondeu por cerca de metade das novas vagas abertas no país. Na sequência, aparecem praticamente empatados a indústria de transformação e o comércio. 

Após a informalidade bater recorde em 2019, a expectativa é de uma melhora no mercado de trabalho formal em 2020.

A consultoria Tendências projeta uma criação de empregos formais na ordem 1 milhão para 2020, em meio a um esperado avanço maior do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) em 2020.

Para 2020, os analistas das instituições financeiras projetam uma alta de 2,3% no PIB, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.

Recuperação lenta e mudanças no mercado de trabalho

Para Carlos Honorato, consultor econômico e professor da FIA e Saint Paul, num cenário de recuperação ainda lenta da economia é natural que as atividades mais operacionais e com salários médios menores sejam as primeiras do ranking de geração de empregos.

"A recuperação acontece a partir de posições com menor remuneração profissional, de cargos operacionais e mais 'baratos'", avalia o economista.

Já a redução do número de profissionais em cargos de supervisão e gerência, segundo Honorato, é reflexo de uma mudança na estrutura das empresas e também de um enxugamento dos níveis hierárquicos.

"Em algumas situações, não é necessário ter um supervisor, um coordenador e um gerente. O segundo ponto é que com automatização e gestão de indicadores, o que era feito por pessoas passa a ser feito por sistemas, e com isso o número de gestores diminui", explica.

Segundo o economista Sérgio Vale, da MB Associados, as mudanças tecnológicas têm ceifado cargos administrativos intermediários, e essa tendência deve continuar nos próximos anos, mesmo com a perspectiva de melhora do ritmo de recuperação da economia.

Fonte: G1

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Setor

01 - Queda no preço da gasolina tem impacto reduzido nos postos do DF


Depois de aumentarem em até 25 centavos o preço da gasolina no fim de semana, postos de combustível no Distrito Federal voltaram a praticar cifras menores nesta quinta-feira (16/01/2020), dois dias após a Petrobras reduzir em 3% o valor do produto nas refinarias. É possível encontrar o litro por R$ 4,31.

Caso os estabelecimentos não tivessem majorado as bombas às vésperas do anúncio da Petrobras, abastecer o tanque poderia custar menos ainda no DF.

Até a sexta-feira (10/01/2020), a média cobrada era de R$ 4,35. No sábado, atingiu R$ 4,59.

Nesta quinta, a reportagem flagrou um posto Petrobras do Lago Sul reduzindo o valor de R$ 4,59 para R$ 4,35 no débito (foto em destaque). Os trabalhadores do local disseram não poder falar sobre o assunto.

Jhonatan Rezende, 28 anos, que é motorista de aplicativo há cerca de um ano, estava abastecendo no local. Ele conta que sofre quando o valor da gasolina fica alto, porque impacta diretamente nos rendimentos.

“Acaba que temos que tirar do lucro o valor para rodar. Geralmente, quando há esses picos no preço, eu perco 10% do meu lucro”, afirmou. Jhonatan aproveita parcerias e promoções nos postos para tentar não perder tanto.

Fonte: Metrópolis

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