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Edição 10070 de 12/06/2019

Destaque

01 - Gestão de Compras e Estoque é tema de curso na ABIMAQ


A ABIMAQ realizará o curso de ‘Gestão de Compras e Estoque’ em sua sede no Jabaquara. O propósito é que participante domine as técnicas e métodos para tornar a gestão de compras e estoques um instrumento efetivo na maximização dos recursos da empresa. O treinamento se destina a profissionais administrativos que ocupam cargos médios e de liderança nas áreas de logística, PCP, compras, almoxarifado e expedição. O evento acontece dia 13 de junho.

O ministrante é Vito Carrieri, graduado em Administração de Empresas e pós-graduado em gerência de marketing. Também é técnico em Máquinas e Motores.

Há 25 anos atua com assessoria gerencial em custos e formação do preço de venda, administração (fluxo de caixa, relatórios financeiros e gerenciais), compras, vendas, administração de produção, de estoque e de almoxarifado.

Conteúdo programático:

- A estratégia logística num ambiente globalizado;
- Origem dos estoques (planejados e não planejados) e custos associados;
- Nível de serviço ao cliente;
- Planejamento e controle da operação de compras;
- O conflito de objetivos na administração de estoques;
- Análise ABC e o controle estratégico dos estoques;
- Administração dos estoques de segurança;
- Avaliação de Fornecedores;
- Métodos práticos para redução do nível e maior rotação dos estoques;
- Discussão de casos práticos.
‘Gestão de Compras e Estoque’

Data: 13/06/2019
Horário: das 9h às 18h
Local: Sede ABIMAQ SP - Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703
Para maiores informações: http://www.abimaq.org.br/cursos

Fonte: Negócios em foco, Negócios em foco, JorNow, Difundir, Agron, Jornal Dia Dia, Segs

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02 - A agenda do dia seguinte


A reforma da Previdência será aprovada no Congresso, salvo fatos graves e imprevistos. A dúvida, hoje, se restringe a quanto será, efetivamente, a economia do governo, em dez anos, já que as estimativas variam entre 500 a 900 bilhões de reais. Vamos torcer para que seja a mais robusta possível, para não termos que voltar ao tema, ainda neste, ou no próximo governo. Isto posto, está mais do que na hora de pensar na agenda do dia seguinte.

Pelas notícias que chegam do planalto todas as secretarias do Ministério da Economia estão trabalhando nas medidas a serem propostas, sendo que algumas já estão em andamento como é o caso do decreto conhecido como “revogaço” que elimina 250 decretos normativos e da MP 881/2019 - Medida Provisória da Liberdade Econômica, assinada em 30 de abril pelo presidente, que se propõe a desburocratizar e simplificar a atividade dos empreendedores.

Todas estas medidas e outras que estão em gestação, tem o louvável propósito de reduzir o cipoal de regras e obrigações, imposto às empresas, sem benefícios claros tanto para as empresas como para o governo, mas que tem custos e que aumentam a insegurança jurídica. São, portanto, muito benvindas e merecem o apoio e os aplausos de todo o setor produtivo, cujas áreas administrativas trabalham, hoje, mais para o governo do que para as próprias empresas.

Entretanto, tal como a própria reforma previdenciária, certamente indispensável para o ajuste fiscal, de per si, não levará ao crescimento da economia, estas iniciativas, embora necessárias para reduzir custos e aumentar a competitividade, também não são absolutamente suficientes para retomarmos o crescimento. Se alguém tiver dúvidas a respeito, basta lembrar que o Brasil, ainda recentemente, cresceu mais de 5% a.a. mesmo com todas as amarras existentes.

É claro que, se estas medidas já estivessem em vigor na ocasião, certamente teríamos crescido mais. Na realidade a atual falta de crescimento não decorre do excesso de regulamentação, ainda que este atrapalhe muito, mas reflete, de um lado, a fraca demanda doméstica, causada pelo desemprego, pelo endividamento das famílias e das empresas, pela redução do crédito e pela forte queda dos investimentos e, de outro lado, pelo pouco apetite do mercado externo, agravado pela falta de competitividade da produção nacional.

Assim é necessário que, além de retirar entraves a quem produz, o governo comece, desde já, a trabalhar numa agenda que, de um lado, estimule a demanda e, de outro, aumente a competitividade das empresas brasileiras. A forma saudável de criar demanda e emprego, neste momento de restrições fiscais, é aumentar os investimentos em infraestrutura. E isto tem que ser feito imediatamente, pois não podemos nos dar ao luxo de esperar mais, se quisermos reverter o quadro de desânimo e de frustração que ameaça tomar conta do país.

O ideal seria fazer isto com capitais privados mas, como o ótimo é inimigo do bom, enquanto isto não ocorre por insegurança jurídica, pelo risco cambial etc., será necessário retomar os investimentos públicos, até que os investimentos privados deslanchem. Como fazê-lo se o governo não tem dinheiro nem para manter o funcionamento da máquina? Emergencialmente, neste e no próximo ano, o governo poderia utilizar, ainda que parcialmente, receitas não recorrentes de privatizações e concessões, para retomar as obras paradas mais urgentes.

A outra medida, tão inadiável quanto a primeira, é enfrentar os três principais fatores do custo Brasil que respondem por cerca de 70% do total e que são, pela ordem, os juros cobrados ao longo da cadeia produtiva que encarecem o produto nacional em cerca de 10p.p., a diferença de preço, entre o mercado brasileiro e internacional, nas matérias primas e produtos intermediários, que somam mais 8 p.p., e os impostos não recuperáveis, embutidos em nossos custos, que respondem por mais 6 p.p. somando 24 dos 30 a 35 p.p. que é o custo Brasil como um todo.

Há que reduzir os juros de mercado para níveis adequados a uma inflação de 4%, via redução da Selic, eliminação da cunha fiscal e aumento da concorrência, e ampliar o crédito, liberando seletivamente depósitos compulsórios aos bancos que aumentarem o crédito a empresas e famílias. Para reduzir o preço de matérias primas, e insumos intermediários a estrutura de tarifas alfandegárias terá que ser revista, de modo que a redução da alíquota média não seja linear e sim obedeça a critérios de escalada tarifária, e, finalmente, a reforma tributária tem que sair do campo das intenções e ir para os finalmente.

O governo poderia, simultaneamente, liberar parcialmente recursos do PIS/PASEP, para servirem de estopim para retomar o consumo, até que a aprovação das reformas previdenciária e tributária e as medidas de desburocratização e simplificação venham a melhorar efetivamente a eficiência de uma economia que estará em processo de crescimento sustentado com resultados no emprego, no consumo das famílias e no crescimento da arrecadação. Isto, por sua vez, permitirá ao governo enfrentar, com sucesso, as demais pautas que interessam à sociedade brasileira como saúde, segurança, educação de qualidade e maior igualdade de oportunidades para todos.

*João Carlos Marchesan é administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ – Associação Brasileira da Indústria de Máquinas.

Fonte: Jornal Diário do Comércio MG, Folha GO, Folha MT, Folha PA

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03 - Plástico Brasil: Máquinas e equipamentos exibiram avanços


Exibição completa das mais variadas soluções tecnológicas inovadoras para a cadeia do plástico pode ser conferida na segunda edição da Plástico Brasil, realizada de 25 a 29 de março no São Paulo Expo, na capital paulista. Dados dos realizadores registraram a participação de mais de 800 marcas de empresas nacionais e de outros treze países. Contou com área superior a 40 mil m² e recebeu 45 mil visitantes. Foi uma iniciativa da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), com organização da Informa Exhibitions.

Gino Paulucci Jr., presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Acessórios para a Indústria do Plástico da ABIMAQ e da Comissão Organizadora da feira, não cita o montante de negócios gerados durante a exposição. "Esse é um número muito difícil de calcular, precisaria reunir os desempenho de todos os expositores. Além disso, vários negócios encaminhados são fechados nos meses seguintes".

Mesmo sem ter como calcular o desempenho das vendas dos expositores, o dirigente garante que o evento foi um sucesso. Para ele, o interesse demonstrado pelos participantes revela que a indústria do setor está disposta a romper o represamento dos investimentos. "O parque industrial brasileiro precisa ser renovado com urgência se quiser ganhar competividade no mercado mundial".

Para provar seu raciocínio, o dirigente aponta os resultados obtidos pelo setor de máquinas e equipamentos para plásticos no ano passado. "As vendas da indústria de máquinas como um todo cresceram de 6% a 7% em 2018, a de máquinas para plástico aumentaram 20%". Esse resultado foi obtido mesmo com as exportações das empresas do setor se mantendo estáveis. "O crescimento se deveu ao aumento da procura no mercado interno", informa.

Como a indústria como um todo está operando com capacidade ociosa elevada, fruto da prolongada crise econômica, Paulucci Jr. explica que os transformadores estão mais em busca de modernização de suas plantas do que de expansão. "Algumas empresas estão fazendo programação bianual, o que demonstra confiança na economia e amplia o horizonte dos negócios", comemora.

Empresas nacionais e internacionais de máquinas e equipamentos ocuparam a maior parte dos estandes. Novos modelos de máquinas de transformação e itens para automação e periféricos os mais distintos puderam ser conferidos, muitos operando in loco. Muitas novidades voltadas para o mercado de reciclagem foram apresentadas, assim como os itens mais modernos necessários para a produção de moldes. Representantes do segmento de resinas e outras matérias-primas marcaram presença de forma mais tímida.

Em paralelo à exposição, palestras e workshops ofereceram informações valiosas aos visitantes interessados em se aprofundar em temas bastante discutidos nos dias atuais. A indústria 4.0 contou com o seminário "RoadShow VDI: Boas Práticas Alemãs para a Indústria 4.0", organizado pela VDI Brasil (Associação de Engenheiros Brasil - Alemanha), em parceria com a VDMA (Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações Industriais). Na área da exposição, o tema também foi bastante discutido. Praticamente todas as máquinas exibidas contam com controles preparados para atender as exigências previstas para a adoção dessa tecnologia.

A conferência PETtalk, realizada pela Associação Brasileira da Indústria do PET (Abipet), abordou vários temas ligados à matéria-prima. O projeto "Parque de Ideias" promoveu a aproximação entre universidades e indústria, fator preponderante para o desenvolvimento tecnológico, econômico e social dos países industrializados. Também foi realizada a primeira edição do Abinfer Business Center - ABC 2019, parceria dos organizadores com a Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais (Abinfer). Além de palestras sobre o tema, a feira destinou espaço para vários fornecedores de produtos para moldes e representantes de ferramentarias.

Uma atração concorrida ficou por conta das demonstrações feitas em intervalos de 30 minutos sobre o funcionamento do sistema SMED (Single Minute Exchange of Die). O sistema, desenvolvido pelas empresas Romi e Stäubli, torna ágil a operação de setup de moldes de injeção nas linhas de produção. Nas demonstrações a troca do molde acontecia em prazo próximo dos dois minutos.

Fonte: Revista Plástico Moderno

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04 - Curso RADAR - Habilitação de Pessoas Jurídicas e Físicas para operações de Comércio Exterior, é oferecido pela ABIMAQ


Profissionais das áreas de Contabilidade, empresas exportadores ou importadores, estudantes de Comércio Exterior, consultorias, advogados e profissionais independentes podem participar do treinamento "RADAR - Habilitação de Pessoas Jurídicas e Físicas para operações de Comércio Exterior?, da ABIMAQ. Com base na leitura e interpretação das normas, o objetivo é orientar os participantes sobre os procedimentos a serem adotados, pelos importadores e exportadores, na obtenção e manutenção da habilitação (RADAR) para importar e exportar em todas as modalidades. O evento acontece dia 14 de junho.

O ministrante é Milton Gato, que possui mais de 32 anos de experiência, tendo exercido cargos de destaque em grandes empresas nacionais e multinacionais. É diretor da CITCARE Assessoria em Comércio Exterior. Ele é também pós-graduado em Direito do Comércio Exterior pelo Instituto Internacional de Ciências Sociais e graduado em Administração de Empresas com Habilitação em Comércio Exterior pela Universidade São Judas Tadeu. Atua como professor universitário em Comércio Exterior em diversas instituições tradicionais, tanto na graduação, pós-graduação como na extensão. Além disso, é instrutor em entidades de classe e organizações de treinamento.

Conteúdo programático:
1. Legislação
a. Histórico
b. Legislação vigente
2. Motivos e significados
a. O que é o RADAR
b. Motivos para a habilitação
c. Funcionalidade
d. Dispensa de habilitação
3. Modalidades para habilitação de empresas interessadas
a. Expressa
b. Ilimitada
c. Limitada
4. Documentos necessários
a. Documentos específicos
b. Instruções de preenchimento
c. Comprovantes

5. Análise da Receita Federal do Brasil - RFB
a. Prazos
b. Intimações e cumprimento de pendências
c. Reconsiderações
d. Revisão e suspensão da habilitação e do credenciamento
6. Credenciamento de representantes legais
a. Dirigente ou pessoa com vínculo empregatício
b. Despachante aduaneiro
c. Outros.

"RADAR - Habilitação de Pessoas Jurídicas e Físicas para operações de Comércio Exterior?
Data: 14/06/2019
Horário: das 9h às 18h
Local: Sede ABIMAQ SP - Avenida Jabaquara, 2925 (Próximo à Estação São Judas do Metrô)
Telefone para contato: (11) 5582-6321/5703
Para maiores informações: www.Abimaq.org.br/cursos

Fonte: Falando de Gestão, Portal de Notícias de Carazinho e Uruguaiana

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Comércio Internacional

01 - Preços ao produtor na China desaceleram em maio devido a fraqueza da indústria


A inflação ao produtor da China desacelerou em maio uma vez que a fraqueza da indústria afetou a demanda, reforçando preocupações sobre o crescimento na segunda maior economia do mundo, enquanto uma alta dos preços dos alimentos pode ampliar as reclamações do consumidor sobre o custo de vida.

A desaceleração foi provocada por quedas nos preços de commodities industriais e ficou em linha com a atividade industrial fraca vista em maio. Também acontece em meio à piora da disputa comercial com os Estados Unidos.

O índice de preços ao produtor da China subiu em maio 0,6% na comparação com o ano anterior, disse nesta quarta-feira a Agência Nacional de Estatísticas, em linha com as expectativas de analistas e abaixo da leitura de 0,9% em abril.

Em contraste, a inflação ao consumidor acelerou devido ao aumento dos preços de alimentos, que subiram no ritmo mais rápido em sete anos depois que o clima ruim afetou a produção de frutas e a febre suína africana prejudicou a oferta de carne de porco. O índice de preços ao consumidor avançou em maio 2,7% na comparação com o ano anterior, em linha com as expectativas e no ritmo mais rápido desde fevereiro de 2018.O índice de preços de alimentos saltou 7,7% sobre o ano anterior, ritmo mais rápido desde janeiro de 2020 e acima da leitura de 6,1% de abril.

Os preços de frutas frescas subiram 26,7% e rondam máximas históricas depois que o clima ruim afetou importantes regiões produtoras, enquanto a intensificação da guerra comercial entre China e EUA dificultou alternativas para suprir essa demanda.


Fonte: Reuters

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02 - Produção industrial do México tem queda anual de 0,4% em abril


A produção industrial do México diminuiu 0,4% em abril ante igual mês do ano passado, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística e Geografia (Inegi).

Em relação a março, por outro lado, a indústria mexicana ampliou a produção em 1,5% em abril, informou o Inegi.

Fonte: O Estado de São Paulo

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03 - Preços ao consumidor nos EUA têm leve alta em maio


Os preços ao consumidor nos Estados Unidos tiveram leve alta em maio uma vez que a recuperação nos custos de alimentos foi compensada pela gasolina mais barata, indicando inflação moderada que pode aumentar a pressão sobre o Federal Reserve para cortar os juros neste ano.

O Departamento do Trabalho disse nesta quarta-feira que seu índice de preços ao consumidor subiu 0,1% no mês passado, depois de alta de 0,3% em abril.

Nos 12 meses até maio, o índice avançou 1,8%, desacelerando ante 1,9% em abril. Economistas consultados pela Reuters esperavam avanço de 0,1% na base mensal e de 1,9% na comparação anual.

Fonte: Reuters

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Conjuntura

01 - Comissão aprova crédito extra de R$ 249 bi a governo


Comissão Mista de Orçamento do Congresso aprovou, ontem, crédito suplementar de R$ 248,9 bilhões solicitado pelo governo. Ainda falta aprovação em sessão conjunta no plenário de Câmara e Senado.

Fonte: DCI

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02 - Estados têm exigências para apoiar reforma


Pressionados a angariar votos favoráveis à reforma da Previdência, sob pena de exclusão dos Estados da proposta, 25 governadores condicionaram o apoio à proposta à exclusão de quatro pontos e à modificação de outros dois itens do texto encaminhado pelo governo Jair Bolsonaro ao Congresso. Segundo eles, o relator, deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), acenou que vai acatar os pedidos. A retirada desses pontos reduziria a economia com a reforma em, pelo menos, R$ 127,2 bilhões em dez anos.

Entre as reivindicações estão a retirada dos pontos que alteram regras do benefício assistencial pago a idosos de baixa renda (BPC) e da aposentadoria rural. Também deve ficar de fora do relatório o trecho da proposta que permite que regras da Previdência, como o reajuste dos benefícios, sejam alteradas por lei complementar (a chamada desconstitucionalização) e a criação do regime de capitalização, segundo o qual novos trabalhadores contribuirão para uma conta individual, que bancará os benefícios no futuro.

A reunião deixou uma impressão favorável entre os governadores sobre as chances de apoio do relator e do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), à manutenção dos Estados na reforma, apesar da resistência de parlamentares que não querem assumir o desgaste político no lugar de governadores e deputados estaduais.

"Tivemos avanços, conseguimos retirar o bode da sala. Pela primeira vez, houve a disposição firme de se retirar do relatório as alterações nas regras do BPC, as mudanças para aposentadorias rurais, o sistema de capitalização e a desconstitucionalização de parâmetros da Previdência", afirmou o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), após reunião do Fórum dos Governadores, em Brasília. Dias calcula que hoje é possível ter até seis votos de uma bancada de dez deputados. Com mudanças, será possível ampliar o número de apoiadores da reforma em outros três votos, prevê. "Isso acontecendo em vários Estados é que garante o número necessário", afirmou.

Outros governadores do Nordeste, que preferem falar em condição de anonimato, calculam que podem convencer ao menos dois terços de suas bancadas a votar a favor da reforma. O governo precisa do apoio de 308 deputados e 49 senadores em dois turnos de votação para que a reforma seja aprovada. Sensível. Um dos principais defensores da proposta e integrante do mesmo partido do relator, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), também disse que Moreira está sensível aos pedidos dos governadores.

Os governadores querem ainda mudanças nas regras para polícias militares e o magistério, incluindo o debate sobre a idade de aposentadoria das professoras. O governo propôs idades mínimas iguais de 60 anos para professores e professoras. No caso dos militares, os Estados reclamam que a vinculação das regras dos policiais às das Forças Armadas resultará numa cobrança de alíquota previdenciária sobre os salários dos militares menor que a atual. Além dos governadores, participaram da reunião Maia, o relator, Moreira, e o presidente da Comissão Especial da reforma, Marcelo Ramos (PL-AM). 

Fonte: O Estado de S. Paulo

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03 - Vendas do comércio caem 0,6% e setor tem pior resultado para abril desde 2015


As vendas do comércio varejista caíram 0,6% em abril, na comparação com o mês anterior, no pior resultado para meses de abril desde 2015 (-1%), segundo dados divulgados nesta quarta-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A queda acontece após uma alta de 0,1% em março e queda de 0,1% em fevereiro, na comparação com o mês imediatamente anterior, reforçando a leitura de perda de ritmo do setor e de estagnação da economia brasileira em 2019.

Na comparação com abril de 2018, entretanto, houve alta de 1,7%.

O IBGE revisou os resultados dos últimos meses. Em março, ao invés de uma alta de 0,3% como inicialmente divulgado, as vendas do setor avançaram apenas 0,1%. Em fevereiro, houve queda de -0,1% ante leitura anterior de estabilidade. Já em janeiro, a alta foi maior que a inicialmente divulgada, de 0,6%, e não de 0,5%.

No acumulado nos 4 primeiros meses do ano, a alta ficou em 0,6%. No ano passado, no mesmo mês, o setor acumulava avanço de 3,4%.

Em 12 meses, as vendas do varejo ficaram praticamente estáveis, acumulando alta de 1,4%, ante 1,3% em março.

Segundo o IBGE, com o resultado de abril, setor está 7,3% abaixo do recorde alcançado em outubro de 2014.

Das 8 atividades pesquisadas, 5 registraram queda no volume de vendas em abril, na comparação com março. Segundo o IBGE, a queda do setor foi puxada pelo segmento de hipermercados (-1,8%), que caiu pela terceira vez seguida, e vestuário (-5,5%), que teve o segundo mês negativo.

Segundo a gerente da pesquisa, Isabella Nunes, Isabella, desde a greve dos caminhoneiros no ano passado "os alimentos mostram uma evolução de preços", o que pode explicar a retração na atividade dos hiper e supermercados. Conjunturalmente, enfatizou, o país tem um grande contingente de desempregados e um mercado de trabalho que segue estagnado.

"Essa situação dificulta o crescimento da massa de rendimentos, que é o que impulsiona o consumo", afirmou.

Incertezas e perspectivas

Os primeiros indicadores de maio mostram que a atividade econômica segue em ritmo lento, com um nível de consumo ainda bem abaixo do período pré-recessão, em meio à incertezas sobre o ritmo de tramitação de reformas no Congresso e elevado desemprego.

A produção industrial cresceu 0,3%, em abril, na comparação com o mês imediatamente anterior, mas o avanço foi insuficiente para recuperar a perda de 1,4% de março. Nos 4 primeiros meses de 2019, o setor industrial passou a acumular uma queda de 2,7% frente ao mesmo período de 2018.

O 1º trimestre foi marcado por uma perda de força da economia, reforçando a leitura de uma atividade econômica estagnada. O PIB (Produto Interno Bruto) recuou 0,2% nos 3 primeiros meses do ano, na comparação com o 4º trimestre, a primeira retração da economia desde 2016.

O índice que mede a confiança do comércio voltou a cair em, retornando ao mesmo nível de setembro de 2018, segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas (FGV).

De acordo com a última pesquisa Focus do Banco Central, o mercado reduziu a projeção de alta do PIB em 2019 para 1%. Foi a 15ª queda consecutiva do indicador. E parte dos analistas já fala em PIB abaixo de 1%, abaixo do resultado registro em 2017 e 2018, quando a economia cresceu 1,1% em cada um dos anos.

Fonte: O Estado de São Paulo

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04 - Vendas do varejo caem 0,6% em abril ante março, afirma IBGE


As vendas do comércio varejista caíram 0,6% em abril ante março, na série com ajuste sazonal, informou na manhã desta quarta-feira, 12, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado veio abaixo da mediana das estimativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, que era negativa em 0,2%. O intervalo das previsões ia de queda de 1,0% a avanço de 0,6%.

Na comparação com abril de 2018, sem ajuste sazonal, as vendas do varejo tiveram alta de 1,7% em abril de 2019. Nesse confronto, as projeções iam de uma elevação de 0,5% a 4,8%, com mediana positiva de 2,6%. As vendas do varejo restrito acumularam crescimento de 0,6% no ano. No acumulado em 12 meses, houve avanço de 1,4%.

Quanto ao varejo ampliado, que inclui as atividades de material de construção e de veículos, as vendas ficaram estáveis (0,0%) em abril ante março, na série com ajuste sazonal.

Esse resultado também veio aquém da mediana do intervalo das estimativas do mercado financeiro, positiva de 0,3% (Projeções Broadcast). O intervalo ia de recuo de 0,8% a alta de 1,3%. Na comparação com abril de 2018, sem ajuste, as vendas do varejo ampliado tiveram alta de 3,1% em abril de 2019. Nesse confronto, as projeções variavam de um avanço de 1,0% a 5,2%, com mediana positiva de 3,5%. As vendas do comércio varejista ampliado acumularam alta de 2,5% no ano, segundo o IBGE. Em 12 meses, o resultado foi de avanço de 3,5%.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Industria

01 - Indústria de SP opera 19,3% abaixo do pico de produção de março de 2011, diz IBGE


O cenário de incertezas, que vem prejudicando decisões de consumo e de investimentos, está afetando o desempenho da indústria brasileira tanto em âmbito nacional quanto regional, afirmou Bernardo Almeida, analista da Coordenação de Indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Apesar do crescimento de 0,3% registrado na média nacional em abril ante março e do avanço na produção da indústria de São Paulo em abril ter sido o maior desde junho de 2018 (+13,8%), o parque industrial paulista ainda opera 19,3% abaixo do pico de produção alcançado em março de 2011.

Em São Paulo, maior parque industrial do País, também houve avanço em abril, de 2,4%, sucedendo uma perda de 1,1% registrada em março. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional.

“Tem incerteza sobre a conjuntura nacional. Essas incertezas dificultam a tomada de decisões, tanto de investidores quanto do consumo voltado para as famílias. A tomada de decisões cautelosas de consumo gera também decisões cautelosas sobre investimentos”, apontou Bernardo Almeida.

O crescimento na produção industrial paulista em abril foi puxado pelo setor de veículos automotores. Almeida ressalta, porém, que o setor vem apresentando volatilidade, explicado pela falta de vigor da demanda doméstica e pela redução nas exportações em decorrência da crise na Argentina.

Fonte: O Estado de São Paulo

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Setor

01 - CEO da Petrobras fala em investir US$105 bi em 5 anos e desinvestir até US$35 bi


A Petrobras pretende investir 105 bilhões de dólares em cinco anos e desinvestir até 35 bilhões de dólares no mesmo período, disse nesta terça-feira o presidente da companhia, Roberto Castello Branco.

Os valores citados pelo executivo durante audiência na Câmara estão acima dos 84,1 bilhões de dólares previstos em investimentos no Plano de Negócios e Gestão da Petrobras 2019-2023, divulgado ao final do ano passado, quando Castello Branco ainda não havia assumido a companhia.

Da mesma forma, os desinvestimentos previstos nesta terça-feira também superam a potencial entrada de recursos com vendas de ativos de 26,9 bilhões de dólares prevista no plano. "Isso se chama gestão de portfólio", afirmou o presidente da Petrobras, de acordo com informações da assessoria de imprensa da empresa.

A estimativa de venda de ativos foi feita por Castello Branco após o Supremo Tribunal Federal decidir na semana passada que não é necessário o aval do Congresso para a venda de subsidiárias de estatais.

Boa parte dos desinvestimentos deve ser obtida com a venda de refinarias. Quando o plano foi divulgado, a ideia não era vender integralmente oito refinarias, algo que foi estabelecido posteriormente. A estatal informou nesta terça-feira que assinou com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) um termo que consolida entendimentos entre as partes sobre como deverá se dar o desinvestimento da companhia em seus ativos de refino, visando propiciar condições concorrenciais no setor e a entrada de novos agentes.

Durante a audiência na Câmara, Castello Branco não fez considerações se os valores estavam acima do plano divulgado em dezembro para o período de 2019 a 2023. O programa atual já aponta um aumento de quase 10 bilhões de dólares nos investimentos na comparação com o plano anterior, com o setor de exploração e produção de petróleo e gás mantendo a maior parte dos aportes.

"O melhor da Petrobras é a exploração de petróleo em águas profundas e ultrapofundas. A Petrobras possui capital humano altamente qualificado, possuímos os melhores engenheiros e tecnologia. O mesmo não acontece em campos maduros de petróleo, em terra e em águas rasas", disse o executivo, segundo a Agência Câmara.

Fonte: Reuters

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02 - ANP vai monitorar qualidade de combustíveis


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) quer melhorar a qualidade de combustíveis comercializados no País. Por isso, editou a Resolução nº 790, de 10 de junho de 2019, publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (11), instituindo o Programa de Monitoramento da Qualidade dos Combustíveis. O programa estabelece, entre outras diretrizes, os requisitos para o credenciamento de laboratórios que farão as análises dos seguintes combustíveis: etanol hidratado, gasolina C e óleo diesel B. Os resultados obtidos pelo programa serão utilizados para geração de indicadores da qualidade dos combustíveis líquidos automotivos comercializados no território nacional. 

“O laboratório credenciado não poderá ter vinculação, nem possuir em seu corpo administrativo ou social pessoas diretamente ligadas a produtores de combustíveis ou agentes econômicos ou instituições a eles vinculadas, tais como sindicatos e associações”, diz a resolução. 

Gasoduto 

O cronograma da Chamada Pública da Transportadora Brasileira Gasoduto Bolívia-Brasil (TBG) para contratação da capacidade de transporte no Gasoduto Bolívia-Brasil (Gasbol) foi postergado em mais um mês, mas a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) segue estimando que o processo seja concluído ainda em 2019, de maneira a garantir a substituição do “Contrato TCQ Brasil”, que se encerra no fim deste ano.

Firmado em 25 de fevereiro de 1999 entre a TBG e a Petrobras, o TCQ se refere ao serviço de transporte firme de gás natural de uma capacidade de 18,08 milhões de metros cúbicos diários (m3/dia) de gás, do total de 30 milhões de metros cúbicos de capacidade do gasoduto. Há ainda um segundo contrato, o TCX, com capacidade 6 milhões de metros cúbicos diários, que vence no fim de 2021, e o TCO, de 6 milhões de metros cúbicos, com prazo de 2041. 

A chamada pública do Gasbol vem sendo discutida no setor há pelo menos três anos e tem em vista o vencimento do TCQ Brasil e sua estruturação é acompanhada com grande atenção pelo setor de gás natural, tendo em vista que é considerado um marco no mercado de gás. 

Fonte: DCI

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