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Edição 22353 de 23/02/2021

Destaque

01 - Produção de aço bruto cresce 10,8% e chega a 3,004 milhões de tem janeiro


A produção de aço bruto no Brasil chegou a 3,004 milhões de toneladas em janeiro de 2021, alta de 10,8% em relação ao mesmo período do ano passado. A produção de laminados atingiu 2,167 milhões de toneladas em janeiro, avanço de 6,6% no período, e a produção de semiacabados para vendas foi de 621 mil toneladas, um aumento de 2,6% em relação ao ocorrido no mesmo mês de 2020. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira, 22, pelo Instituto Aço Brasil. Em coletiva de imprensa, o presidente executivo da entidade, Marco Polo Lopes, disse que a produção de aço bruto foi a maior desde janeiro de 2019.

As vendas internas avançaram 24,9% frente ao apurado em janeiro de 2020 e atingiram 1,9 milhão de toneladas. O consumo aparente de produtos siderúrgicos foi de 2,2 milhões de toneladas, 25,0% superior ao apurado no mesmo mês de 2020. O consumo aparente foi o maior desde março de 2015. As exportações de janeiro de 2021 foram de 531 mil toneladas, ou US$ 314 milhões, o que resultou em queda de 52,0% e 40,6%, respectivamente, na comparação com o ocorrido em janeiro de 2020. Ja as importações de janeiro de 2021 foram de 324 mil toneladas e US$ 288 milhões, uma alta de 42,3% em quantidade e 26,0% em valor na comparação com o registrado em janeiro de 2020.

Lopes disse que as perspectivas do setor para este ano são positivas para a indústria brasileira do aço, prevendo que a produção aumente 6,7% em relação ao ano anterior, atingindo a 33 milhões de toneladas de aço bruto. No tocante às vendas internas, a estimativa é de que estas tenham um crescimento de 5,3% atingindo a 20,3 milhões de toneladas e o consumo aparente de produtos siderúrgicos de 5,8% em comparação com 2020, alcançando a 22,4 milhões de toneladas.

A manutenção desta perspectiva positiva, porém, depende da velocidade e do alcance da vacinação da população e do consequente controle da pandemia da covid-19 para que o País possa voltar a uma situação de maior normalidade. Ele disse que também são de extrema relevância para a retomada sustentada da economia, a agilização das discussões para aprovação das reformas tributária e administrativa.

"O crescimento econômico do Brasil requer uma indústria forte e competitiva. Persistem, entretanto, problemas na competitividade da indústria nacional devido, principalmente, a fatores estruturais e sistêmicos do país, como a alta carga tributária e infraestrutura precária e onerosa", afirmou ele, acrescentando que reduzir o Custo Brasil é essencial e deve anteceder a abertura comercial, para não haver risco de que o país se torne, exclusivamente, produtor de commodities e perca sua capacidade de inovar e produzir bens de maior valor agregado.

Abastecimento

O presidente do Instituto Aço Brasil voltou a dizer nesta segunda-feira que os problemas de abastecimento apontados na imprensa por alguns segmentos de consumo estão localizados no segmento da distribuição do aço e não nas usinas produtoras. Em coletiva para comentar os dados de janeiro, ele explicou que as usinas estão batendo recordes de produção e que a falta do aço, se houver, pode ter origem na distribuição."

A produção e as vendas cresceram a partir de maio de 2020. Houve gritaria de falta de produto e um fenômeno novo, a questão de estoques. Os 'CEOs' das empresas disseram que tiveram como prioridade proteger o caixa. Assim, eles desovaram os estoques para diminuir os custos. Quando começou o processo de recuperação das vendas houve demanda adicional para a reposição de estoques. Mas hoje as usinas estão batendo os recordes e se existe grau de desajustamento é na área da distribuição", afirmou ele.

Na semana passada, o presidente executivo da Abimaq, José Velloso, disse à imprensa que o setor de máquinas e equipamentos, passa pelo pior momento de desabastecimento de aço. Os setores de veículos e produtos de metal estariam relatando problemas na produção por conta da falta do insumo.

Fonte: Agência Estado, ISTOÉ, ISTOÉ Dinheiro, UOL – ECONOMIA, O Especialista, The World News, Repórter Diário, Mercado News, The World News, AJN1, Brazil Modal, Folha de Valinhos, Jornal de Itatiba, Correio Braziliense, Folha Vitória, Gaúcha ZH, O Povo, Jor

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02 - Aço Brasil/Lopes: não existe problema de abastecimento pelas usinas


O presidente do Instituto Aço Brasil, Marco Polo Lopes, voltou a dizer hoje que os problemas de abastecimento apontados na imprensa por alguns segmentos de consumo estão localizados no segmento da distribuição do aço e não nas usinas produtoras. Em coletiva à imprensa para comentar os dados de janeiro, ele explicou que as usinas estão batendo recordes de produção e que a falta do aço, se houver, pode ter origem na distribuição.

"A produção e as vendas cresceram a partir de maio de 2020. Houve gritaria de falta de produto e um fenômeno novo, a questão de estoques. Os 'CEOs' das empresas disseram que tiveram como prioridade proteger o caixa. Assim, eles desovaram os estoques para diminuir os custos. Quando começou o processo de recuperação das vendas houve demanda adicional para a reposição de estoques. Mas hoje as usinas estão batendo os recordes e se existe grau de desajustamento é na área da distribuição", afirmou.

Na semana passada, o presidente executivo da Abimaq, José Velloso, disse na imprensa que o setor de máquinas e equipamentos, passa pelo pior momento de desabastecimento de aço. Os setores de veículos e produtos de metal estariam relatando problemas na produção por conta da falta do insumo.

Fonte: Agência Estado

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03 - ABIMAQ no canal Terra Viva – Jornal Terra Viva


Assista à entrevista com o presidente da Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação da Abimaq, Renato Silva.


Fonte: Terra Viva

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Comércio Internacional

01 - Dólar é negociado com pequenas variações com risco fiscal e político no radar


O dólar opera com pequenas variações nesta terça-feira (22), após sessão de forte turbulência na véspera, com as incertezas domésticas e preocupações com a interferência do governo federal na gestão das estatais ainda pautando o mercado financeiro.

Às 9h45, a moeda norte-americana subia 0,02%, a R$ 5,4563. Veja mais cotações.

Na segunda-feira, o dólar fechou em alta de 1,26%, a R$ 5,4554. Na parcial do mês, ainda tem queda de 0,28%. No ano, tem valorização de 5,17% ante o real


Fonte: G1

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Conjuntura

01 - Expectativa de inflação sobe para 5,3% ao ano entre consumidores, aponta FGV


A expectativa de inflação dos consumidores brasileiros para os 12 meses seguintes subiu 0,1 ponto percentual, para 5,3% ao ano no mês de fevereiro, informou nesta terça-feira (23) a Fundação Getulio Vargas (FGV), responsável pelo levantamento.

Em relação ao mesmo mês do ano passado, a mediana subiu 0,3 ponto.

Segundo a FGV, o aumento da expectativa de inflação segue impactada pelo movimento de alta de alimentos e bebidas, produtos com elevada participação na cesta de consumo dos brasileiros.

A alta da expectativa mediana para a inflação nos próximos 12 meses foi influenciada principalmente por um aumento das expectativas dos consumidores de menor poder aquisitivo: para os consumidores com renda familiar mensal até R$ 2,1 mil a expectativa de inflação registrou aumento de 0,3 ponto, para 6,1%.

Segundo pesquisa Focus do Banco Central, os economistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação em 2021para 3,82%, acima da meta central deste ano, que é de 3,75%. Pelo sistema de metas, não haverá descumprimento se a inflação oscilar entre 2,25% e 5,25% em 2021.

Fonte: G1

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Industria

01 - CNI diz que 69% das grandes empresas industriais fizeram investimentos em 2020


Levantamento divulgado nesta terça-feira (23) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 69% das grandes empresas industriais do país fizeram investimentos em 2020.

O percentual ficou abaixo dos 84% que, segundo a CNI, disseram no início do ano que fariam investimentos.

Conforme a CNI, a pesquisa Investimentos na Indústria 2020-2021 também mostrou os seguintes resultados:

47% das grandes indústrias fizeram todo o investimento planejado em 2020;
82% das grandes empresas afirmaram que pretendem investir em 2021.
Entre os empresários que disseram que vão investir em 2021, segundo a CNI:
35% vão melhorar o processo produtivo;
33% vão aumentar a capacidade de produção;
15% vão manter a capacidade produtiva;
11% vão introduzir novos produtos.

Alto custo para investimentos

Na avaliação do diretor de Desenvolvimento Industrial e Economia, Carlos Eduardo Abijaodi, o resultado dos investimentos no ano passado foi motivado, em grande parte, pelo elevado custo dos insumos e pela reavaliação do mercado doméstico como destino de produtos.

"Sentimos que os investimentos não foram feitos e foram adiados para este ano, pelo alto custo para investir e pela falta de alternativas de financiamento. Para este ano, percebemos uma preocupação muito grande com os processos produtivos, que devem ser melhorados, com a aquisição de novas máquinas e tecnologia", afirmou.

De acordo com a CNI, nos últimos seis anos, cerca de 70% dos valores investidos foram de recursos próprios das empresas. Em 2020, o percentual ficou em 72%, o mesmo de 2019.

No documento, a entidade alerta para a falta de alternativas viáveis de recursos de terceiros para investir, como financiamentos bancários.

Em 2020, a participação de bancos comerciais privados ficou em 13%, um ponto percentual abaixo do registrado em 2019. A participação de bancos oficiais de desenvolvimento foi de apenas 7%.

Fonte: G1

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Setor

01 - Após tombo de 21%, ações da Petrobras têm leve alta no pré-mercado de Nova York


As ações da Petrobras tinham alta acima de 3% no pré-mercado de Nova York nesta terça-feira (23), após terem despencado 21% na véspera, com os investidores reagindo negativamente à decisão do presidente Jair Bolsonaro de trocar o comando da estatal.

Por volta das 9h10, os ADRs da Petrobras (recibos das ações da petroleira negociados na Bolsa de Nova York) subiam 3,65%, a US$ 8,23, indicando um dia de leve recuperação dos papéis da estatal.

Os preços do petróleo subiam perto de 1% nesta terça-feira, sustentados pela expectativa de alívio em restrições associadas à Covid-19 pelo mundo, perspectivas econômicas positivas e menor oferta nos Estados Unidos.

No Brasil, as ações ordinárias (PETR3) derreteram 20,48% na segunda-feira, a R$ 21,55, e as preferenciais (PETR4) caíram 21,51%, a R$ 21,45. Já o Ibovespa fechou em queda de 4,87%, a 112.667 pontos, com os investidores temendo uma maior interferência na gestão das estatais e colocando em dúvida a agenda liberal do governo Bolsonaro.

Com o tombo, a Petrobras encolheu R$ 74,2 bilhões em valor de mercado em um único pregão. Foi a segunda maior queda diária em valor da mercado da Petrobras desde o início do plano Real. Em duas sessões, a perda de valor de mercado superou os R$ 100 bilhões.

Especialistas ouvidos pelo G1 avaliam que o Ibovespa deve se recuperar e voltar a subir nos próximos dias, com os investidores procurando novas oportunidades para aportar dinheiro.

No caso específico da Petrobras, o mercado aguarda os resultados da reunião do Conselho de administração agendada para esta terça-feira (23). Já o balanço financeiro de 2020 da companhia será divulgado nesta quarta-feira (24).

Para o economista da Necton André Perfeito, a recuperação observada nesta terça nas ADRs é uma boa notícia, mas "há que se ter cautela durante a semana, afinal o presidente Bolsonaro disse que ainda irá fazer mais alterações ao longo dos próximos dias".

Nesta segunda-feira, o juiz da 7ª Vara da Justiça Federal da 1ª Região, em Belo Horizonte, André Prado de Vasconcelos, determinou que o presidente Jair Bolsonaro, a União e a Petrobras expliquem, no prazo de 72 horas, a indicação do general Joaquim Silva e Luna para presidente da estatal.

Bolsonaro fez o anúncio na sexta-feira (19). O general é o atual diretor da Itaipu Binacional. Se confirmado, Silva e Luna substituirá o atual chefe da estatal, Roberto Castello Branco, indicado pelo presidente após as eleições de 2018.

Fonte: G1

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