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Edição 10127 de 15/08/2019

Destaque

01 - ABIMAQ na rádio Bandeirantes – Bastidores do Poder


O presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ, João Carlos Marchesan,  aponta medidas necessárias para o crescimento do país.


Fonte: Rádio Bandeirantes

Índice

02 - Curso Drawback é oferecido pela ABIMAQ


Com vista a transmitir aos participantes os conhecimentos, lógica e dinâmica do regime aduaneiro especial de Drawback, a ABIMAQ criou o curso "Drawback, Incentivo à Exportação-Análise das Modalidades Suspensão Integrado, Isenção e Restituição?. O público-alvo são importadores/exportadores, empresas industriais e comerciais, gerentes, analistas, despachantes e demais profissionais ligados a este tipo de operações. O evento acontece dia 19 de agosto.

O ministrante é Milton Gato, que possui mais de 32 anos de experiência, tendo exercido cargos de destaque em grandes empresas nacionais e multinacionais. É diretor da CITCARE Assessoria em Comércio Exterior. Ele é também pós-graduado em Direito do Comércio Exterior pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais e graduado em Administração de Empresas com Habilitação em Comércio Exterior pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como professor universitário em Comércio Exterior em diversas instituições tradicionais, tanto na graduação, pós-graduação como na extensão. Além disso, é instrutor em entidades de classe e organizações de treinamento.

Conteúdo programático:

Introdução

- Regime aduaneiro especial
- Incentivo à exportação
Modalidades e Tipos
- Drawback Integrado Suspensão
- Drawback Integrado Isenção
- Drawback Genérico
- Drawback Sem Expectativa da Pagamento
- Drawback Intermediário
- Operações especiais: Embarcação e Fornecimento no Mercado Interno
Documentação
- Registro de drawback
- Laudo técnico
- Ato concessório.

"Drawback, Incentivo à Exportação-Análise das Modalidades Suspensão Integrado, Isenção e Restituição?

Data: 19/08/2019
Horário: das 9h às 18h
Local: Sede ABIMAQ SP - Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703
Para maiores informações: www.Abimaq.org.br/cursos

Fonte: Agron, SEGS

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03 - Empresários aprovam reforma tributária, mas não querem nova CPMF


Nas últimas duas semanas, o empresário Marcelo Campos Ometto, presidente do conselho de administração do Grupo São Martinho, um dos maiores produtores de açúcar e etanol do mundo, esteve reunido com investidores internacionais para, basicamente, vender o Brasil no exterior. Com foco em seduzir capital estrangeiro para o setor sucroalcooleiro, ele tentou transmitir confiança em relação aos rumos da economia, especialmente com vistas à aprovação das reformas da Previdência e tributária.

“O Brasil está caminhando para vencer seus entraves crônicos, que são as contas públicas deficitárias e a carga tributária desproporcional”, disse Ometto a empresários brasileiros e asiáticos. Mas o otimismo do empresário escondia uma preocupação: a possível volta de um imposto sobre movimentações financeiras, nos moldes da antiga CPMF. “Não é algo que agrada nem aos empresários nem às famílias, que terão de conviver com o peso de mais um imposto”, completou.

Assim como Ometto, o executivo José Velloso Dias Cardoso, presidente da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), enxerga a reforma tributária com um otimismo cauteloso. A necessidade de simplificação dos impostos e uma gradativa redução da carga tributária é, em sua avaliação, algo essencial para o país, mas a inclusão de novos impostos, principalmente sobre setores da economia já fragilizados pela crise dos últimos anos, pode mais atrapalhar do que ajudar. “Cada setor precisa ser ouvido para que a reforma não crie mais distorções e injustiças”, afirmou. “Estamos confiantes de que a equipe econômica e o Congresso saberão enxergar eventuais problemas escondidos na reforma”.

Existem, de fato, doses de veneno na tão sonhada reforma tributária. A proposta de emenda constitucional, a ser apresentada pelo governo federal ao Congresso nas próximas semanas ainda não está com seu texto final definido, mas deve ter três pilares. O primeiro, que afeta diretamente o Imposto de Renda de empresas e cidadãos, é a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA) ou Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) em escala federal — algo comemorado pelo empresariado pelos benefícios de simplificação do sistema de recolhimento de impostos, taxas e tributos, mas temido pelos governadores, principalmente dos estados que se encontram em situação fiscal dramática. O chamado IBS substituiria PIS, Cofins, IPI, uma parte do IOF e possivelmente o CSLL, além de ICMS (estados) e ISS (municípios).

Exportação

Para compensar uma queda imediata da arrecadação, poderá ser retomada a cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre exportação. “Queremos e precisamos da reforma, mas a volta de algo semelhante à CPMF ou o fim da isenção de ICMS para setores exportadores está gerando grande preocupação”, diz Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Outra preocupação de Skaf é em relação ao mecanismo de recolhimento do ICMS na origem e no destino. Segundo ele, da forma como está colocado na proposta de emenda, fica “difícil operacionalizar esse mecanismo”.

Inegavelmente, um pilar da proposta de reforma, temido por todos, é a criação de um novo imposto sobre transações financeiras, uma nova versão de CPMF, que substituiria a tributação sobre a folha de pagamentos. “Seria um erro grotesco, monumental e amador acreditar que a solução para o país é criar mais impostos, sem reduzir os inchaços da máquina e os crescentes gastos públicos”, diz o economista Paulo Roberto Otto, especialista em finanças públicas pela Fundação Getulio Vargas, em São Paulo. “Essa é uma receita já experimentada e fracassada em vários países que viveram problemas semelhantes aos que o Brasil atravessa hoje”.

O terceiro pilar, esse na ala do pacote de bondades, está ancorado na proposta do secretário da Receita Federal, Marcos Cintra, que prevê o estabelecimento de uma alíquota do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) no patamar de 20% a 25%. Hoje, a tributação sobre as empresas chega a 34%. “Será ótimo que se adote um modelo simplificado em um dos países com maior variedade de impostos e que isso venha a permitir a geração de empregos, algo que vai beneficiar o país, principalmente nesse momento pelo qual a economia passa”, diz Claudia Cohn, diretora executiva do Alta e de Operações Hospitalares da Dasa.

A executiva, no entanto, lembra que há atualmente três propostas de alteração em Brasília — Governo, Câmara e Senado. Alguns pontos, avalia, devem ser revisados. São aqueles que “oneram e prejudicam o setor se serviços”. O alerta dado por Claudia é quanto à ideia de substituir PIS e Cofins por uma alíquota única cobrada sobre a receita. “A cadeia de prestadores de serviços na nossa área é de uma complexidade e de capilaridade muito grande, tem características bem distintas da indústria. Uma decisão como essa pode ter um impacto enorme, refletindo nos custos e na geração de empregos do setor, e isso pode acabar tendo um efeito contrário do que se espera com a reforma, que é simplificar o atual sistema e trazer melhorias para a economia”, opina.

Trauma

O problema é que a recriação de um imposto sobre transações financeiras ressuscitaria velhos traumas da economia. Na avaliação de Guilherme Afif Domingos, ex-presidente do Sebrae e assessor especial do ministro da Economia, Paulo Guedes, a CPMF foi estigmatizada pelo fato de ser criada como um Imposto Único, e foi usada para ser mais um imposto. “Do ponto de vista técnico, um imposto como a CPMF é um formato moderno de arrecadação, já que é aplicado uniformemente a todas as faixas de renda”, afirma Afif Domingos.

O que tem sido encarado como positivo pelo empresariado é o avanço da agenda macroeconômica, depois de aprovada a reforma da Previdência. No entanto, a reforma tributária é vista como complexa e difícil, por afetar a arrecadação de estados e municípios. “A combinação entre lugar de origem para destino será sensacional, vai simplificar muito. Mas tem três entes querendo puxar a reforma, o Ministério da Economia, o Senado e a Câmara, tudo isso para um assunto que já é muito complexo. O fato é que há um espaço enorme para simplificar modelo”, destaca Ricardo Paixão, diretor executivo de Finanças e Relações com Investidores na MRV Engenharia.

Na avaliação de João Carlos Brega, presidente da Whirlpool América Latina, dona de marcas como Brastemp e Consul, a modernização do sistema tributário poderá trazer de volta a estabilidade para o país e, com isso, atrair novos e antigos investidores. “O mais importante é a simplificação da tributação de forma a promover segurança jurídica e, consequentemente redução dos litígios. A carga tributária no Brasil é muito alta. Isso é um dos principais pontos que nos diferem de países mais desenvolvidos, e o que impede a entrada de investimentos no mercado nacional”, afirma Brega. “É preciso mostrar aos investidores internacionais que o Brasil é um grande mercado. Precisamos desses investimentos para ajudar no crescimento econômico e ganhar a confiança desses investidores, aumentando assim as exportações e também as importações”.

Em relação à volta da CPMF, no entanto, o executivo é taxativo. “O Brasil não suporta mais um imposto ou tributo. Isso é inviável neste momento e aumenta o custo Brasil. Neste momento em que as propostas estão sendo apresentadas, precisamos avaliar bem o conjunto antes de decidir voltar com a CPMF. O importante é que as empresas possam competir no mercado nacional e internacional sem que os tributos interfiram nessa relação”, completa Brega.

Fonte: Correio Braziliense, Mauro Negruni, Blog Negócios & Informes

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Comércio Internacional

01 - Economia global deve crescer abaixo de 3%


Apesar de a maioria dos economistas acreditar ser muito cedo para falar em recessão técnica global (dois trimestres consecutivos de PIB negativo), há sinais de que a atividade econômica possa crescer menos de 3% em 2020, patamar considerado crítico por especialistas.

O Itaú Unibanco, por exemplo, projeta uma alta de 3,2% na atividade global neste ano e de 3,1% em 2020. Mas vemos chance de a economia ficar ainda mais fraca. Estamos no limite de uma recessão. Qualquer choque extra, pode levar o mundo a uma crise, diz Roberto Prado, economista do banco. As projeções de PIB ainda estão longe de um número negativo, mas um crescimento da economia global abaixo dos 3% é tido como ruim porque a China costuma distorcer os dados, puxando-os para cima com seus crescimentos superiores a 6%, explica Prado. Um PIB global inferior a 3% indica que a economia está abaixo do seu potencial (ritmo de crescimento em que não gera pressão inflacionária), se aproximando de uma recessão, acrescenta.

A opinião é compartilhada pelo estrategista-chefe do BTG Pactual Wealth Management, João Scandiuzzi: Tecnicamente, não dá para falar em recessão global, mas a sensação é de crescimento abaixo do potencial, diz.

Em julho, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu sua estimativa do PIB global para 2019 de 3,3% para 3,2%. Por enquanto, as projeções para 2020 são mais animadoras: alta de 3,5% - até junho, a estimativa do órgão era de 3,6%.

Economista-chefe da XP Investimentos, Zeina Latif destaca que só o fato de se estar discutindo a possibilidade de a economia mergulhar em uma recessão já tem prejudicado o mercado. Isso machuca o mercado, por trazer muita incerteza. O pano de fundo é muito preocupante. Como não se sabe para onde vai a guerra comercial entre China e Estados Unidos, não é possível saber quando a desaceleração vai parar, diz.

Para Paulo Leme, professor de finanças da Universidade de Miami, não fosse a guerra comercial, seria possível manter o crescimento global ao redor de 3,2% nos próximos anos. ?Se tudo mais fosse constante e congelássemos os atores, poderíamos ter um equilíbrio com crescimento razoável, diz. Leme destaca ser contra uma redução na taxa básica de juros dos Estados Unidos para tentar alavancar a economia. 

A inflação está dentro da meta. É muito preocupante responder com instrumento monetário algo que se pode evitar (uma desaceleração global acentuada pela guerra comercial). Alemanha. A desaceleração global está em curso desde o ano passado, quando o PIB cresceu 3,6% - 0,2 ponto porcentual a menos que em 2017 - e seria uma fase natural dos ciclos econômicos não fosse justamente a guerra comercial, cujos impactos na economia real começam a se aprofundar.

A Alemanha foi o primeiro país a escancarar os efeitos do embate entre as duas maiores potências do mundo. Sua economia tem um alto grau de dependência de exportações de produtos industrializados, principalmente para a China. Em junho, as exportações alemãs caíram 8% e a produção industrial 5,2 % na comparação com o mesmo mês de 2018 - foi o maior recuo da indústria desde 2009. 

A indústria automotiva, a principal da Alemanha, tem ainda puxado o desempenho para baixo por causa de adaptações a padrões mais rigorosos de emissões de poluentes. Por enquanto, a desaceleração no país, cuja economia é a maior da União Europeia, está limitada ao setor industrial. Se atingir os serviços - responsáveis por gerar o maior volume de postos de trabalho -, pode se alastrar por toda a economia. ?O mercado de trabalho, por enquanto, está indo bem, a questão é quanto de contaminação veremos, diz Scandiuzzi, do BTG Pactual.

Brasil.

O estrategista do banco afirma que o Brasil não deve sofrer muito com a redução do comércio global decorrente da desaceleração, pois ainda é um mercado bastante fechado. O freio no crescimento chinês, porém, tem derrubado o preço de commodities como petróleo e minério de ferro - importantes produtos para a economia brasileira.

O economista Livio Ribeiro, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre), da Fundação Getulio Vargas, lembra que o ambiente incerto e de pessimismo deve contaminar os brasileiros. Zeina Latif acrescenta que esse clima pode reduzir o investimento estrangeiro direto no País. Não existe deslocamento perfeito. Mesmo que a gente faça a lição de casa, sempre há contágio.

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - Vendas no varejo do Reino Unido têm alta inesperada de 0,2% em julho


As vendas no varejo do Reino Unido subiram 0,2% em julho ante junho, segundo dados publicados hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas (ONS, na sigla em inglês) do país. O resultado surpreendeu analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam redução de 0,1% nas vendas.

Na comparação anual, o setor varejista britânico ampliou as vendas em 3,3% em julho. Neste caso, a projeção era de acréscimo menor, de 2,7%. 

Fonte: O Estado de São Paulo

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03 - Coreia do Sul faz aceno comercial ao Japão e diz apoiar negociações


O presidente da Coreia do Sul, Moon Jae-in, fez um aceno ao Japão com a intenção de encerrar a disputa comercial entre os dois países, ao dizer que Seul irá "de bom grado dar as mãos" se Tóquio quiser conversar. Em discurso televisionado nacionalmente, Moon minimizou a ameaça representada por lançamentos balísticos de curto alcance testados pela Coreia do Norte recentemente e expressou a esperança de que os americanos e os norte-coreanos em breve retomarão as negociações nucleares.

"Se um país arma um setor onde tem uma vantagem competitiva, a ordem do livre-comércio pacífico inevitavelmente sofre. Um país que conseguiu o crescimento primeiro não deve largar a escada enquanto outros estão seguindo seus passos", disse Moon, em referência ao Japão. "Se o Japão, melhor tarde do que nunca, escolher o caminho do diálogo e da cooperação, teremos o prazer de dar as mãos." Fonte: Associated Press.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Conjuntura

01 - Monitor do PIB cresce 0,2% e reverte a expectativa de recessão técnica


O Monitor do Produto Interno Bruto (PIB) registrou crescimento de 0,2% no segundo trimestre de 2019, em relação ao primeiro, de acordo com dados divulgados ontem pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE).

“A novidade é que não estamos em recessão técnica”, diz o pesquisador associado do Ibre, Claudio Considera, ao comparar o resultado com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), divulgado esta semana, que mostrou queda de 0,13% no mesmo período. Como no primeiro trimestre o PIB recuou 0,2%, uma nova contração representaria uma recessão técnica. “Nós aqui no Ibre temos um indicador de atividade econômica, à semelhança do IBC-Br, que também está negativo”, comenta o pesquisador. Ele explica que o cálculo do Monitor tem como base a mesma metodologia que o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) utiliza para estimar o PIB oficial, que será divulgado no próximo dia 29 de agosto.

“Contudo, nós temos que lembrar que sendo -0,13% ou 0,20%, estamos lidando com números muito próximos de zero. A economia está débil. Ela cresce, mas cresce pouco”, ressalta Considera. Pelo lado da oferta, o setor de serviços (+0,3%) foi o único que expandiu, ao passo que a indústria (-0,3%) e a agropecuária (-1,2%) tiveram retração. Pela demanda, o consumo das famílias cresceu 0,7%, marcando a sua décima alta seguida, enquanto a formação bruta de capital fixo (FBCF, investimentos) voltou a ter elevação (2,3%), após duas quedas seguidas.

“Os serviços básicos [alimentação, saúde e educação] são o que vêm impulsionando o setor”, diz Considera. “Com a economia crescendo pouco, as pessoas evitam de comprar bens mais duradouros, como televisão, carro”, acrescenta.

Curto e longo prazo Considera analisa que o baixo crescimento se explica pela falta de medidas de estímulo de curto prazo. Todas as reformas que têm sido encaminhadas, como a Previdência Social e a reforma tributária, terão efeitos mais de longo prazo.

“A medida da Liberdade Econômica e a liberação do FGTS [Fundo de Garantia por Tempo de Serviço] devem dar um impulso”, diz Considera. “Projeta-se que o FGTS possa dar um incremento de 0,3 ponto percentual no PIB, o que levaria o indicador a ter alta de 1,1%. Mas não vai conseguir ir muito além disso”, reforça o pesquisador do Ibre. O setor de serviços também é o segmento que vem puxando para cima o Indicador Antecedente Composto da Economia Brasileira (IACE), publicado pela FGV em parceria com o The Conference Board (TCB). Em julho, o IACE subiu 0,5% na comparação com junho, para 117,6 pontos.

Dos oito componentes, seis contribuíram positivamente para a evolução do índice, com destaque para o Índice de Expectativas do setor de Serviços, que avançou 2,7%. O economista Paulo Picchetti, da FGV, comenta que os serviços reagem mais rápido às medidas de estímulo e às expectativas de concretização de reformas estruturais. “Na indústria e na construção civil há uma defasagem nessa reação. O setor industrial, por exemplo, está com uma capacidade ociosa muito elevada”, diz. Picchetti destaca que além das reformas, inflação baixa e perspectiva de mais redução na taxa básica de juros (Selic) também contribuem para a melhora das expectativas empresariais e, consequentemente, do indicador antecedente.

No caso do Indicador Coincidente Composto da Economia Brasileira (ICCE), que mensura as condições econômicas atuais, também houve avanço, de 0,2% para 102,9 pontos. Mas a FGV e o TCB destacam que, desde julho de 2018 (após os efeitos da greve dos caminhoneiros), o índice tem oscilado numa estreita faixa entre 102,6 e 102,9 pontos. Variação anual. Na comparação anual (em relação ao PIB de igual trimestre de 2018), a economia registrou aumento de 0,7% no segundo trimestre. Os serviços cresceram 1,2%, enquanto a indústria e a agropecuária caíram 1,0%, mostra o Monitor.

Fonte: DCI

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02 - Preços no atacado caem e IGP-10 tem queda de 0,47% em agosto, diz FGV


No mês, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10) aumentou a pressão ao subir 0,24%, sobre 0,07% antes.

A pressão sobre os preços de minério de ferro, soja e milho no atacado diminuiu e o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) recuou 0,47% em agosto, de uma alta de 0,61% em julho, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de um recuo de 0,23%.O Índice de Preços ao Produtor Amplo-10 (IPA-10), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, passou a cair 0,83% em agosto, depois de avançar 0,72% no mês anterior.

O grupo Matérias-Primas Brutas que recuou 0,77% em agosto, de uma alta de 3,34% em julho, com destaque para o comportamento dos itens minério de ferro, soja e milho. Em agosto, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), que responde por 30% do índice geral, aumentou a pressão ao subir 0,24%, sobre 0,07% antes. O destaque ficou com o grupo Habitação, cujos preços passaram a subir 0,99%, de um avanço de 0,20% em julho. O Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10), por sua vez, desacelerou o avanço a 0,35% em agosto, sobre 1,08% no período anterior.

O IGP-10 calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Fonte: Reuters

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03 - Vendas no varejo brasileiro crescem 4,6% em julho, mostra ICVA


As vendas no varejo brasileiro cresceram 4,6% em julho em relação ao mesmo período do ano passado, descontada a inflação, conforme o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), que acompanha 1,4 milhão de pontos de vendas ativos credenciados à empresa de meios de pagamentos no país.

Em termos nominais, que espelham a receita de vendas observadas pelo varejista, o ICVA teve alta de 7,6%."O efeito calendário foi crucial para o crescimento das vendas em julho deste ano na comparação com julho do ano passado. Não fosse isso, diria que o varejo andou de lado", afirmou o diretor de Inteligência da Cielo, Gabriel Mariotto, em nota.

Em julho de 2018, foram realizadas duas partidas da seleção brasileira durante a Copa do Mundo, que empurraram o consumo para baixo naquelas datas. Julho deste ano também contou com uma quarta-feira a mais e um domingo a menos, dia que é fraco para o varejo.

Mariotto acrescentou que um ponto positivo para o consumidor foi a queda dos preços nos últimos dois meses, o que contribuiu para uma leve aceleração das vendas. "Os lojistas, no entanto, não puderam comemorar porque a queda dos preços causou diminuição de receita. "Descontada a inflação, todos os blocos que compõem o ICVA apresentaram crescimento em julho quando comparados com julho do ano passado.

Fonte: Reuters

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Industria

01 - Taxa de desemprego no País caiu para 12% no segundo trimestre, aponta IBGE


A taxa de desemprego no País caiu para 12% no segundo trimestre, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta quinta-feira, 15, pelo IBGE. No primeiro trimestre, a taxa era de 12,7% e no segundo trimestre de 2018, de 12,4%.

A pesquisa indica que o desemprego recuou em 10 Estados, na comparação com o primeiro trimestre.

As maiores taxas foram observadas na Bahia (17,3%), Amapá (16,9%) e Pernambuco (16%) e as menores em Santa Catarina (6%), Rondônia (6,7%) e Rio Grande do Sul (8,2%).Em São Paulo, o desemprego recuou de 13,5% no primeiro trimestre para 12,8% no segundo trimestre do ano. "A proporção de pessoas à procura de trabalho em períodos mais curtos está diminuindo, mas têm crescido nos mais longos", destacou por meio de nota a analista do IBGE Adriana Beringuy.

Os dados divulgados nesta quinta-feira mostram que 26,2% dos desempregados procuram trabalho há no mínimo dois anos.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Setor

01 - Sergipe possui a gasolina mais cara do Nordeste


O preço médio da gasolina comum caiu 1,93% em julho na comparação com o mês anterior no país, mas Sergipe se manteve em alta com a gasolina mais cara do Nordeste, conforme levantamento da ValeCard, empresa especializada em soluções de gestão de frotas. No Brasil, em junho, o valor médio detectado na pesquisa foi de R$ 4,678. Em julho, o preço caiu para R$ 4,579.

No Nordeste, o Ceará apresenta o preço médio mais baixo (R$ 4,485). Já Sergipe tem o valor mais alto (R$ 4,682). Dentre os 9 estados, o Maranhão ocupa o quarto lugar com a gasolina sendo vendida a R$4,48 em média. Alagoas, Bahia e Ceará chegam nos primeiros lugares.

Entre as capitais, Florianópolis (R$ 3,896) e Curitiba (R$ 4,019) são as que apresentam preços menores. Já Rio de Janeiro (R$ 4,939) e Belém (R$ 4,851) têm os valores mais altos. São Luís ocupa o 11º lugar com o valor em média de R$4,686.

Variação de preços

Segundo levantamento de preços da ANP na capital, feito nesta semana, a gasolina apresenta variação entre R$4,14 e R$4,39 dentre os postos pesquisados. Os postos revendedores que apresentam menor preço encontram-se nos bairros Sacavém e na Camboa (4,149). Já os que vendem gasolina a R$4,39 estão na Cidade Operária.

No site precodoscombustiveis.com.br, na capital a gasolina apresentou preço médio de R$4,535 no últimos 15 dias; sendo o menor preço de R$4, 299 e o maior de 4,799. O etanol com preço médio de R$ 4,385; menor preço a R$ 3,990 e maior preço, R$4,599. O diesel com valor médio de R$ 3,780; o menor preço de R$ 3,469 e maior preço de R$ 4,001.

Incidem sobre o preço final da gasolina no Maranhão os impostos federais (CIDE + PIS/COFINS), de 0,652; o tributo estadual (ICMS), de R$1,254, resultando em R$1,906 de tributos.

Nordeste (Julho)
Alagoas – 4,659
Bahia – 4,509
Ceará – 4,485
Maranhão – 4,567
Paraíba – 4,51
Pernambuco – 4,488
Piauí – 4,621
Rio Grande do Norte – 4,564
Sergipe – 4,682
Preço médio – 4,565

Fonte: Nenotícias

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02 - Petrobrás quer vender termoelétricas e, ao mesmo tempo, crescer em energia


Três anos depois da primeira e frustrada tentativa de vender seu parque termoelétrico, a Petrobrás volta ao mercado. Desta vez, a oferta é menor: serão 15 de suas 26 usinas, e não 21 como foi anunciado em 2016. Ao mesmo tempo, a estatal vai participar do próximo leilão de energia elétrica do governo, previsto para outubro, no qual poderá aumentar novamente sua posição no setor de geração de energia termoelétrica. Agora, num modelo diferente.

A gente olha essa oportunidade (leilão de energia), mas em parcerias, seja através da geração da termoelétrica, seja como fornecedora de gás?, disse Anelise Lara, diretora de refino e gás da Petrobrás, após palestra no Instituto Brasileiro do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (IBP).Já estão cadastrados para o leilão, que vai garantir a entrega de energia elétrica ao mercado em 2025, 52 projetos de termoelétricas a gás natural, com capacidade de 41.718 megawatts.

A Petrobrás tem capacidade de geração térmica de 6,14 mil megawatts, em estados brasileiros. Procurada, a estatal disse que mais detalhes serão fornecidos em comunicado ao mercado. A venda das termoelétricas acontecerá a partir de 2020. Segundo Anelise, o mercado de gás natural no Brasil vai crescer de forma mais expressiva entre 2023 e 2025, quando está prevista a entrada de projetos de gás do pré-sal na bacia de Santos. Para chegar ao consumidor, essa produção terá de contar com investimentos em logística. 
Hoje, compramos gás de parceiros porque não há como ter outros carregadores no processo, por isso a necessidade de revisão de modelo (do mercado de gás), de entrada e saída(de gás dos gasodutos), e do sistema tributário, para que outros atores possam entrar e comercializar o próprio gás, disse.

O parque termoelétrico da estatal começou a ser construído em 2000, durante o governo Fernando Henrique Cardoso, para tentar minimizar o racionamento de energia elétrica que viria a seguir, entre julho de 2001 e fevereiro 2002. Com a volta das chuvas, o governo determinou o desligamento dessas usinas, o que causou prejuízos à estatal.

Nos últimos anos, porém, com o esvaziamento dos reservatórios das hidrelétricas, devido a períodos de secas, as termoelétricas têm operado com mais frequência e devem ser ainda mais requisitadas à medida que aumenta a geração de parques eólicos e solares no País. Como a geração eólica e solar é variável, ou seja, depende da presença de sol e vento para funcionar, o Sistema Interligado Nacional (SIN) precisa da chamada geração de base para dar segurança ao abastecimento de energia.

 Antes, esse papel era cumprido apenas pelas hidrelétricas. Porém, com a frequência maior de secas trazida pelas mudanças climáticas, as termoelétricas passaram a ter um papel mais relevante para a estabilidade do sistema.

Em fevereiro de 2016, sob a gestão do então presidente Aldemir Bendine, hoje preso pela Operação Lava Jato, a Petrobrás anunciou que pretendia vender 21 usinas térmicas, gasodutos e terminais de regaseificação, negócios que não foram para frente por entraves regulatórios. Estão voltando ao mercado agora com a quebra do monopólio da Petrobrás, no âmbito do programa governamental Novo Mercado de Gás, lançado no mês passado.

Fonte: O Estado de São Paulo

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