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Edição 22383 de 07/04/2021

Destaque

01 - Comércio de máquinas e equipamentos cresce 18% em fevereiro


No acumulado de 2021, as vendas cresceram 27,4% frente ao primeiro bimestre do ano passado. Setor tem apresentado tendência de crescimento desde abril de 2020.

No que diz respeito ao mercado externo, o setor exportou, em fevereiro, US$ 599,5 milhões em equipamentos, montante 24,3% inferior ao registrado no mesmo período de 2020.

Conforme dados divulgados pela Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), as vendas de máquinas e equipamentos totalizaram em fevereiro R$ 13,8 bilhões, valor 18% superior ao registrado no mesmo mês de 2020. No acumulado de 2021, as vendas cresceram 27,4% frente ao primeiro bimestre do ano passado.

Segundo o presidente executivo da Abimaq, José Velloso, desde abril de 2020, a indústria de máquinas tem apresentado uma tendência constante de crescimento.

Apesar disso, a expansão acontece a partir de um patamar baixo. `Nós ainda estamos 22% abaixo do que era a média de 2010 a 2013`, compara. `Nos últimos cinco anos a taxa de investimento no Brasil é muito pequena`, acrescenta.

No que diz respeito ao mercado externo, o setor exportou, em fevereiro, US$ 599,5 milhões em equipamentos, montante 24,3% inferior ao registrado no mesmo período de 2020. Para José Velloso, as exportações estão prejudicadas pelo desarranjo provocado pela pandemia, que reduziu as rotas de comércio e tem dificultado até a distribuição de contêineres.

Com relação ao número de postos de trabalho, na indústria de bens de capital, houve crescimento de 10,6% em fevereiro frente ao mesmo mês do ano passado, com 337,7 mil pessoas empregadas.

Para 2021, a previsão da Abimaq é de que o setor de bens de capital registre uma alta de 13%. Esse crescimento deve ser puxado por setores que têm apresentado grande atividade nos últimos meses, como o de infraestrutura, saneamento básico e energia.

Fonte: Revista Ferramental, GPA LogNews, Diário do Acionista

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02 - Os desafios da agricultura do futuro


Artigo escrito por João Marchesan, administrador de empresas, empresário e presidente do Conselho de Administração da ABIMAQ –Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos.

Estamos vivendo um novo momento da agricultura com as máquinas agrícolas se modernizando cada vez mais, ou seja, com máquinas autônomas que serão totalmente movidas a energia elétrica em um futuro bem próximo, construindo assim para diminuição da poluição.

Além das máquinas, nós temos muito mais tecnologia de todos os implementos para o preparo do solo a fim de que o agricultor tenha mais economicidade, eficiência, produtividade na distribuição dos fertilizantes e na deposição das sementes. Tudo isso aliado a uma agricultura de precisão que tem feito a diferença dentro daquilo que nós chamamos de agricultura 4.0 e a quarta revolução agrícola.

Essas tecnologias mudam a forma de como encaramos o processo de produção, abrindo novos mercados e gerando melhores produtos e oportunidades. Isso explica boa parte dos bons resultados colhidos pelo agronegócio brasileiro.

Além disso, a evolução 4.0 pressupõe vários benefícios entre eles os financeiros e esta é a alavanca que deve acelerar a adoção das novas tecnologias. Esta revolução propicia gestão de grande volume de dados e desenvolvimento de sistemas de informação de apoio à tomada de decisão, e também máquinas cada vez mais flexíveis, adaptáveis, autônomas e inteligentes, com leitura ambiental em tempo real e respostas imediatas. Tudo isto irá melhorar a eficiência dos processos, nas dimensões mecânica/eletrônica, agronômica e financeira, resultando em ganhos de produtividade e melhoria nos aspectos de sustentabilidade no campo.

Apesar desse progresso, nós temos que entender que hoje no Brasil tem aproximadamente um 1,2 milhão de máquinas agrícolas e metade delas têm mais de 10 anos de idade e isso implica dizer que nós precisamos renovar o nosso parque o mais rápido possível. O agricultor hoje com mais renda, com condições de financiamentos que necessita pode modernizar esse parque o mais rápido possível para dar uma evolução tecnológica do que eles precisam.

Outro aspecto que impacta o avanço do agro 4.0 é a questão da conectividade no campo que é ainda o grande gargalo e pode ser solucionado com a liberação de redes Rede LPWAN (LoRa , SigFox, Ingenu, NB-IoT, LTE-M ), satélites, ampliadores de sinal e banda de 450 mhz e a implementação de faixas privadas de 5G.

A falta de acesso à internet é uma restrição ao processo de envio de dados para nuvens. Mesmo o agricultor podendo armazenar os dados nas próprias máquinas e depois descarregar nos pontos de internet nas sedes das fazendas, porém ao optar por essa alternativa o produtor perde o benefício dos dados online em tempo real.

Para se ter uma ideia dessa realidade, o Censo Agropecuário de 2017, elaborado pelo Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que o Brasil tem 5,07 milhões de estabelecimentos rurais e 71,8% desses não têm acesso à internet (3,64 milhões de propriedades). Já estudo do AgroHUB mostrou que apenas 14% das propriedades rurais têm alguma cobertura para internet. Então fica o desafio para todos nós de como ampliar a conectividade no campo.

Outro grande desafio na modernização no campo para o uso adequado destas tecnologias é a capacitação ou educação na utilização de todas as ferramentas que estão disponíveis para os produtores. Esta capacitação é necessária em várias frentes, iniciando pelo gestor ou proprietário da fazenda que deve ter conhecimento das inovações e disposição para aplicá-la na propriedade. Os operadores de máquinas é outra frente que deve ser capacitada, e principalmente, os técnicos das ciências agronômicas que terão pela frente a análise dos dados gerados.

Para a indústria de máquinas agrícolas, mas especificamente, também há um grande desafio de levar estas tecnologias de ponta que estão muito concentradas nas grandes máquinas, para máquinas médias e pequenas e proporcionar ao pequeno e médio agricultor o uso destas novas tecnologias. O desafio é adaptar os softwares a custo competitivo para pequenas propriedades.

Com a digitalização nunca mais veremos o campo da mesma maneira. A transição 4.0 será gradual, e a velocidade de implantação vai depender não apenas da tecnologia, mas também de fatores econômicos e estratégicos de cada país e de cada organização, como custo brasil, educação e infraestrutura digital. O Brasil pode aproveitar essa oportunidade e pode liderar essa nova onda tecnológica, depende de nós.

Fonte: O Presente Rural

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03 - ABIMAQ prevê R$ 7 bi em investimentos neste ano


O setor de máquinas e equipamentos pretende investir este ano R$ 7 bilhões, segundo o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), José Velloso. O valor é 40% superior aos R$ 5 bilhões do ano passado. Segundo ele, a indústria opera com 75% da capacidade instalada. "Quando se chega aos 75% as empresas começam a comprar máquinas para se virarem mais pedidos, elas conseguirem atender", disse.

Fonte: A Tribuna

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Comércio Internacional

01 - Dólar opera em leve queda, se mantendo abaixo de R$ 5,60


O dólar opera em leve queda nesta quarta-feira (7), se mantendo abaixo de R$ 5,60, conforme investidores aguardavam a ata da última reunião de política monetária do banco central norte-americano, enquanto no Brasil as atenções seguiam voltadas para a pandemia e o Orçamento.

Às 9h51, a moeda norte-americana caía 0,12%, cotada a R$ 5,5921. Veja mais cotações.

Na terça-feira, o dólar fechou em queda de 1,42%, a R$ 5,5988. Na parcial do mês, passou a acumular queda de 0,51%. No ano, no entanto, o avanço é de 7,93%.

Cenário

No exterior, permanece o cenário de maior otimismo em meio a perspectivas de forte recuperação econômica global. Na véspera, o FMI revisou para cima as projeções de crescimento global para 2021 e 2022. A alta estimada é de 6% neste ano e 4,4% no próximo.

Os investidores aguardam para esta quarta a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve (Fed), que pode oferecer pistas sobre a visão do banco central dos EUA acerca da inflação e a recuperação econômica.

Na cena local, o governo federal retoma nesta quarta-feira sua agenda de privatizações com a realização da 6ª Rodada de Concessão de aeroportos. Serão oferecidos 22 aeroportos, divididos em 3 blocos e expectativa investimentos de R$ 6 bilhões ao longo dos 30 anos de concessão.

As atenções continuam voltadas também para a saúde das contas públicas e para ajustes no Orçamento 2021.

Entenda a polêmica em torno do Orçamento 2021

Na agenda de indicadores, o Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou inflação de 2,17% em março, percentual inferior ao apurado no mês anterior, quando havia registrado taxa de 2,71%, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV).

Fonte: G1

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Conjuntura

01 - Governo leiloa nesta quarta-feira 22 aeroportos, divididos em 3 blocos


O governo federal retoma nesta quarta-feira (7) sua agenda de privatizações com a realização da 6ª Rodada de Concessão de aeroportos. Serão oferecidos 22 aeroportos, divididos em 3 blocos. O leilão teve início às 10h e está sendo realizado na sede da B3, em São Paulo.

Chamada pelo governo de "Infra Week", a semana terá ainda o leilão da Ferrovia de Integração Oeste-Leste (Fiol) na quinta-feira (8) e de 5 terminais portuários no Maranhão e no Rio Grande do Sul, na sexta-feira (9).

O governo espera garantir mais de R$ 10 bilhões em investimentos privados no Brasil com a semana de leilões. Somente com o novo lote de 22 aeroportos, são esperados investimentos da ordem de R$ 6 bilhões durante os 30 anos da concessão.

Objetivo com leilões é investimento, não arrecadação, diz ministro da Infraestrutura.

Os 22 aeroportos do leilão desta quarta-feira foram divididos em três blocos, abrangendo um total de 12 estados:

Bloco Sul: Curitiba (PR), Foz do Iguaçu (PR), Navegantes (SC), Londrina (PR), Joinville (SC), Bacacheri (PR), Pelotas (RS), Uruguaiana (RS) e Bagé (RS);
Bloco Norte: Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio Branco (AC), Cruzeiro do Sul (AC), Tabatinga (AM), Tefé (AM) e Boa Vista (RR);
Bloco Central: Goiânia (GO), São Luís (MA), Teresina (PI), Palmas (TO), Petrolina (PE) e Imperatriz (MA).
Juntos, esses aeroportos representam 11% do total do tráfego de passageiros em condições normais de demanda, o equivalente a 24 milhões de passageiros por ano, segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

Regras do leilão

Esta será a segunda rodada de concessão de aeroportos realizada em blocos. O vencedor de cada bloco terá de administrar todos os aeroportos que estão no lote.

Pelas regras do edital, vencerá a disputa quem oferecer o maior ágio (valor excedente) sobre o preço mínimo de cada bloco.

O lance da contribuição inicial de cada bloco terá os seguintes valores mínimos:

Bloco Sul: R$ 130,2 milhões
Bloco Norte: R$ 47,9 milhões
Bloco Central: R$ 8,1 milhões

O vencedor de cada lote terá que pagar, na assinatura dos contratos, o valor de lance mínimo, acrescido do ágio ofertado. Além desse pagamento inicial, as novas concessionárias terão de pagar ao governo um percentual da receita obtida, a partir do quinto ano de contrato. Os percentuais pré-estabelecidos aumentam até o 9º ano do contrato, tornando-se constantes a partir de então até o final da concessão.

"Os valores projetados para os contratos contemplam uma receita estimada para toda a concessão (22 aeroportos no período de 30 anos) de R$ 14,5 bilhões, sendo R$ 7,4 bilhões para o Bloco Sul, R$ 3,5 bilhões para o Bloco Central e R$ 3,6 bilhões para o Bloco Norte", informou a Anac.

O investimento total nos três blocos durante os 30 anos de concessão é estimado em R$ 6,1 bilhões, sendo R$ 2,8 bilhões no Bloco Sul, R$ 1,8 bilhão no Bloco Central, e R$ 1,4 bilhão no Bloco Norte.

67% do tráfego nacional já está privatizado

Desde 2011, as rodadas de concessão de aeroportos no Brasil já concederam o equivalente a 67% do tráfego nacional à iniciativa privada. No último leilão, realizado em março de 2019, o governo arrecadou R$ 2,377 bilhões à vista com a concessão de 12 aeroportos. O ágio médio foi de 986%.

Com o leilão desta quarta-feira, o número de aeroportos nacionais administrados pela iniciativa privada deverá passar de 22 para 44.

O governo prevê realizar até dezembro a relicitação do aeroporto de São Gonçalo do Amarante, em Natal (RN). Para 2022, está previsto o leilão da 7ª rodada, que incluirá Santos Dumont (RJ) e Congonhas (SP).

Expectativas

Apesar das incertezas econômicas em meio a um cenário de agravamento da pandemia de coronavírus, o governo prevê que os leilões da semana atrairão o interesse de investidores internacionais e novos concorrentes por concessões de logística.

"Em momento de baixa oferta de ativos aeroportuários no mundo, o programa de concessão brasileiro apresenta-se como uma oportunidade para os investidores", avaliou, em nota, a Anac.

A expectativa do Ministério da Infraestrutura é realizar mais de 50 concessões no setor em 2021, considerando apenas as privatizações de aeroportos, rodovias, ferrovias e terminais portuários. E a promessa é de contratar R$ 260 bilhões em investimentos transferidos para a iniciativa privada até o fim do governo Jair Bolsonaro.

Segundo o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, a repercussão econômica desse investimentos deve começar a ser sentida a partir de 2024, quando os projetos começarão a ser materializados.

A agência de classificação de risco S&P Global Ratings avaliou que a nova rodada de leilões não deverá contar com participação maciça de investidores estrangeiros, mas destacou que "há apetite suficiente do investidor por ativos de infraestrutura brasileiros, dado o déficit de infraestrutura ainda considerável do país, ampla liquidez e o marco regulatório favorável do Brasil".

A previsão do governo Bolsonaro é leiloar em 2021 um total 129 ativos, considerando todos os projetos federais do programa federal de privatizações, que prevê inclusive a desestatização de 9 estatais neste ano. De acordo com o Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), considerando apenas os leilões já agendados, são esperados R$ 59 bilhões em investimentos.

Fonte: G1

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Industria

01 - Cresce a procura por profissionais no agronegócio; veja cargos e salários


Com a expectativa de crescimento de 2,5% do PIB do agronegócio em 2021 e a expansão recorde de 24,31% em 2020, muitas empresas estão procurando reforçar suas equipes com profissionais capazes de liderar grandes projetos, principalmente na área de finanças no setor.

Boa parte desse avanço se deve à adoção de novas tecnologias e a chegada das startups voltadas ao desenvolvimento do agronegócio. De acordo com a Michael Page, empresa de recrutamento executivo de média e alta gestão, parte do PageGroup, foi notado um crescimento de 30% na contratação de executivos mais sêniores, principalmente para a área de finanças, em 2020.

Entre os cargos mais buscados aparecem coordenador de crédito (R$ 9 mil a R$ 15 mil), coordenador de saúde, segurança e meio ambiente (R$ 9 mil a R$ 13 mil), diretor de relações com investidores (R$ 30 mil a R$ 60 mil) e gerente de vendas e soluções (R$ 13 mil a R$ 16 mil + remuneração variável).

Para Stephano Dedini, gerente executivo da Michael Page para o setor agro, a grande procura por esses executivos está sendo impulsionada pela necessidade de agregar mais expertise à operação das startups.

“Elas devem acelerar a maturidade e implementação de novas tecnologias no setor. Toda a estrutura de crédito e tesouraria do setor deve ficar mais robusta para financiar o crescimento e desenvolvimento das operações. Além disso, posições focadas em sustentabilidade, relações institucionais, compliance e governança corporativa e relacionamento com o mercado de capitais também devem ganhar volume”, prevê.

O atual cenário do agronegócio favorece a expansão de novos negócios e contratação de líderes mais experientes para condução de projetos relevantes. “O Brasil tem tudo para ser um dos grandes protagonistas mundiais no desenvolvimento de tecnologias e melhoria de produtividade para o setor”, afirma Dedini.
Confira a relação dos cargos em alta no agronegócio:

Coordenador de saúde, segurança e meio ambiente

O que faz: responsável pela estrutura de saúde, segurança e meio ambiente das empresas. Atua garantindo que a cultura de segurança seja seguida do mais alto nível até o chão de fábrica, capacitando e promovendo treinamentos. Nesse sentido assegurar que as normas e leis de meio ambiente sejam devidamente seguidas.

Perfil da vaga: experiência em liderança de equipes é obrigatório, pois irá contar com times maiores que 12 pessoas em diferentes áreas. Além disso, conhecimento nas principais normal regulamentadoras (NRs), atuação direta com o ISO 9001, ISO 14001 e ISO 45001, conhecimento técnico, proativo e dinâmico.

Salário: de R$ 9 mil a R$ 13 mil

Coordenador de suprimentos

O que faz: responsável pela ligação entre as estratégias do setor de compras e o operacional. Esse profissional conduz as negociações e as buscas de novos fornecedores e alternativas no mercado para rentabilizar a verba da área. Também mantém interface com as áreas de produção e logística e planeja o fluxo de compras em curto, médio e longo prazo.

Perfil da vaga: realiza o mapeamento dos processos e normativas em compras e garante a padronização. Avalia curva ABC (categorização de estoque) e desempenho dos fornecedores. É responsável por negociar e garantir as métricas de eficiência em compras e o tempo desde o pedido até a entrega dos produtos ao cliente.

Salário: de R$ 9 mil a R$ 12 mil

Gerente de vendas em soluções

O que faz: gere a carteira de vendas de determinadas regiões e desenvolve novas soluções e produtos com o cliente, incluindo a gestão do time pela atuação de ponta (vendedores, representantes ou um time híbrido). É comum encontrar estruturas em que esse profissional é o ponto de relacionamento junto aos canais de distribuição, realizando a ponte com o fabricante, suporte as vendas, gestão por influência e suporte a treinamentos ao time do parceiro.

Perfil da vaga: Profissionais com alta capacidade de liderança, boa comunicação e dinamismo. Na maioria dos casos, é requisito obrigatório formação acadêmica técnica na área, como por exemplo, Agronomia, Zootecnia e correlatas. Precisam ter a capacidade de transitar em ambientes corporativos, para o desenvolvimento de estratégias e vivenciar o agronegócio junto a pequenos produtores e trabalhar a aplicação de soluções no cliente.

Salário: de R$ 13 mil a R$ 16 mil + remuneração variável.

Coordenador de crédito

O que faz: gere a estrutura de análises de crédito de clientes e fornecedores de alta complexidade, seguindo a política e os procedimentos de crédito. Possui alta interação com o corporativo e são responsáveis pela elaboração de análises financeiras e econômicas com o objetivo de conceder o limite de crédito solicitado.

Perfil da vaga: profissional deve possuir expertise em garantias, como hipoteca, penhor, finanças pessoais e CPR, além de excelentes soft skills em para liderar especialistas e sêniores. Um diferencial é o inglês avançado e conhecimentos em sistemas de SAP e agrométrika.

Salário: R$ 9 mil e R$ 15 mil

Diretor de relações com investidores

O que faz: responsável direto pelo relacionamento da empresa com o mercado. Normalmente é o profissional que tem acesso à realidade financeira da empresa, potenciais estratégias para alavancar resultados a curto prazo e sabe passar essa informação aos interessados.

Perfil da vaga: É importante para esse profissional conhecimento técnico em planejamento de áreas, como o planejamento financeiro ou a tesouraria. Além disso, competência na comunicação e relacionamento interpessoal é fundamental para o cargo. Com equipes mais enxutas do que outras estruturas de finanças, deve prezar mais por ter profissionais mais sêniores e experientes.

Salário: de R$ 30 mil a R$ 60 mil

Coordenador de silvicultura

O que faz: responsável pela gestão dos tratos silviculturais, com especialidade em melhoramento genético de mudas de madeiras nobres, nutrição de solos e combate às pragas. Deve também lançar novas tecnologias de medição dendrométricas e de mapeamento de inventários por meio de ferramentas automáticas e georreferenciáveis.

Perfil da vaga: Liderança de equipes é obrigatório, boa comunicação e criatividade. Além disso, conhecimento técnico focado em Silvicultura, com experiência em desenvolvimento de novas tecnologias no setor florestal.

Salário: de R$ 15 mil a R$ 20 mil.

Fonte: G1

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Setor

01 - Preços da gasolina e do etanol sobem mais de 10% em março


Os preços dos combustíveis estão pesando cada vez mais no bolso dos brasileiros. O etanol apresentou aumento de 17,97% nos preços em março, na comparação com fevereiro. Com isso, o combustível passou a ser comercializado pelo valor médio de R$ 4,599 o litro. Já a gasolina se aproxima de R$ 6, após aumento de 12,06% no mês passado. O preço médio do combustível foi de R$ 5,717. É o que revela o Índice de Preços Ticket Log (IPTL).

“Ao comparar o preço da gasolina em março com o registrado em dezembro, é possível notar uma trajetória de aumentos consecutivos ao longo dos levantamentos feitos nesses primeiros meses do ano, que resultaram em um valor médio por litro 22% maior. Se a mesma comparação for feita com o etanol, o aumento no período passa de 24%”, destaca Douglas Pina, Head de Mercado Urbano da Edenred Brasil.

O levantamento realizado na primeira quinzena de março já apontava que o etanol havia superado a marca de R$ 4. Com o fechamento do mês, o combustível foi encontrado pelo valor médio mais alto na Região Sul, a R$ 4,774. O preço mais baixo esteve no Centro-Oeste, a R$ 4,412.

Já a gasolina apresentou o cenário oposto: enquanto o preço médio mais caro para o combustível foi registrado na Região Centro-Oeste, a R$ 5,800, o mais barato esteve no Sul, a R$ 5,528. “Para ambos os combustíveis, a Região Sudeste apresentou o maior aumento dos preços. O etanol avançou 21,47% nos postos, e a gasolina, 13,14%”, aponta Pina.

No recorte entre Estados, o Acre segue com a gasolina mais cara do País. Após aumento de 12,44% nos preços, o combustível foi comercializado a R$ 6,166 o litro.

Também no Norte, o Amapá manteve a gasolina mais barata, a R$ 5,285, após o preço médio avançar 14,87%. A maior alta foi registrada em Roraima, de 15,69%.

O preço médio mais baixo do etanol foi encontrado em São Paulo, de R$ 3,904. O valor está 20,94% acima do registrado em fevereiro. Já o Rio Grande do Sul apresentou o combustível mais caro, a R$ 5,323, após aumento de 17,20%.

Fonte: IotoÉ

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