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Edição 9973 de 12/02/2019

Destaque

01 - Investimento em máquinas e equipamentos deve crescer 30,1%, prevê ABIMAQ


As fabricantes de máquinas e equipamentos devem investir R$ 2,7 bilhões em 2019, montante 30,1% superior ao montante investido em 2018, estima a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), a partir de pesquisa feita com associados.

Em 2018, segundo a ABIMAQ, os investimentos representaram 3% da receita líquida. O setor considera a proporção baixa e lembra que, entre 2010 e 2013, a média foi de 9,3%.

"Os investimentos devem ganhar mais fôlego somente no segundo semestre, quando algumas reformas forem aprovadas e o nível de ociosidade reduzido, que hoje se encontra em 25%", afirma João Marchesan, presidente da associação.

Segundo o relatório da ABIMAQ, as micro, pequenas e médias terão um crescimento maior nos investimentos em 2019, de 48,7% para as micro e pequenas, e de 50,3% para as médias. Os aportes das grandes devem avançar 17,9%.

Dos investimentos esperados para este ano, 35,5% devem ser destinados para modernização tecnológica, 30,5% para reposição de máquinas depreciadas, 24% na ampliação da capacidade industrial e 10% em outras áreas. "O que deverá impulsionar os investimentos é a nova rodada de concessões de setores de infraestrutura."


Fonte: Agência Estado, Tribuna do Paraná, DCI, GaúchaZH, O Povo, Isto É, Tarobánews, Mix Vale, A Crítica, Cgn

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02 - Indústria de máquinas deve elevar investimento em 2019, mas abaixo da média dos últimos anos


Os fabricantes de máquinas e equipamentos devem elevar em 30 por cento o investimento de 2019, para mais de 2,7 bilhões de reais, mas o valor deve se manter abaixo da média dos últimos anos, segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela associação que representa o setor, ABIMAQ.

Segundo a associação de fabricantes, a micro e pequenas empresas e médias companhias do setor estão se mostrando mais dispostas a ampliar investimentos este ano, com previsão de crescimentos de 48,7 e 50,3 por cento, respectivamente. Nas grandes empresas, o investimento deve subir 17,9 por cento, mostrou o levantamento da entidade.

O setor é formado por cerca de 8.500 empresas no país e nos últimos anos vinha investindo uma média de 4,5 bilhões de reais ante "bons anos", entre 2010 e 2014 em que o investimento chegou a cerca de 8 bilhões a 9 bilhões de reais por ano.

A entidade afirmou que 35,5 por cento dos investimentos esperados em 2019 devem ser destinados para modernização tecnológica, 30,5 por cento para reposição de máquinas depreciadas, 24 por cento para ampliação da capacidade industrial e 10 por cento em outras áreas.

"O que deverá impulsionar os investimentos é a nova rodada de concessões de setores de infraestrutura", afirmou o presidente da ABIMAQ, João Marchesan, em comunicado à imprensa. "Os investimentos devem ganhar mais fôlego somente no segundo semestre, quando algumas reformas forem aprovada.

Fonte: Reuters, Mix Vale, DCI, UOL, Extra, Terra, BOL Notícias, Reuters Brasil, R7 , Investing.com, Notícias Agrícola, Portos e Navio, Industriatividade

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03 - ABIMAQ no Planalto


O vice-presidente Hamilton Mourão recebe na manhã desta segunda-feira (11/2) representantes da ABIMAQ. Participam da reunião João Carlos Marchesan, presidente do Conselho de Administração da associação; José Velloso Dias Cardoso, presidente executivo; Walter Filippetti, diretor de Relações Governamentais; Patrícia Gomes, diretora executiva de Mercado Externo e Jorge Luiz Izar.

 A pauta da ABIMAQ com o governo é frear o que está chamando de "abertura comercial unilateral", isto é, a redução de tarifas de importação, que aumentaria a competitividade de máquinas importadas no mercado brasileiro. A associação quer uma abertura gradual. A redução das alíquotas de importação, não apenas para o setor da ABIMAQ, é uma promessa de Guedes.

Fonte: E&P Brasil

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04 - Máquinas


As fabricantes de máquinas e equipamentos devem investir R$ 2,7 bilhões em 2019, montante 30,1% superior ao montante investido em 2018, estima a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), a partir de pesquisa feita com associados.

Fonte: Jornal do Comércio – RS

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05 - Cotrijal espera R$ 2,7 bilhões em negócios na Expodireto 2019


Expodireto deve gerar R$ 2,7 bilhões em negócios na feira de 2019. Foi o que afirmou Nei César Mânica, presidente da Cotrijal, cooperativa que organiza o evento, no lançamento da 20ª edição, nesta segunda-feira (11/2), em Porto Alegre, com transmissão via internet. A feira será entre 11 e 15 de março, em Não-me-toque (RS).

Se o número for confirmado, será um crescimento de 22,33% em relação ao evento de 2018 (R$ 2,207 bilhões). "O desenvolvimento rural passa pelo aumento da produtividade. Nosso desafio é acompanhar o desenvolvimento tecnológico e selecionar o que agrega valor", disse Mânica, em discurso.

No ano passado, embora celebrasse 4% de crescimento na feira, a organização avaliou que o desempenho poderia ter sido melhor, não fossem as incertezas no crédito rural. Na época, em função da queda na taxa Selic, hoje em 6,5% ao ano, o setor reivindicava redução de taxas dos financiamentos, posição defendida também pelo então ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

Neste momento, um dos principais pontos indefinição está no Moderfrota, a principal linha de crédito para máquinas equipamentos no Brasil. O Plano Agrícola e Pecuário 2018/2019 reservou R$ 8,9 bilhões para o programa entre julho de 2018 e junho deste ano. Só de julho a dezembro de 2018, foram liberados R$ 5,26 bilhões, a taxas de juros que variam de 7,5% a 9,5% ao ano.

A possibilidade de zerar o cofre do Moderfrota levou a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) a pedir ao governo federal um aporte de R$ 3 bilhões ao programa. Em documento, em janeiro, a entidade afirmava que o montante é suficiente para atender a demanda só até março.

Nesta segunda-feira (11/2), o presidente da Cotrijal, garantiu, no entanto, que essa situação não afeta as expectativas de crescimento no volume negociado na Expodireto 2019. As oito instituições financeiras que estarão no evento, além dos bancos próprios dos fabricantes, já sinalizaram ter o suficiente para atender a toda a demanda necessária.

"Vai ter recursos suficientes para atender toda a demanda necessária. Passa de R$ 4 bilhões disponíveis", ressaltou. "Nossa expectativa não está condicionada à liberação do Moderfrota. Depois da Expodireto, provavelmente acabarão os recursos, há outras grandes feiras no Brasil e o setor de máquinas precisa desse aporte. Tenho certeza de que o presidente entenderá essa necessidade porque é o agronegócio que vem sustentando a balança comercial", acrescentou Mânica, em conversa com jornalistas depois da cerimônia.

Reforçando seu otimismo, o presidente da Cotrijal avaliou que o empresariado está mais otimista em relação aos rumos da economia brasileira e mais disposto a investir. Destacou como sinal positivo o resultado do Show Rural Coopavel, na semana passada, em Cascavel (PR), de R$ 2,2 bilhões em negócios.

"O produtor vinha, nos últimos dois anos, com um ressentimento de incerteza, porque não sabia se investia ou guardava recursos ou produção. Agora, com uma clareza maior de como pode se comportar a economia, os empresários estão fazendo projetos", disse ele.

A Expodireto Cotrijal deve receber um público entre 250 mil e 270 mil pessoas, nas estimativas da organização. Os mais de 500 expositores devem ter contato com representantes de cerca de 70 países. Os planos são de aumentar o tamanho do evento nos próximos anos. A Cotrijal adquiriu mais 14 hectares de área, que serão somados aos atuais 84 utilizados na exposição.

"Não vamos falar no curto prazo, mas, agora temos condições de pensar em uma ampliação", afirma o presidente da Cotrijal. Segundo ele, cerca de 200 empresas estão em uma espécie de lista de espera por um espaço na exposição. "Procuraremos fazer com muito critério e seleção", acrescentou.

Incentivos

Questionado sobre a possibilidade de redução dos subsídios ao crédito rural, Nei Mânica pontuou ter pedido ao governo que não mude as regras de financiamento de longo prazo e que o incentivo ao setor não é um benefício, mas uma necessidade. Argumentou ainda que é preciso clareza nas condições. E defendeu que as atuais taxas de juros nos financiamentos estão elevadas em relação à taxa básica da economia.

"Anos atrás, o juros era mais barato. Hoje, o setor produtivo paga o dobro do que realmente é com a inflação. É um juro muito elevado. Não acreditamos que vá haver redução, mas não acreditamos que há espaço para aumentar neste ano. É preciso incentivar o setor com recursos, seguro", afirmou, argumentando que o produtor deve aproveitar oportunidades enquanto ainda há juros fixos no crédito de longo prazo.

Concessões

Durante a cerimônia, o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), ressaltou o cenário de crise nas finanças do Estado e a necessidade de reduzir os custos da máquina administrativa. E afirmou que está preparando uma agenda de reformas estruturais e um programa de privatização das empresas estatais, entre elas, as mineração, gás e energia elétricas.

Leite informou também que, ainda neste primeiro semestre, prevê lançar os primeiros editais de concessões de rodovias no Estado. "O Estado não tem capacidade de fazer sozinho os investimentos em infraestrutura. É preciso buscar as parcerias com o setor privado", afirmou.

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Fonte: Globo Rural

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06 - Expodireto tem expectativa de R$ 2,7 bilhões em negócios


Lançada ontem, a 20ª edição da Expodireto Cotrijal, de Não-Me-Toque, começa no dia 11 de março com a expectativa de comercializar R$ 500 milhões a mais do que na edição passada, alcançando R$ 2,7 bilhões em negócios. O otimismo de Nei César Mânica, presidente da Cotrijal, que organiza o evento, independe da ampliação dos recursos do Moderfrota em mais R$ 3 bilhões, como vem pleiteando o setor, já que outros fatores positivos influenciando novas aquisições. O recurso extra, porém, seria uma garantia a mais para alcançar a cifra recorde.

Os R$ 8,9 bilhões liberados pelo governo dentro do Moderfrota com juros entre 7,5% e 9,5% já estão perto do acabar. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) projeta que até o final de março pode não haver mais dinheiro suficiente disponível nesta linha de financiamento, e, por isso, diferentes entidades devem se reunir com o Ministério da Agricultura na próxima semana. Mânica ressalta, no entanto, que o conjunto de bancos presentes no evento estará ofertando um total de mais de R$ 4 bilhões em crédito.

O presidente da Cotrijal, que investiu cerca de R$ 8 milhões na feira, avalia que independentemente da ampliação dos recursos, e mesmo com a crise vivida pelo setor de arroz e leite no Estado, a edição de 20 anos da feira promete números elevados. Como a produção de milho foi bem neste ano e o produtor de soja, em boa parte, está capitalizado, ele avalia que muitos aproveitarão para renovar o maquinário após as incertezas dos últimos dois anos, com a crise brasileira e cenário político complicado represando investimentos. Agora, empresas e produtores estão tirando projetos da gaveta e substituindo equipamentos.

O presidente da Cotrijal avalia ainda que, com a sinalização do governo federal de que poderá deixar de adotar os juros fixos e mudar para juros flutuantes, a recomendação é para que compras necessárias sejam feitas agora. "Ninguém vai pegar financiamento a longo prazo sem saber o custo futuro. Estamos pagando acima da Selic, que hoje está em 6,5%, e chegamos a pagar 9% agora. Já chegamos a pagar 8% quando a Selic estava em 14%. Ou seja, não há mais subsídio", argumenta Mânica.

Para o presidente do Sindicato das Indústrias de Máquinas e Implementos Agrícolas (Simers), Cláudio Bier, a falta de suplementação no Moderfrota pode afetar as vendas na Expodireto e retrair a projeção de alcançar R$ 2,7 bilhões em negócios em 2019. Produtores e fabricantes de máquinas também prometem fazer da feira um palco para diferentes reivindicações, aproveitando o início dos novos governos estadual e federal. "Temos de começar logo as negociações para o próximo Plano Safra, para reverter uma possível elação dos juros, como vem sinalizando o governo", alerta Bier.

Apesar de também estar preocupado com uma possível elevação de juros nas linhas de crédito para o para o próximo Plano Safra, o que pode levar produtores a acelerar as compras até junho, Mânica diz ter esperanças de que a elevação das taxas não ocorra. O presidente da cooperativa espera que o governo federal faça um anúncio durante a Expodireto sobre o assunto, acalmando o setor e dando segurança sobre o futuro. "O governo sinalizou que sabe a importância do setor, fundamental para o equilíbrio da balança comercial. Em vez de reduzir recursos, tem que incentivar, como fazem os países desenvolvidos. Não é um benefício, é uma necessidade", defenda Mânica. Para a abertura da feira, no dia 11 de março, os organizadores esperam contar com a presença da ministra da Agricultura, Theresa Cristina, e do vice-presidente Hamilton Mourão.

O governador Eduardo Leite prometeu que dará apoio ao setor melhorando a infraestrutura gaúcha por meio de Parcerias Público-Privadas e concessões de estradas. "No primeiro semestre devemos ter os primeiros editais de concessões rodoviárias. Estamos identificando estradas estaduais e federais que possam receber investimentos privados, em interação com o Ministério de Infraestrutura", afirma Leite, que prometeu anunciar em breve investimentos na ERS-142, importante rota de escoamento da safra no Norte do Estado.

Onde: Não-Me-Toque, no Norte do Estado,
Quando: de 11 a 15 de março, no Parque de Exposições da Cotrijal (ERS--142, km 24);
Expositores: mais de 500 empresas espalhadas em 98 hectares (o parque ganhou 14 hectares a mais neste ano prevendo futuras ampliações);
Visitantes esperados: entre 250 mil e 270 mil;
Algumas atrações: Troféu Brasil Expodireto (na noite de 10 de março, antes da abertura do parque, no dia 11), 15° Fórum Estadual do Leite, o 11° Fórum Nacional do Milho, o 12° Fórum Florestal do Rio Grande do Sul, o 4° Fórum Solos e Água, Troféu Semente de Ouro, Encontro de Empresárias Rurais Cotrijal/Bayer, Fórum Internacional Jovem Cooperativista, Fórum da Cultura do Trigo, Fórum Soja Brasil e Audiência Pública da Comissão de Agricultura do Senado.

Fonte: Jornal do Comércio – RS, Fonte Central de Notícias

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07 - Feira Plástico Brasil oferece mais de 80 horas de seminários, palestras e workshops


Em sua segunda edição, a Plástico Brasil 2019 - Feira Internacional do Plástico e da Borracha, de 25 a 29 de março, no São Paulo Expo, se consolidou como o maior evento do setor na América Latina.

Aliada à realização de negócios e às inovações apresentadas por mais de 600 marcas expositoras nacionais e internacionais, a feira contribui para o desenvolvimento comercial, tecnológico e profissional da cadeia do plástico e da borracha por meio de uma programação técnica com mais de 80 horas.

São seminários, palestras e workshops, a maioria deles gratuita, ministrados por especialistas brasileiros e estrangeiros, autoridades, empresários e instituições de ensino. Confira as atrações confirmadas até o momento.

SMED (Single Minute Exchange of Die)

Diminuir o tempo de setup para melhorar a produtividade tem sido um dos grandes desafios da atividade industrial nas últimas décadas. Fiel à proposta de contribuir para a capacitação e o desenvolvimento tecnológico dos transformadores e demais elos da cadeia do plástico e da borracha, a Plástico Brasil 2019, em parceria com as empresas Staubli e Romi, apresenta a nova versão do espaço "SMED - Single Minute Exchange of Die - Troca Rápida de Moldes", presente desde a edição inaugural, em 2017.

No SMED (metodologia que tem como objetivo a redução do tempo de setup para menos de 10 minutos) demonstrado neste ano e inédito na América Latina, os visitantes poderão assistir ao vivo uma máquina realizando a troca de moldes de maneira totalmente automatizada, sem interação humana.

ABC 2019 - 1° ABINFER BUSINESS CENTER

Novidade desta edição, o espaço criado em parceria com a ABINFER (Associação Brasileira da Indústria de Ferramentais) é dedicado exclusivamente aos fabricantes de moldes. O ABC 2019 - 1° ABINFER BUSINESS CENTER oferece uma solução completa aos visitantes ao reunir produtos, apresentados por 12 empresas, e conhecimento, transmitido em palestras e workshops num auditório exclusivo ao longo de toda a feira. Dada a importância estratégica que os moldes, matrizes e ferramentas ocupam no processo industrial do plástico e da borracha, o ABINFER BUSINESS CENTER vai representar um ponto de encontro de realização de negócios, networking e inovação para todo o setor.

VDI ROADSHOW

Com o tema VDI Roadshow: Hot to apply german guidelines and standards successfully in Brazil ("Como aplicar as diretrizes e padrões alemães com sucesso no Brasil"), o evento é organizado pela a VDI Brasil (Associação de Engenheiros Brasil - Alemanha), em parceria com a VDMA (Associação Alemã de Fabricantes de Máquinas e Instalações Industriais). A participação se dá mediante pagamento e as inscrições estarão disponíveis em breve no endereço: http://www.vdibrasil.com/eventos/roadshow-vdi-na-plastico-brasil/
PETtalk 2019.

Realizado pela ABIPET (Associação Brasileira da Indústria do PET), é o maior encontro do ano para o setor de embalagens PET. Durante dois dias, serão apresentadas e debatidas as novas tecnologias, cenários e temas atuais desta indústria.

PARQUE DE IDEIAS

O projeto promove a aproximação entre universidades e o setor produtivo, fator preponderante para o desenvolvimento tecnológico - e, por extensão, econômico e social - dos países industrializados. Neste espaço, onde o conhecimento é o maior objetivo, algumas das maiores instituições de ensino do Brasil apresentam seus projetos de inovação e ministram palestras sobre temas relevantes e estratégicos para a indústria do plástico e da borracha. 

Escolas técnicas e empresas expositoras que desenvolvem e utilizam soluções inovadoras para a indústria também têm presença garantida na grade de palestras. Neste ano, dois temas receberão atenção especial: Design de Embalagens e Reciclagem & Sustentabilidade.

PLÁSTICO BRASIL

Uma iniciativa da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, ABIQUIM - Associação Brasileira da Indústria Química e Informa Exhibitions, a feira vai reunir mais de 600 marcas nacionais e internacionais - de 13 países como Alemanha, Argentina, Áustria, China, Estados Unidos, Hungria, Índia, Itália, México, Portugal, Taiwan, Turquia e Suíça - que representam os setores de máquinas, equipamentos e acessórios, matérias-primas e resinas, moldes e porta moldes, automação industrial e robótica, periféricos, entre outros produtos, serviços e soluções.

São esperados mais de 45 mil visitantes, entre transformadores de plástico, compradores e demais profissionais das indústrias da borracha, construção civil, alimentos e bebidas, embalagens, automóveis e autopeças, perfumaria, higiene e limpeza, farmacêuticos, entre outros, que vislumbram na Plástico Brasil a melhor oportunidade para se modernizar e competir num mercado em ascensão.

Ao lado dos negócios, conhecimento e relacionamento, a Sustentabilidade é um dos pilares da Plástico Brasil 2019. A feira vai destacar uma série de ações que vão não só colaborar com a preservação do meio ambiente, mas também inspirar os fornecedores, transformadores e demais visitantes profissionais a replicarem tecnologias ambientalmente corretas em seus negócios.

O credenciamento é gratuito e já ser feito no site da feira: https://www.plasticobrasil.com.br/pt/credenciamento.html.

REALIZAÇÃO

ABIMAQ - A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos representa cerca de 7.500 empresas dos mais diferentes segmentos fabricantes de bens de capital mecânicos, cujo desempenho tem impacto direto sobre os demais setores produtivos nacionais e está estruturada nacionalmente com a sede em São Paulo, nove regionais e um Escritório Político em Brasília. Muito além da representação institucional do setor, a ABIMAQ tem a sua gestão profissionalizada e as suas atividades voltadas para a geração de oportunidades comerciais para as suas associadas, realizando ações junto às instâncias políticas e econômicas, estimulando o comércio e a cooperação internacionais e contribuindo para aprimorar seu desempenho em termos de tecnologia, capacitação de recursos humanos e modernização gerencial.

A ABIQUIM - Associação Brasileira da Indústria Química é uma entidade sem fins lucrativos fundada em 16 de junho de 1964, que congrega indústrias químicas de grande, médio e pequeno portes, bem como prestadores de serviços ao setor químico nas áreas de logística, transporte, gerenciamento de resíduos e atendimento a emergências. A associação realiza o acompanhamento estatístico do setor, promove estudos específicos sobre as atividades e produtos da indústria química, acompanha as mudanças na legislação e assessora as empresas associadas em assuntos econômicos, técnicos e de comércio exterior. A entidade ainda representa o setor nas negociações de acordos internacionais relacionados a produtos químicos.

Fonte: EAE Máquinas

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Comércio Internacional

01 - China diz que crescimento do consumo deve desacelerar ainda mais neste ano


O crescimento do consumo na China "muito provavelmente" deve desacelerar ainda mais este ano com o esfriamento da economia, disse o Ministério do Comércio nesta terça-feira, destacando os riscos crescentes que a segunda maior economia mundial vem enfrentando na guerra comercial com os Estados Unidos.

As autoridades chinesas já anunciaram uma série de medidas de apoio para moderar os efeitos da disputa comercial sobre as empresas e investimentos, além de contarem com o grande número de consumidores do país para amortecer uma desaceleração econômica mais ampla.

"As contradições e os riscos acumulados de médio a longo prazo através do desenvolvimento econômico vão se tornar mais proeminentes em 2019", disse Wang Bin, autoridade do Ministério do Comércio, a repórteres. "A pressão do mercado consumidor aumentará e o crescimento do consumo deverá desacelerar ainda mais.

"Wang disse que a suavidade nas vendas no varejo no ano passado, que registrou um crescimento médio de 9 por cento, ritmo mais lento em 15 anos, ocorreu devido à fraqueza "periódica" nas vendas de carros e gastos relacionados à habitação, embora outras categorias continuem apresentando crescimento "relativamente normal". As vendas no maior mercado de automóveis do mundo diminuíram pela primeira vez desde a década de 1990.O crescimento das vendas no varejo durante o recém-encerrado feriado do Ano Novo Lunar caiu para o menor ritmo desde 2011, já que os consumidores continuam a ser cautelosos conforme a economia desacelera.

No entanto, Wang fez um alerta sobre os excessivamente pessimistas sobre o setor de varejo, dizendo que as medidas de apoio monetário do governo devem amortecer a desaceleração.

Fonte: Reuters

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02 - Clima da América Latina avança com melhora das expectativas no Brasil


O clima econômico da América Latina melhorou neste início de ano, impulsionado pelo avanço das expectativas no Brasil, diante da possibilidade de encaminhamento da reforma da Previdência Social ao longo de 2019.

Contudo, a pesquisadora associada do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE), Lia Valls, comenta que haverá mais clareza da sustentabilidade deste indicador em abril, data em que a instituição fará uma nova pesquisa sobre o tema. “Se até abril nada for encaminhado em termos de reformas fiscais, as expectativas do mercado financeiro podem se deteriorar”, diz Valls.

O Indicador Ifo/FGV de Clima Econômico (ICE) da América Latina – elaborado pela FGV e Instituto alemão Ifo – avançou pelo segundo trimestre consecutivo ao passar de 10,7 pontos negativos para 9,1 pontos negativos entre outubro de 2018 e janeiro de 2019. O Brasil puxou o resultado e foi um dos poucos países a registrar melhora na sondagem. O Indicador de Clima Econômico (ICE) do Brasil avançou de 33,9 pontos negativos em outubro de 2018 para 3,6 pontos positivos em janeiro de 2019. Essa recuperação é explicada pelo aumento de 240% do indicador de expectativas (IE), de 25,9 para 88 pontos. Já o Indicador da Situação Atual (ISA) do Brasil saiu de 77,8 pontos negativos para 56 pontos também negativos.

Período adverso Segundo Valls, a melhora do ICE da América Latina está dependendo mesmo do Brasil, tendo em vista o ambiente adverso da região. Ela destaca, por exemplo, o México, país onde o ICE despencou (de -3,9 para -41,9), em meio à piora das perspectivas do mercado em relação ao governo de esquerda de Andrés Manuel López Obrador e dos possíveis impactos de uma eventual desaceleração da economia dos Estados Unidos (EUA).

Já em relação ao Chile, Valls comenta que o processo de revisão da previdência do país tem provocado incertezas. Apesar do ICE chileno ter recuado de 44,4 pontos para 13,6 pontos, o indicador continua no positivo. Por outro lado, a pesquisadora da FGV diz que houve melhora no indicador de expectativas da Argentina (de 28,6 pontos a 35,7 pontos), em decorrência do pacote de ajuda acertado junto ao Fundo Monetário Internacional (FMI), e da expectativa de que o presidente argentino Mauricio Macri seja reeleito nas eleições de outubro deste ano.A situação atual do país, por sua vez, continua negativa em 78,6. Em relatório, o Ibre destacou que toda a região acompanha o caso da Venezuela, que poderá impactar as expectativas dos seus vizinhos. No ICE, o país marca o mínimo possível (-100 pontos) nas expectativas e na situação atual.

Fonte: DCI

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03 - Representante de Comércio dos EUA chega a Pequim para negociações comerciais


O Representante de Comércio dos Estados Unidos, Robert Lighthizer, chegou a Pequim na terça-feira para negociações comerciais de alto nível marcadas para esta semana buscando chegar a um acordo comercial com a China antes do prazo de 1 de março.

Após essa data, as tarifas dos EUA sobre 200 bilhões de dólares em importações chinesas vão aumentar para 25 por cento, de 10 por cento.Lighthizer não respondeu às perguntas dos repórteres ao chegar a um hotel na capital chinesa.

Ele e o secretário do Tesouro, Steven Mnuchin, terão discussões na quinta e sextaS-feiras com o vice-premiê chinês, Liu He, principal assessor econômico do presidente Xi Jinping.

Fonte: Reuters

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04 - Balança comercial registra superávit de US$ 1,06 bilhão na parcial de fevereiro


O Ministério da Economia informou nesta segunda-feira (11) que a balança comercial registrou superávit de US$ 1,06 bilhão nas duas primeiras semanas de fevereiro.
Quando as exportações superam as importações, o resultado é de superávit. Quando acontece o contrário, o resultado é de déficit.

De acordo com o governo federal, na parcial de fevereiro, as exportações somaram US$ 4,865 bilhões (queda de 16,2% na comparação com fevereiro de 2018). As importações, ainda segundo o governo, totalizaram US$ 3,795 bilhões (queda de 21% na mesma comparação).

Nas exportações, houve queda nas vendas de produtos manufaturados (-27,5%) e semimanufaturados (-12,1%). Já as exportações de produtos básicos cresceram 0,6%.

Nas importações, recuaram os gastos com combustíveis e lubrificantes (-38%), veículos automóveis e partes (-26,6%), instrumentos médicos de ótica e precisão (-16,3%), equipamentos mecânicos (-6,2%) e equipamentos eletroeletrônicos (-4,9%).

De acordo com o governo federal, no acumulado de 2019, até 10 de fevereiro, a balança comercial registrou superávit de US$ 3,262 bilhões. 

O saldo positivo, contudo, é 40,1% inferior ao registrado no mesmo período do ano passado (US$ 5,448 bilhões).

No acumulado deste ano, as exportações somaram US$ 23,444 bilhões, com média diária de US$ 837 milhões (queda de 0,3% sobre o mesmo período do ano passado).

As importações totalizaram US$ 20,182 bilhões no acumulado de 2019, ou US$ 720 milhões por dia útil (aumento de 10,6% em relação ao mesmo período de 2018).

Resultado da balança

No ano passado, a balança comercial registrou superávit de US$ 58,3 bilhões.

Com isso, o saldo positivo, assegurado principalmente pela exportação de produtos básicos, ficou 13% abaixo do de 2017.

A expectativa do mercado financeiro para este ano é de nova queda do saldo comercial. Segundo pesquisa realizada pelo Banco Central na semana passada, a previsão para 2019 é de um saldo positivo de US$ 51 bilhões nas transações comerciais do país com o exterior.

O Banco Central, por sua vez, prevê um superávit da balança comercial de US$ 38 bilhões para este ano, com exportações em US$ 250 bilhões e importações no valor de US$ 212 bilhões.
Para a Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), o superávit da balança comercial será menor ainda neste ano: de US$ 32 bilhões.

Fonte: G1

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Conjuntura

01 - Varejo de SP tem em 2018 maior saldo de empregados desde 2014, diz FecomercioSP


Considerado pelos economistas como um dos setores mais dinâmicos da economia, o comércio varejista, só no Estado de São Paulo, gerou 3.965 formais em dezembro - melhor número da série histórica. No acumulado de 2018, o saldo de empregos criados no comércio paulista ficou positivo em 12.539 vagas - melhor desempenho anual desde 2014. Os dados são da Pesquisa de Emprego no Comércio Varejista do Estado de São Paulo (Pesp-Varejo) que a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).

O saldo de vagas criadas em dezembro, de acordo com a entidade, marcou o quinto mês consecutivo no território positivo e resultou das contratações de 74.426 trabalhadores e do desligamento de 70.461 empregados. "Foi o melhor saldo para dezembro desde 2007, quando se iniciou a série histórica", afirmam os técnicos da FecomercioSP.Com desempenho de dezembro, o setor encerrou o mês com um estoque ativo de 2.101.748 vínculos empregatícios, o maior nível de empregos desde janeiro de 2016, anotando leve alta de 0,6% em relação a dezembro de 2017.No comparativo anual, seis das nove atividades analisadas apontaram crescimento do estoque de empregados em relação a dezembro de 2017, com destaque para os segmentos de farmácias e perfumarias, com 2,5%, e de eletrodomésticos, eletrônicos e lojas de departamentos, com 1,8%. Por outro lado, os setores de lojas de vestuário, tecidos e calçados, com queda de 0,6%, e de materiais de construção, com recuo de 0,5%, sofreram as maiores quedas.

Recuperação

De acordo com a assessoria econômica da FecomercioSP, o varejo paulista segue retomando as vagas perdidas no período de crise, entre 2015 e 2016, quando houve um saldo negativo de 106 mil postos de trabalho com carteira assinada.

Além entidade projetava, para o terceiro trimestre, a criação de 5 mil vagas. Mas foram abertas 12,5 mil.

Segundo a FecomercioSP, a expectativa é de que esse processo de recuperação das vagas perdidas continue em 2019, visto que o desempenho dos indicadores de confiança e das vendas do setor já apresentaram melhoras em 2018: inflação e juros baixos e a própria queda do desemprego. "Isso proporcionará um cenário mais atrativo para criação de novos vínculos", acreditam os dirigentes da entidade.

Fonte: O Estado de São Paulo

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02 - Ata: projeção para IPCA 2019 no cenário de mercado é de 3,9%, como no comunicado


A ata do último encontro do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, divulgada na manhã desta terça-feira, 12, indicou que a projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2019 no cenário de mercado está em 3,9%. Já a projeção para 2020 é de 3,8%.

Estes são os mesmos valores citados no comunicado que acompanhou a decisão do colegiado, na semana passada, quando a Selic (a taxa básica de juros) foi mantida em 6,50% ao ano pela sétima vez consecutiva. O cenário de mercado utiliza como referência as projeções do Relatório de Mercado Focus para a Selic e o câmbio. Na ata do encontro anterior do Copom, ocorrido em dezembro, as projeções do cenário de mercado estavam em 3,9% para 2019 e 3,6% para 2020.

Cenário de referência

Na ata agora divulgada, o BC indicou ainda que a projeção para o IPCA de 2019 no cenário de referência está, também, em 3,9%. A projeção para 2020 é de 4,0%. Estes também são os mesmos valores citados no comunicado que acompanhou a decisão do colegiado, na semana passada. O BC formulou seu cenário de referência tendo como base a Selic constante em 6,50% ao ano e uma taxa de câmbio de R$ 3,70. Este valor para o câmbio teve como base a cotação média para a moeda americana observada nos cinco dias úteis encerrados na sexta-feira anterior à reunião do Copom (1º de fevereiro).

Na ata do encontro de outubro, as projeções do cenário de referência estavam em 3,7% para 2019 e 4,0% para 2020. O centro da meta de inflação perseguida pela instituição este ano é de 4,25%, com margem de tolerância de 1,5 ponto porcentual (inflação entre 2,75% e 5,75%). No caso de 2020, a meta é de 4%, com margem de 1,5 ponto (taxa de 2,5% a 5,5%). Já a meta para 2021 é de 3,75%, com margem de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%). No Relatório de Mercado Focus publicado nesta segunda-feira, 11, as instituições financeiras projetaram inflação de 3,87% em 2019 e 4,00% em 2020.

Preços administrados

Na ata agora divulgada, o Banco Central manteve suas projeções para a alta dos preços administrados em 2019. Para este ano, o índice calculado continuou em 5,1% no cenário de mercado. No caso do próximo ano, o porcentual foi de 3,9% para 4,7%. As estimativas anteriores constavam na ata do encontro de dezembro do Copom. No cenário de referência, que utiliza como parâmetros taxa de câmbio constante a R$ 3,70 e juros constantes a 6,50% ao ano, a projeção para a alta dos preços administrados em 2019 passou de 5,2% para 5,1%. No caso de 2020, foi de 4,0% para 4,5%.

O Focus indicou nesta segunda-feira que a estimativa para 2019 no mercado financeiro é de elevação de 4,89% dos administrados. Para 2020, a expectativa está em 4,30%. As projeções para os preços administrados ajudaram a formar a base para que o colegiado mantivesse na semana passada a Selic em 6,50% ao ano. 

Riscos inflacionários

O Banco Central (BC) voltou a registrar nesta manhã, por meio da ata do último encontro Copom, o rebalanceamento dos riscos em seu cenário básico de inflação. Assim como havia feito no comunicado da semana passada, o colegiado citou que, desde o encontro de dezembro, "especialmente quanto ao cenário externo, houve arrefecimento dos riscos inflacionários".

O BC voltou a pontuar que, em seu cenário básico, existem fatores de risco em ambas as direções: a desinflacionária e a inflacionária. No primeiro caso, o BC repetiu que "o nível de ociosidade elevado pode produzir trajetória prospectiva abaixo do esperado".

No caso dos riscos inflacionários, o BC repetiu que "uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira pode afetar prêmios de risco e elevar a trajetória da inflação no horizonte relevante para a política monetária". Além disso, a instituição lembrou que o risco ligado às reformas "se intensifica no caso de deterioração do cenário externo para economias emergentes".

O BC afirmou ainda que a assimetria entre os riscos desinflacionários e inflacionários permanece, sendo que os maiores pesos seguem com os riscos ligados às reformas e ao cenário externo.

Fonte: Reuters

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Industria

01 - Otimistas, 73% dos industriais pretendem elevar produção


Os industriais paulistas estão otimistas com o horizonte de negócios em 2019, revela pesquisa da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) com mais de 500 executivos do setor. Conforme o levantamento, 72,9% estão otimistas em relação ao ano e pretendem aumentar a produção. Em 2018, a parcela de empresários otimistas era menor, de 60,9%.

A decisão de aumentar a produção ainda no primeiro semestre foi citada por 68,2% dos industriais consultados. Do total, 67,2% esperam ampliar as vendas no mercado interno e 51,3% acreditam que irão aumentar suas exportações. "Essa percepção positiva está em todos os setores da economia. Agora, cabe a nós, sociedade e governo, arregaçarmos as mangas e tornar realidade esse otimismo", afirma o presidente da Fiesp, Paulo Skaf. Em relação à contratação de novos profissionais, 41,2% pretende aumentar o quadro de funcionários na primeira metade do ano, no melhor patamar desde 2011. Por tamanho, 44,8% das pequenas pretendem ampliar o quadro de empregados, ante 31,1% das indústrias médias e 37,9% das grandes.

Os industriais se mostraram otimistas com as perspectivas econômicas do País, a partir de um novo governo. Expressivos 92,4% dos consultados esperam aprovação da reforma da Previdência, com 60,9% já neste ano. Fé no governo Ao mesmo tempo, 89,1% acredita que o governo implementará uma reforma tributária, com 71% apostando em aprovação já em 2019 ou 2020. Neste critério, ampla maioria (93,6%) avalia que o governo não aumentará a carga tributária, mesmo diante de sérias dificuldades fiscais do País.

O custo do crédito deverá ser reduzido, conforme avaliação de 87,9%, enquanto outros 75,8% esperam que o governo mantenha o BNDES como importante catalisador do aumento da atividade industrial. Os industriais ainda esperam aumento dos incentivos para investimentos (62,1%), à inovação e ao desenvolvimento tecnológico (63,0%), além da criação de uma nova política industrial (64,0%).

Fonte: DCI

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Setor

01 - Petrobras eleva em 1,01% preço médio da gasolina nas refinarias, para R$ 1,5232


A Petrobras anunciou alta de 1,01% no preço médio do litro da gasolina A sem tributo nas refinarias, válido a partir desta terça-feira, 12, para R$ 1,5232. Além disso, a estatal manteve o preço do diesel, em R$ 2,0005, conforme tabela disponível no site da empresa. Os preços dos dois combustíveis serão mantidos nesta quarta-feira, 13, segundo a estatal.

Em dezembro, a Petrobras anunciou um mecanismo de proteção complementar em que ela pode alterar a frequência dos reajustes diários do preço do diesel no mercado interno em momento de elevada volatilidade, podendo mantê-lo estável por curtos períodos de tempo de até sete dias, "conciliando seus interesses empresariais com as demandas de seus clientes e agentes de mercado em geral". Já o hedge da gasolina, que passou a ser adotado em setembro, permite à empresa manter os valores estáveis nas refinarias por até 15 dias.

Fonte: O Estado de São Paulo

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