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Edição 22256 de 16/10/2020

Destaque

01 - BR do Mar precisa reduzir assimetrias, defende Abimaq


Representantes da indústria nacional de navipeças avaliam que, da forma como está, o projeto de lei do BR do Mar (4199/2020) traz uma visão que não é completa de país, piorando condições da indústria como um todo e impactando a geração de emprego e renda. A leitura da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) é que o PL tem ênfase no afretamento de embarcações, o que é ruim para o desenvolvimento da indústria naval brasileira, tanto estaleiros quanto para a indústria de navipeças.

Um dos pontos que merecem atenção, segundo a associação, são os instrumentos de afretamento que permitem a importação temporária. Para a entidade, a suspensão de impostos nesses casos representam assimetria com fornecedores brasileiros, já que os armadores podem trazer navios com isenção para equipamentos. Alguns pontos no PL, se a situação hoje já não está boa, exacerbam as dificuldades, analisou o diretor-executivo de petróleo, gás natural, bioenergia e petroquímica da Abimaq, Alberto Machado.

Para a associação, o Brasil já enfrenta uma série de problemas de competitividade e carece de ferramentas que possam melhorar a produtividade da indústria e de outros setores. Machado observa que a indústria nacional já começa a sofrer com a falta de insumos, o que pode torná-la cada vez mais dependente da importação de produtos de alto valor agregado e sentenciá-la a exportadora de commodities.

A Abimaq também é contra o uso de recursos do Fundo da Marinha Mercante (FMM) para compras de navios e peças no exterior, o que considera uma contradição aos objetivos do fundo setorial destinado ao fomento da indústria nacional. Para Machado, essa proposição prevista no PL representa um duplo incentivo ao armador estrangeiro, considerando que outros países já têm seus bancos de investimento e desenvolvimento com incentivos e condições especiais.

A Abimaq apoia emendas apresentadas por parlamentares no sentido de diminuir o que considera prejuízos que o PL pode trazer abordando o problema unilateralmente. O PL dá impressão de que o grande responsavel é o navio, sendo que os custos representam em torno de 5% custo do frete, considerou Machado. Os fornecedores estimam que aproximadamente 30% do valor total de um navio correspondem a máquinas e equipamentos.

Uma das sugestões de emendas apoiadas pela associação é o FMM direto para fornecedores. Machado explicou que, quando o armador recebe financiamento e repassa ao estaleiro, este compra com melhores condições de pagamento, enquanto o fornecedor precisa recorrer a condições menos atrativas de crédito junto ao mercado financeiro, o que acaba prejudicando sua competitividade.

Machado disse que qualquer solução que envolva um bem de capital precisa ser olhada com cautela, pois bens de capital são diferentes de bens de consumo. Ele acredita que estimulando a cabotagem será possível aumentar o mercado de embarcações e oportunidades para toda cadeia da indústria. Não se fala de protecionismo no BR do Mar, mas não pode haver protecionismo para o navio estrangeiro sendo isento de impostos. Não pode prejudicar a indústria em favor de empresas estrangeiras, afirmou.

Fonte: Portos e Navios, Associação Comercial de Santos

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02 - EXPOSIBRAM 2020 vai promover rodadas de negócios entre mineradoras e fornecedores de produtos e serviços


Empresas de suprimentos do setor mineral de qualquer estado poderão negociar propostas comerciais diretamente junto às mais importantes companhias mineradoras na Expo & Congresso Brasileiro de Mineração (EXPOSIBRAM 2020 – Belém) . O evento, organizado pelo Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) , vai ocorrer entre os dias 24 e 26 de novembro 100% virtual.

“As empresas interessadas em participar das rodadas de negócio farão um cadastro na plataforma e o sistema fará uma espécie de “match” entre os fornecedores e as mineradoras. Além disso, haverá uma espécie de calendário onde todos que estiverem ofertando serviços e produtos terão suas marcas expostas para quem tiver interesse em comprar ou negociar”, afirma o diretor de Comunicação, Paulo Henrique Soares. Ele lembra que este calendário ficará visível ao final do evento no Portal da Mineração, com uma forma de ajudar na divulgação, permitindo que os produtos e serviços voltados à mineração fiquem mais tempo expostos ao setor.

Paulo ainda explica que as rodadas de negócios acontecerão durante os três dias, de 9h a 13h e das 14h às 18h. “A cada 30 minutos a mineradora conversará com um fornecedor. A conversa será realizada por meio de uma sala virtual. As tratativas serão em salas fechadas e só terão acesso a empresa e o fornecedor, promovendo um ambiente seguro para as conversas”, explica.

O evento também oferecerá aos participantes a possibilidade de ajudar aqueles que mais precisam. “A participação é gratuita, porém, aqueles que quiserem fazer doações, o valor será revertido para a compra de máscaras e cestas básicas para as comunidades onde a mineração está inserida. A quantidade será definida voluntariamente pelos empresários participantes”, explica Paulo Henrique.

Ficou interessado? No próximo dia 20 de outubro, às 17h, o IBRAM vai promover uma reunião online para explicar melhor como vão funcionar as rodadas de negócios. Os interessados em participar devem enviar um e-mail para comercialexposibram2020@ibram.org.br e informar seu interesse em conhecer mais como serão organizadas as rodadas de negócios da EXPOSIBRAM 2020.

Até o momento, a EXPOSIBRAM 2020 conta com o patrocínio da Vale (Diamante), da Mosaic Fertilizantes (Platina) e da CMOC Brasil (Prata).

Apoio Editorial

A EXPOSIBRAM 2020 tem o apoio editorial da Revista Eae Máquinas, In The Mine, Brasil Mineral, Site Notícias de Mineração Brasil, Conexão Mineral e Brasil Mining Site.

Apoio Institucional

Figuram como apoio institucional do evento até o momento a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Instituto Aço Brasil e o Serviço Geológico do Brasil (CPRM).

Serviço:

Secretaria executiva do evento: comercialexposibram2020@ibram.org.br ou (31) 3444 – 4794
Data: 24, 25 e 26 de novembro de 2020
Horário:
– dia 24 de novembro – Feira – 14h às 19h | Congresso – Abertura 16h às 19h
– dias 25 e 26 – Congresso e Feira de 9h às 18h

Fonte: Instituto Brasileiro de Mineração

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03 - Um dos focos da Logistique Digital 2020 será o futuro da excelência operacional na Intralogística


Também conhecida como Logística In House, a intralogística contempla movimentação de materiais dentro dos domínios da mesma corporação. Ou seja, compreende a movimentação de produtos dentro de armazéns, unidades fabris e centros de distribuição envolvidos na logística da empresa, garantindo assim o funcionamento em sincronia da distribuição de todos os insumos necessários para o funcionamento da operação.

É um processo que otimiza todo o gerenciamento da cadeia de suprimentos e os processos e tem influência decisiva na eficiência dos serviços das empresas. Aumenta ainda a produtividade e o valor do negócio, pois o foco é não só nos processos físicos, mas também nos fluxos de informações da operação.

Diante de tantos benefícios, todas as empresas deveriam adotar a intralogística como estratégia para garantir o bom funcionamento das suas operações de movimentação.

Inclusive, com a ascensão do tema logística, o assunto ganha importância quando se fala em diferenciais competitivos.

Ciente do crucial papel da intralogística nas cadeias produtivas, a Logistique Digital vai abordar amplamente o tema no terceiro e último dia Web Conference, 6 de novembro.

O programação deste dia tem a curadoria do IMAM ? Instituo de Logística e Supply Chain e reunirá especialistas em logística e intralogística do Brasil em diversos painéis e debates com executivos de grandes empresas.

No pavilhão dedicado ao setor, podem participar empresas como empilhadeiras e elementos de elevação, estruturas de armazém, paletização e automação, prestadoras de serviços e fornecedores de equipamentos, softwares, tecnologias e outras ferramentas atreladas ao setor.

?Será um pavilhão exclusivo que poderá ser acessado por todos os visitantes da feira que facilitará ao expositor a apresentação segmentada de seu produto e serviço, bem como a localização da solução pelo visitante. A plataforma da Feira Virtual ainda vai possibilitar lives ao vivo para demonstrações, vídeos gravados, salas de chat, reuniões agendadas, marketplace para cadastro de produtos e serviços dentre outras funcionalidades?, explica o diretor da Logistique, Leonardo Rinaldi. ?E tudo isso com alcance nacional, pois todos os representantes de uma empresa podem ter sua sala privada no stand virtual. O foco é a geração de negócios e novos contatos?, complementa.

Evento digital

A mudança no formato se deve ao fato da persistência da epidemia do novo coronavírus (Covid-19), que continua no Estado e País embora em fase de estabilização. No entanto, mesmo diante dessa nova realidade e para garantir a segurança dos visitantes, expositores e convidados, a organização optou por postergar o evento físico para o segundo semestre do ano que vem.

No entanto, no formato digital, a edição desse ano da Feira terá sua abrangência ampliada. A edição 2020 da Logistique ? Feira e Congresso de Logística e Negócios abordará não apenas temas regionais, mas assuntos de abrangência nacional e internacional. A edição 2020 tem o apoio e parceria com a Associação Alemã de Logística (Alg), Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), Federação das Associações empresariais do estado (Facisc), Federação das Empresas e Transportes de Cargas e Logística (Fetrancesc), Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas e de Operações Logísticas de Joinville/SC (Setracajo) e do IMAM Consultoria e Treinamento Supply Chain e Desenvolvimento Organizacional. Parceiros que endossam a Logistique como uma das mais importantes feiras do setor no Brasil.

Fonte: Jornal de Bairros

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Comércio Internacional

01 - Bolsas dos EUA revertem parte das perdas do dia, mas fecham em leve queda


Os índices acionários de Nova York fecharam em queda nesta quinta-feira (15), pressionados pelos temores renovados com os impactos econômicos da Covid-19, em meio a uma nova aceleração do número de contaminações na Europa e após um dado fraco do mercado de trabalho americano.

O Dow Jones chegou a subir a terreno positivo perto do fim da sessão, mas voltou a cair e fechou em queda de 0,07%, a 28.494,20 pontos. O S&P 500, por sua vez, recuou 0,15%, a 3.483,34 pontos, enquanto o Nasdaq caiu 0,47%, a 11.713,87 pontos.

As quedas dos índices acionários de Nova York seguiram na esteira de perdas acentuadas na Europa, desencadeadas pelos receios em torno da pandemia de Covid-19.

Na quarta (14), a França juntou-se ao Reino Unido e impôs novas restrições sociais, incluindo a declaração do estado de emergência e um toque de recolher noturno em várias regiões metropolitanas do país, elevando os receios dos investidores sobre a recuperação econômica do continente.

As novas restrições na Europa agravam os temores nos EUA, depois que a Johnson & Johnson anunciou, na terça-feira (13), uma interrupção dos testes da vacina que a companhia está desenvolvendo e a Eli Lilly anunciou uma interrupção do estudo de um tratamento para a doença, devido a uma potencial questão de segurança.

Os temores sobre a pandemia nos EUA foram ampliados ainda por um novo aumento do número de pedidos de seguro-desemprego no país, que somaram 898 mil na semana passada, subindo em 53 mil em relação ao número da semana imediatamente anterior. O número contrariou a expectativa dos economistas consultados pelo "Wall Street Journal", de queda a 830 mil.

"O resultado final aqui é que o estado do mercado de trabalho depende da trajetória do vírus, então não podemos descartar novos aumentos [dos pedidos de seguro-desemprego] e, neste ponto, consideramos uma leitura zero para o 'payroll' de outubro como um resultado decente; um declínio claro é inteiramente possível", afirmou o economista-chefe da Pantheon Macroeconomics, Ian Shepherdson.

Cinco dos seis setores do S&P 500 fecharam em terreno negativo. As ações de saúde lideraram as perdas hoje, recuando 0,72% no índice amplo de Wall Street, seguido pelos setores de serviços de comunicação (-0,65%) e de tecnologia (-0,44%).

As ações do setor financeiro chegaram a abrir em terreno negativo, apesar da divulgação de um balanço acima do esperado do Morgan Stanley, mas reverteram as perdas e fecharam em alta de 0,81%. O banco reportou uma alta de 25% nos lucros, a US$ 1,66 por ação, e superou a expectativa de consenso, de US$ 1,28 por ação. Apesar de abrir em queda, a ação do banco virou para terreno positivo ainda de manhã e fechou em alta de 1,34%.

Fonte: G1

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Conjuntura

01 - Preços de matérias-primas desaceleram e IGP-10 reduz alta a 3,20% em outubro


O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) desacelerou para 3,20% em outubro, ante alta de 4,34% no mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta sexta-feira (16) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com este resultado, o índice passou a acumular, porém, alta de 17,63% no ano e de 19,85% em 12 meses. Em outubro de 2019, o índice subira 0,77% no mês e acumulava elevação de 2,97% em 12 meses.

O IGP-10 calcula os preços ao produtor (IPA), consumidor (IPC) e na construção civil (INCC) entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

Segundo a FGV, a desaceleração é explicada principalmente pelo ritmo de alta das matérias-primas brutas do IPA (de 11,17% em setembro para 5,77% em outubro.

"O minério de ferro, commodity de maior peso no IPA, registrou queda de 0,44%, ante alta de 16,01% em setembro. Recuos importantes também foram registrados para milho (15,20% para 9,16%) e café (9,05% para -6,02%). A desaceleração do IGP não foi mais intensa devido à elevação de seus dois outros índices componentes IPC (0,46% para 0,98%) e INCC (0,80% para 1,51%). O primeiro, pressionado por gêneros alimentícios (1,37% para 2,81%) e passagens aéreas (6,97% para 54,11%), já o segundo, por materiais e equipamentos para a construção (2,03% para 3,83%)”, afirma André Braz, Coordenador dos Índices de Preços.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 4,06% em outubro. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 5,99%.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) subiu 0,98% em outubro, ante 0,46% em setembro.

Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) subiu 1,51% em outubro, contra 0,80% em setembro.

Fonte: G1

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Industria

01 - Mais de 4,1 milhões de brasileiros ficaram desempregados diante da pandemia, aponta IBGE


Dados divulgados nesta sexta-feira (16) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que, em cinco meses, mais de 4,1 milhões de brasileiros entraram para a fila do desemprego diante da pandemia do novo coronavírus. Entre a primeira semana de maio e a penúltima de setembro, aumentou em 43% o número de desempregados no país.

De acordo com o levantamento, o país encerrou a penúltima semana de setembro com cerca de 14 milhões de desempregados, o maior contingente observado desde o começo da pesquisa. Na primeira semana de maio, eram 9,8 milhões de trabalhadores em busca de uma ocupação no mercado de trabalho.

Com isso, a taxa de desemprego passou de 10,5% para 14,4%, a maior de todo o período pesquisado.

O levantamento foi feito entre os 20 e 26 de setembro por meio da Pnad Covid19, versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua realizada com apoio do Ministério da Saúde para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal no Brasil. Esta foi a última edição da pesquisa semanal.

Apesar de também avaliar o mercado de trabalho, a Pnad Covid19 não é comparável aos dados da Pnad Contínua, que é usada como indicador oficial do desemprego no país, devido às características metodológicas, que são distintas.

Os dados da Pnad Contínua mais atuais são referentes a julho, quando o país atingiu taxa de desemprego recorde, de 13,8%, com mais de 13,1 milhões de brasileiros em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho.

Flexibilização do isolamento pressiona o desemprego

Na comparação com a terceira semana de setembro, aumentou em cerca de 700 mil o número de desempregados, fazendo a taxa de desemprego passar de 13,7% para 14,4%. Essa alta, no entanto, é considerada como uma estabilidade estatística pelo IBGE.

A gerente da pesquisa, Maria Lúcia Vieira, avaliou que o avanço da flexibilização do isolamento social por todo o Brasil tem relação direta com o aumento do desemprego ao longo de todo o período do levantamento.

“Embora as informações sobre a desocupação tenham ficado estáveis na comparação semanal, elas sugerem que mais pessoas estejam pressionando o mercado em busca de trabalho, em meio à flexibilização das medidas de distanciamento social e à retomada das atividades econômicas”, apontou.

A pesquisadora ressaltou que a população ocupada no mercado de trabalho se manteve estável durante a maior parte do levantamento, o que sugere que o desemprego foi pressionado por um maior número de pessoas buscando emprego, ou seja, não houve corte expressivo de postos de trabalho no país.

“Vínhamos observando, nas últimas quatro semanas, variações positivas, embora não significativas da população ocupada. Na quarta semana de setembro a variação foi negativa, mas sem qualquer efeito na taxa de desocupação”, destacou Maria Lúcia.

Na penúltima semana de setembro, a população ocupada foi estimada em cerca de 83 milhões de pessoas. Na primeira semana de maio, esse contingente era de cerca de 83,9 milhões. O menor contingente de ocupados havia sido registrado na primeira semana de julho, com 81,1 milhões de trabalhadores ativos no mercado.

Fonte: G1

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Setor

01 - Petrobras adia projeto Parque das Baleias após efeitos da Covid-19


A Petrobras informou que, frente ao contexto econômico do cenário da Covid-19, será postergado em cerca de um ano o Projeto Integrado do Parque das Baleias, ficando o início de operação e primeiro óleo para 2024, conforme fato relevante divulgado nesta sexta-feira (16).

O Parque das Baleias compreende as áreas em desenvolvimento de Baleia Anã, Baleia Azul, Baleia Franca, Cachalote, Caxaréu, Mangangá, Pirambu e o campo de Jubarte, originadas do bloco BC-60, na Bacia de Campos.

A companhia afirmou, porém, que será preservado o escopo do projeto que prevê o remanejamento de poços entre plataformas em operação no ano de 2022.

Fonte: G1

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