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Edição 10149 de 11/09/2019

Destaque

01 - Contabilidade Básica - Prática de Contabilização é tema de curso da ABIMAQ


A ABIMAQ irá ministrar o curso "Contabilidade Básica - Prática de Contabilização? no qual tratará dos aspectos práticos de contabilização nas empresas, assim como os procedimentos a serem adotados nos escritórios de contabilidade quanto às documentações dos clientes para sua correta contabilização em observância à aplicabilidade das normas. O conteúdo se destina a contadores, auxiliares, assistentes, colaboradores recém promovidos para o departamento contábil e outros interessados que buscam se inteirar com o assunto. O evento acontece dia 19 de setembro.

O ministrante é Braulino José dos Santos, bacharel em Ciências Contábeis e em Comunicação Social, e pós-graduado em Administração e Controladoria. É professor universitário e coordenou cursos de Ciências Contábeis em SP e DF, além de ser instrutor de cursos livres de atualizações em entidades de classe.

Conteúdo programático:
Conceito de contabilidade
Usuários da contabilidade
Normas aplicáveis na contabilidade
Técnicas de débitos e créditos
Plano de contas
Livros contábeis
Forma de lançamentos contábeis
Contabilização prática de uma empresa fictícia envolvendo:
Integralização do capital social
Contratação de seguros
Aquisição de bens imobilizados
Folha de pagamento e encargos
Compra de mercadorias para revendas
Venda de mercadorias com ICMS
Contratação de serviços de terceiros com retenções na fonte
Despesas de energia, telefone, aluguel, materiais de limpeza, etc.
Cálculo e contabilização de depreciação
Aplicações financeiras e rendimentos
Pagamento e recebimentos de duplicatas
Impostos: PIS, COFINS, SIMPLES NACIONAL, IRPF e CSLL
Estrutura e elaboração da DR
Estrutura e elaboração do Balanço Patrimonial
Notas Explicativas em observância a OTG -1000.

"Contabilidade Básica - Prática de Contabilização?
Data: 19/09/2019
Horário: das 9h às 18h
Local: Sede ABIMAQ SP - Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703


Fonte: Dino, Negócios em Foco, Falando de Gestão, Carlino Souza, Gazeta do Dia, Jrs

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02 - Lançamento do livro "Como Vender Mais e Melhor"


Carlos Trubbianelli, da Camatru Consultoria e Treinamento, profissional com reconhecida experiência na Mineração Brasileira e vice-presidente da Câmara Brasileira de Cimento e Mineração da ABIMAQ, lançará durante a Exposibram 2019 o livro "Como Vender Mais e Melhor", com direito a sessão de autógrafos, que será realizada no dia 11 de setembro, às 18h, no estande da revista Brasil Mineral.

O livro estará disponível para aquisição durante toda a Exposibram, que acontece de 9 a 12 de setembro, no Expominas, em Belo Horizonte. E quem adquirir durante o evento tem 50% de desconto na aquisição do treinamento online.

Mais informações sobre o livro e também treinamentos online e presenciais ministrados por Carlos Trubbianelli: www.camatru.com.br.

Fonte: Dino, Conexão Mineral

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03 - A propósito das sacolas de plástico


Gino Paulucci Jr.*

O setor de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), teve um bom resultado em 2018 e acima de outros setores. Pelo andar das coisas, 2019 será melhor, em especial no segundo semestre. A melhora do nosso setor vem ocorrendo apesar de o plástico ser tratado como um problema isoladamente quando, na verdade, ele faz parte do conjunto dos resíduos sólidos. Esse, de fato, é o problema.

No entanto, dentro da nossa meta de economia circular plena, a adversidade acontece principalmente por culpa do poder público que, na verdade, é o dono do lixo e não incentiva a separação, nem providencia a coleta seletiva. Ele não investe em educação ambiental, defensora de que todos devemos aprender a consumir menos de tudo e depois reutilizar o que for possível. Depois é preciso destinar para reciclagem o que for conveniente. Neste caso, é o plástico que se diferencia dos outros resíduos sólidos, pois é totalmente reciclável e com custos menores do que os de outros resíduos.

A conclusão, portanto, é que o plástico é mais solução do que problema se for bem manejado e processado. Apesar de tantas campanhas patrocinadas por interesses escusos, a população já nos vê como solução para vários problemas, além de, naturalmente, proporcionarmos maior segurança alimentar e segurança em setores da saúde.

No Ministério do Meio Ambiente, os resíduos são encarados na sua totalidade. Naquele órgão não há mais aquela mentalidade como em outros tempos, quando pensavam, por indução de alguns setores, que o único vilão a ser combatido e banido era o plástico. Hoje, de fato, o Ministério também nos observa como solução.

Para ser justo, há que se pensar no geral para que tenhamos soluções factíveis e não fazer o bem para um em detrimento de outro. Deve haver um ganho integral e para todas as partes envolvidas. Não é difícil fazer isso porque estamos falando de resíduos que valem dinheiro e se administrarmos bem esses recursos todos ganharemos. Portanto, é um crime jogar dinheiro que pertence ao poder público em aterros sanitários e gastar mais dinheiro ainda com esses locais. Na imensa maioria das cidades, tudo vai para os ‘lixões’ mesmo e, pior, gasta-se dinheiro para enterrar dinheiro e ainda poluir o lençol freático. É uma burrice completa.

Para fugirem das coisas realmente relevantes e que exigem muito investimento, alguns governantes proíbem canudinho e restringem sacolas plásticas. O importante é que a razão sempre vencerá, mesmo algumas mídias noticiando falsamente que estão proibidas sacolas no Rio de Janeiro. O que não é verdade. A realidade é que colocaram algumas regras nas composições dessas sacolas e tudo bem. A notícia como tem sido apresentada é falsa.

A jornalista Leda Nagle escreveu um brilhante texto intitulado ‘Me engana que eu gosto’, no qual analisa bem o problema. Entre outros ótimos argumentos, lembra que a partir de agora, em cidades como São Paulo e Belo Horizonte, não haverá mais despesas dos supermercados com o consumidor. Depois da compra, para muitas pessoas, a difícil situação de transportar e carregar os produtos para casa será unicamente deles.

Como levá-los para casa será uma dúvida para cada um e não dos supermercadistas. “Até porque”, escreveu ela, “não são eles que vão entrar nos ônibus cheios, nos trens lotados, no metrô entupido, nas barcas sobrecarregadas, levando uma caixa de papelão. Uma mala sem alça. E ainda querem convencer você, pessoa de boa-fé, que estão ajudando na reconstrução do planeta. Não é meigo? Não. Acho cínico. E a parte deles?...”

*Gino Paulucci Jr. é presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para Indústria do Plástico da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).


Fonte: Dino, Segs

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Comércio Internacional

01 - Empréstimos na China avançam menos do que o esperado em agosto


Os bancos chineses liberaram 1,21 trilhão de yuans (US$ 170 bilhões) em novos empréstimos em agosto, segundo dados publicados hoje pelo Banco do Povo da China (PBoC, o BC chinês).

O montante superou o valor de 1,06 trilhão de yuans registrado em julho, mas ficou abaixo da previsão de 14 analistas consultados pelo The Wall Street Journal, de 1,25 trilhão de yuans em novos empréstimos.

O financiamento social total, uma medida mais ampla do crédito na economia chinesa, avançou de 1,01 trilhão de yuans em julho para 1,98 trilhão de yuans em agosto. Já a base monetária da China (M2) teve acréscimo anual de 8,2% em agosto, depois de subir 8,1% em julho. Economistas previam novo avanço de 8,1% no mês passado.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Conjuntura

01 - Governo reduz projeção de crescimento para o PIB em 2019 a 0,8%


O governo cortou nesta terça-feira sua projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano a 0,8%, sobre 0,81% anteriormente, segundo nova grade de parâmetros macroeconômicos divulgada pelo Ministério da Economia.

O governo também reviu suas contas para a inflação medida pelo IPCA 3,6% para 2019, ante 3,8% na estimativa anterior.

Os novos números vão embasar o próximo relatório bimestral de receitas e despesas que, por lei, deve ser publicado até o dia 22 deste mês. No documento, o governo refaz suas projeções de receitas e despesas e adota ações para garantir o cumprimento da meta fiscal, fixada neste ano em um déficit primário de 139 bilhões de reais. Até agora, já foram contingenciados gastos discricionários de 34 bilhões de reais para assegurá-la.

Fonte: Reuters

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02 - Alta ociosidade deve permitir Selic abaixo de 5% em 2020


Há espaço para reduzir a taxa de juros básica abaixo de 5% em 2020. Como a ociosidade das empresas ainda está alta e a renda cresce pouco, um corte maior na Selic não geraria pressões inflacionárias.

É o que avalia o economista da Órama Investimentos, Alexandre Espírito Santo. Ele espera que o Banco Central (BC) diminua os juros em um ponto percentual até o final de 2019, levando a taxa de 6% ao ano ao patamar de 5%.

Alexandre acredita que o BC deve parar por um tempo “nesses 5%” para avaliar riscos externos e o andamentos das reformas. Porém, ele vê espaço para os juros caírem a 4,75% e até mesmo a 4,50%, a partir do próximo ano.
“Trabalho com um cenário de PIB [Produto Interno Bruto] crescendo perto de 2% em 2020. Mas a inflação vai continuar muito comportada, ao redor de 3,70%, abaixo da meta de 4,00%”, diz.

A expansão pouco maior da economia em 2020 não gerará riscos de pressão inflacionária. “No ano que vem, ainda teremos uma ociosidade grande nas empresas. O desemprego vai começar a cair mais rápido do que em 2019, mas haverá migração para as atividades informais”, afirma Alexandre. O patamar esperado para a Selic em 2020 não é muito diferente ao projetado para o final deste ano, em torno de 5% ao ano. Para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) da semana que vem, o mercado prevê novo corte, levando os atuais 6% ao ano para 5,5% ou 5,75% ao ano.

Fonte: DCI

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03 - Governo proporá nova CPMF de 0,2% e 0,4%


A Receita Federal informou ontem que o governo vai propor a Contribuição sobre Pagamentos (CP) de 0,20% no débito e crédito financeiro e de 0,40% no saque e depósito em dinheiro.


Fonte: DCI

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04 - IPC-Fipe sobe 0,29% na 1ª quadrissemana de setembro, após avançar 0,33% em agosto


O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que mede a inflação na cidade de São Paulo, subiu 0,29% na primeira quadrissemana de setembro, desacelerando em relação ao aumento de 0,33% verificado no fechamento de agosto, segundo dados publicados nesta quarta-feira, 11, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe).

Na primeira leitura deste mês, três dos sete componentes do IPC-Fipe avançaram com menos força ou entraram em deflação. Foi o caso de Alimentação (de +0,17% em agosto para -0,02% na primeira quadrissemana de setembro), Habitação (de 0,89% para 0,81%), Transportes (de 0,27% para 0,23%).Por outro lado, quatro itens subiram com maior vigor ou reduziram a deflação, caso de Despesas Pessoais (de -0,19% para -0,04%), Vestuário (de -0,41% para -0,15%), Saúde (de 0,40% para 0,41%) e Educação (de 0,04% para 0,05%).Veja abaixo como ficaram os componentes do IPC-Fipe na primeira quadrissemana de agosto:- Habitação: 0,81%- Alimentação: -0,02%- Transportes: 0,23%- Despesas Pessoais: -0,04% - Saúde: 0,41%- Vestuário: -0,15%- Educação: 0,05%- Índice Geral: 0,29%.


Fonte: O Estado de São Paulo

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Industria

01 - Exportações da indústria do RS caem e setor registra recuo de 2,7% em relação ao ano passado


As exportações da indústria do Rio Grande do Sul totalizaram cerca de US$ 1 bilhão em agosto, o que representa um recuo de 2,7% em relação ao mesmo mês do ano anterior. Dos 23 setores industriais no estado que registraram vendas externas no período, 17 caíram, especialmente nas áreas de químicos (-32,1%), veículos automotores (-30,6%) e couro e calçados (-16,6%).

Segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), a diminuição nas vendas de produtos químicos para a Coreia do Sul (US$ 21 milhões a menos) e China (US$ 8 milhões a menos) foi determinante para o resultado negativo deste segmento.

Já as exportações de veículos voltaram a recuar no mês passado por conta do agravamento da crise argentina (US$ 42 milhões a menos).

Quanto ao setor de couro e calçados, as vendas externas da matéria-prima sofreram uma queda de 27,7% em relação a agosto de 2018. O valor exportado de calçados, entretanto, foi praticamente o mesmo registrado no igual período.

Celulose, derivados do petróleo e alimentos compensam

Já entre os setores que registraram aumento das exportações, celulose e papel se destacaram com 316,9% de crescimento, seguido pelo de coque (carvão) e derivados do petróleo (109,7%) e produtos alimentícios (13,3%). Enquanto o desempenho dos dois primeiros deve-se, exclusivamente, à pequena base de comparação, as exportações da carne (especialmente de frango e suína in natura) seguem impulsionando a indústria de alimentos. Já é o quarto crescimento mensal consecutivo.

De acordo com a Fiergs, por conta de problemas fitossanitários com a peste suína africana, juntamente com a guerra comercial com os Estados Unidos, os chineses têm aumentado a demanda por produtos agrícolas no mercado brasileiro, beneficiando diretamente o segmento de proteína animal do Rio Grande do Sul.

No acumulado do ano, porém, o resultado das exportações industriais é melhor do que a análise mensal. De janeiro a agosto de 2019, totalizaram US$ 8,4 bilhões em vendas, um crescimento de 1,8% ante o mesmo período do ano anterior.

A principal contribuição positiva para o resultado veio do setor de celulose e papel: US$ 1 bilhão, um incremento de 63% até o momento.

Importações também em queda

Por sua vez, as importações do estado somaram US$ 928 milhões em agosto, uma queda de 0,4% em relação ao mesmo mês do ano passado. Entre as grandes categorias econômicas, bens de consumo (queda de 47,1%), combustíveis e lubrificantes (queda de 21,6%) e bens de capital (queda de 11,8%) recuaram na comparação mensal.

Os bens intermediários, com alta de 15,5%, compensaram quase integralmente o resultado negativo dos importados, principalmente por conta da aquisição de produtos que compõem o grupo de adubos e fertilizantes (mais US$ 185 milhões). Já nos últimos oito meses, o montante importado pelo estado atingiu US$ 6,5 bilhões, o que representa uma retração de 10,2% no acumulado.


Fonte: G1

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Setor

01 - ANP arrecada R$ 22 mi em bônus de assinatura no 1º leilão de oferta permanente


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) arrecadou R$ 22 milhões em bônus de assinatura no primeiro ciclo de oferta permanente, no qual foram oferecidas, nesta terça-feira, 10, áreas que não haviam despertado o interesse de investidores no passado.

Ao todo, dez empresas saíram vencedoras, do Brasil e dos Estados Unidos. Muitas delas são estreantes no País.O bônus de assinatura foi de R$ 15,3 milhões e o ágio médio, de 61,48% para as áreas exploratórias. Já nas acumulações marginais, o bônus foi de R$ 6,98 milhões e o ágio médio, de 2.221%. A licitação teve como foco, principalmente, empresas de pequeno e médio portes. Mas, em Sergipe conseguiu atrair a gigante Exxon Mobil, em consórcio com a brasileira Enauta e com a norte-americana Murphy.

A Bacia de Campos, que costuma despertar o apetite das grandes petroleiras, não recebeu ofertas. Foram as áreas de acumulações marginais, em fase de declínio, que hoje estimularam a disputa. "Acabamos de ver uma metodologia que começa de forma positiva. Planejamos o leilão de forma despretensiosa, achando que haveria interesse por uma única área. Então, o resultado foi surpreendentemente positivo", afirmou o diretor-geral da ANP, Décio Oddone.

Com esse leilão, cresceu em 11% no número de contratos de exploração firmado entre empresas e a União. "Não é pouco para a nossa indústria, se considerarmos que na 15ª Rodada não contratamos nenhuma área terrestre. E agora estamos vendo empresas de pequeno e médio porte entrando nas bacias terrestres tradicionais", destacou o diretor-geral da ANP, acrescentando que esse é o primeiro leilão em que a Petrobras não participa e, mesmo assim, "foi um sucesso".

Presente em coletiva para apresentar o resultado da concorrência, a secretária interina de Petróleo e Gás, Renata Isfer, ressaltou que o importante do leilão não foi a arrecadação de bônus de assinatura que vai para o Tesouro. "Não é uma questão de bônus, mas de desenvolvimento do País", destacou.

Fonte: O Estado de São Paulo

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