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Edição 22232 de 16/09/2020

Destaque

01 - Estatal lança programa para apoiar os fornecedores


A Petrobras pretende lançar nas próximas semanas uma solução financeira para reforçar o capital de giro de seus fornecedores. O programa foi batizado de “Mais Valor” e permite que os prestadores de bens e serviços possam antecipar o recebimento de faturas de contratos com a petroleira. O objetivo é aliviar o fluxo de caixa de curto prazo dos supridores.

A negociação ocorrerá diretamente entre os fornecedores e bancos parceiros, a partir de condições pré-estabelecidas pela Petrobras. Segundo a estatal, todos os prestadores de bens e serviços poderão aderir ao programa, sem qualquer limitação de tamanho ou nicho, ou seja, um universo de cerca de 10 mil empresas.

A iniciativa foi apresentada em reunião, em agosto, com a participação de representantes da Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Petróleo (Abespetro).

“A Petrobras está se esforçando para trazer um equilíbrio maior para a cadeia de fornecedores. Para uma empresa que tem um gargalo de curto prazo pode ser uma ajuda, mas ainda não resolve o problema maior, que é o fluxo de caixa negativo gerado pelos projetos [de médio e longo prazo]. Como as companhias só podem emitir faturas depois que a Petrobras recebe o bem, elas ficam até dois anos.

financiando o projeto para receber apenas após a entrega”, explicou o diretorpresidente da associação, Adyr Tourinho.

O “Mais Valor” ainda não foi anunciado formalmente a todo o setor. A Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ), por exemplo, não tem informações oficiais sobre o programa. O presidente executivo da ABIMAQ, José Velloso, afirma que o sucesso da iniciativa dependerá das taxas de juros acordadas.

“O [programa anterior] ‘Progredir’ foi positivo para as empresas que tinham problemas de capital de giro e juros muito elevados junto aos bancos, mas ainda assim tinha juros um pouco altos”, comentou.

O programa “Progredir” permitia aos pequenos e médios fornecedores antecipar faturas de serviços e bens já prestados ou entregues, além da possibilidade de usar os contratos ainda a serem executados como garantia em financiamentos. De 2011 a 2014 os empréstimos somaram R$ 9,45 bilhões, em cerca de 2 mil operações, envolvendo 679 empresas.

A Petrobras esclareceu que ainda está em negociação com os bancos parceiros e que a manutenção da plataforma será custeada pelos agentes financeiros. A empresa destacou que a iniciativa amplia o acesso dos fornecedores a operações de capital de giro com taxas mais competitivas para operações performadas (bens entregues ou serviços realizados). 

Fonte: Valor Econômico

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02 - Sedes acompanha Audiência Pública que regulamenta critérios de conteúdo local


Representantes da Secretaria de Desenvolvimento (Sedes) participaram, nesta terça-feira (15), por videoconferência da Consulta e Audiência Pública n° 04/2020 realizada pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).

Durante a reunião virtual, os técnicos da Superintendência de Conteúdo Local (SCL) da ANP apresentaram para os participantes a minuta de resolução que regulamenta os critérios de conteúdo local a serem adotados no acordo e no compromisso com a individualização da produção e na anexação de áreas, nos contratos de exploração e produção de petróleo e gás natural.

“A Sedes mais uma vez representa o Governo do Estado em uma discussão em nível nacional que trará grande impacto para o fomento da cadeia de petróleo e gás do Espírito Santo”, afirmou o secretário de Estado de Desenvolvimento, Marcos Kneip.

A especialista em Políticas Públicas e Gestão Governamental da Sedes, Fernanda Furtado Orletti, que acompanhou a reunião virtual, parabenizou a ANP pelo modelo de audiência realizado. “Gostaria de parabenizar a Agência pelo modelo de audiência que deu oportunidade aos entes envolvidos na cadeia de petróleo e gás de participarem de um debate claro e eficiente. Além disso, destaco a importância de critérios claros para a eleição de cláusula de conteúdo local”, disse.

Já a assessora especial da Sedes, Mayara Lamberti Fernandes Zanotti, que também acompanhou a reunião, pontuou que a audiência permite que sejam sugeridas melhorias na proposta. “A nova regulamentação traz mais transparência e agilidade aos acordos. Neste momento de fragilidade no mercado, a simplificação dos processos ajuda a todos os players envolvidos”, ressaltou.

Os expositores da Audiência Pública n° 04/2020 foram o diretor-executivo de Petróleo, Gás Natural, Bioenergia e Petroquímica, da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), Alberto Machado; e o Gerente Executivo de Política Industrial, do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Pedro Alem.

Fonte: Governo do Estado do Espírito Santo, Hoje ES

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03 - Como administrar relacionamentos duradouros com os clientes no pós-venda é curso online oferecido pela ABIMAQ


Com o objetivo de ajudar profissionais que atuam na área comercial e no relacionamento com clientes para ter uma base permanente de vendas e faturamento, a ABIMAQ promove curso online ‘Pós-Venda: Como administrar Relacionamentos Duradouros com os Clientes’ nos dias 17 e 18 de setembro, das 14h às 17h.

“Este programa trabalha a importância do atendimento pós-venda e das estratégias e políticas para manter clientes satisfeitos e encantados”, explica Fábio Tozzini, ministrante do curso que tem mais de 35 anos de experiência no meio econômico-financeiro e já integrou a linha de frente de bancos comerciais como, Santander e Itaú Unibanco, além de treinar aproximadamente 15 mil executivos em todo o país.

Para Tozzini, o esforço necessário para atrair e conquistar clientes deve ser complementado com ferramentas de retenção e manutenção de relacionamento, garantindo uma base permanente de vendas e faturamento. “O treinamento vai apresentar instrumentos e mídias adequadas ao pós-venda, além de debater os novos desafios para os profissionais da área”.

Confira conteúdo programático:

- Conceitos de marketing de relacionamento
- Desenvolvimento da carteira de clientes (inativos e ativos)
- Tipos de ações de retenção e reativação de clientes
- Autodiagnóstico: você é ou está vendedor?
- Novos paradigmas do profissional de vendas
- Competitividade empresarial e a importância da manutenção de clientes
- Ferramentas e mídias adequadas ao pós-venda
- Pesquisa – como e porque realizar
- Planejamento de ações e controle

Data(s) e Horário(s): Dias 17 e 18 de setembro, das 14h às 17h.
Local: Online Mais informações: (11)5582-6321/5703 capacitação@abimaq.org.br/ www.abimaq.org.br/cursos

Fonte: Negócios em foco

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Comércio Internacional

01 - Bolsas da China fecham em alta e interrompem sequência de 3 altas seguidas


As ações da China quebraram uma sequência de três sessões de altas e fecharam em baixa nesta quarta-feira (16), com os papéis de consumo e saúde liderando as perdas já que especialistas estavam preocupados com a segurança dos medicamentos usados em vacinas experimentais contra o coronavírus no país asiático.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, recuou 0,66%, enquanto o índice de Xangai teve queda de 0,36% O subíndice do setor financeiro recuou 0,23%, enquanto o setor imobiliário subiu 1%.

As ações de saúde e consumo caíram, com o setor de produtos básicos de consumo perdendo 1,81% e o subíndice de saúde cedendo 1,83%.

A China está testando dezenas de milhares de seus cidadãos com vacinas experimentais. Com o objetivo de reduzir a probabilidade de um ressurgimento, as vacinas também estão chamando a atenção na luta global dos governos para garantir o abastecimento da vacina, potencialmente ajudando a reformular o papel da China diante da pandemia.

Veja as cotações de fechamentos das bolsas da Ásia

Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,09%, a 23.475 pontos.
Em HONG KONG, o índice HANG SENG caiu 0,03%, a 24.725 pontos.
Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 0,36%, a 3.283 pontos.
O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 0,66%, a 4.657 pontos.
Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,31%, a 2.435 pontos.
Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,02%, a 12.976 pontos.
Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 0,78%, a 2.505 pontos.
Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 1,04%, a 5.956 pontos.

Fonte: G1

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Conjuntura

01 - Preços do atacado seguem em disparada e IGP-10 tem alta de 4,34% em setembro


Os preços do atacado continuaram pressionando e o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) passou a subir 4,34% em setembro, ante alta de 2,53% no mês anterior, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

Com este resultado, o índice acumula alta de 13,98% no ano e de 17,03% em 12 meses.

O IGP-10 calcula os preços ao produtor, consumidor e na construção civil entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede a variação dos preços no atacado e responde por 60% do índice geral, acelerou a alta a 5,99%, de 3,38% em agosto.

Todos os grupos componentes do IPA registraram aumento em suas taxas de variação em setembro, com o destaque sendo as Matérias-Primas Brutas, que aceleraram a alta de 6,45% em agosto para 11,17% em setembro.

"O IPA segue influenciado pelos preços de grandes commodities tais como minério de ferro (16,01%), soja (13,47%) e milho (15,20%)", disse em nota André Braz, coordenador dos índices de preços. "Juntos esses produtos responderam por 48% da alta do indicador nesta apuração."

No varejo, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-10), que responde por 30% do índice geral, subiu 0,46% em setembro, depois de um avanço de 0,48% no mês anterior.
O grupo de Saúde e Cuidados Pessoais passou de ganho de 0,50% em agosto para queda de 0,34% este mês, dando a maior contrib
uição para a desaceleração do IPC-10.
O Índice Nacional de Custo da Construção-10 (INCC-10) registrou em setembro alta de 0,80% contra ganho de 1,01% em agosto.
"Da forma que estão os dados nos parece que estamos numa espécie de sinuca de bico, ou seja, se a economia de fato crescer muito desta inflação irá vazar do atacado para o varejo o que cria preocupações com a dinâmica dos juros", avaliou o economista-chefe da Necton, André Perfeito.

Fonte: G1

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Industria

01 - OCDE melhora projeção para PIB do Brasil e vê recessão mundial menos severa em 2020


A recessão mundial será menos profunda que o previsto inicialmente em 2020 e a economia global parece estar se recuperando do baque provocado pelo coronavírus mais rápido do que se imaginava há alguns meses, afirmou a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em suas novas projeções publicadas nesta quarta-feira (16).

Por outro lado, a OCDE avalia que o ritmo de recuperação em 2021 será menos intenso do que o estimado anteriormente.

A organização estima agora que a economia mundial está a caminho de contrair 4,5% este ano. A projeção, sem precedentes na história recente, representa uma melhora ante a queda de 6% prevista em junho.

Já para 2021, a projeção é de um crescimento de 5%, ante estimativa anterior de alta de 5,2%. Entretanto, uma retomada mais forte do vírus ou medidas mais rigorosas para contê-lo podem cortar 2 a 3 pontos percentuais da projeção para 2021, alertou a OCDE.

Para o Brasil, a OCDE passou a projetar uma queda de 6,5% em 2020, ante estimativa anterior de tombo de 7,4%. Para 2021, a projeção é de alta de 3,6%.

A OCDE destaca, no entanto, que "as perspectivas são muito incertas, porque dependem das hipóteses relativas à propagação do vírus e à evolução das políticas macroeconômicas".

A projeção da OCDE para o Brasil é mais pessimista que a do mercado brasileiro, que prevê uma queda de 5,11% do PIB do Brasil em 2020, segundo a última pesquisa Focus do Banco Central.

China será exceção de alta

As projeções da OCDE mascaram "diferenças consideráveis entre os países". A China, com previsão de alta de 1,8% do PIB em 2020, será o único país do G20 de potências econômicas a registrar crescimento em 2020. Já a Índia, onde a pandemia chegou alguns meses mais tarde, deve registrar queda de 10,2% do PIB.

Para os Estados Unidos, a OCDE prevê queda do PIB de 3,8% em 2020, contra queda de 7,3% projetada anteriormente.

A Alemanha (-5,4%) deve registrar um resultado melhor que o da zona do euro (-7,9%). França (-9,5%), Itália (-10,5%) e Reino Unido (-10,1%) sofreriam quedas mais expressivas.

Já para a Argentina e para a África do Sul, a estimativa é de tombos de 11,2% e 11,5%, respectivamente.

Necessidade de continuidade de políticas de apoio

A OCDE disse que as ações de governos e bancos centrais para sustentar as rendas de famílias e empresas ajudaram a evitar contrações piores e devem portanto ser mantidas.
Aanálise da organização é clara: sem a reação rápida e em larga escala dos governos, e sem a intervenção consequente dos bancos centrais, "a contração da atividade teria sido muito mais importante".

Por este motivo, a OCDE faz um apelo para que os Estados continuem com o apoio às atividades em 2021, levando em consideração que a "incerteza continua elevada e a confiança frágil".

O mundo teme uma segunda onda da pandemia, que já provocou quase 930.000 mortes, e intensifica as medidas para tentar conter a propagação. Israel, por exemplo, decidiu retomar o confinamento geral da população. A Inglaterra aplica uma limitação rígida das reuniões.

Fonte: G1

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Setor

01 - Petróleo fecha em alta, com esperança de recuperação da demanda


Os contratos futuros do petróleo fecharam em alta nesta terça-feira (15), com dados positivos nos Estados Unidos e na China alimentando a esperança de recuperação da demanda global pela commodity, apesar de uma revisão para baixo da projeção de demanda global da Agência Internacional de Energia (AIE).

O contrato do petróleo Brent para novembro fechou em alta de 2,32%, a US$ 40,53 por barril na ICE, em Londres, enquanto o contrato do WTI para outubro avançou 2,73%, a US$ 38,28 por barril na Bolsa de Mercadorias de Nova York.

O índice Empire State de atividade industrial do Federal Reserve de Nova York deu um salto de 13,3 pontos em setembro, subindo para 17 pontos. O dado reverte uma queda de 14 pontos vista no mês anterior e deixa para trás a expectativa de consenso, de leitura a 6 pontos, de acordo com dados colhidos pela Econoday.

Na China, dados econômicos divulgados na madrugada de hoje indicam que a recuperação da segunda maior economia global continuou acelerando em agosto. As vendas no varejo do país voltaram aos níveis pré-pandemia, subindo 0,5%, na comparação com agosto do ano passado. A produção industrial chinesa, por sua vez, subiu 5,6% na comparação anual, superando as já elevadas expectativas de consenso.

"As esperanças de uma vacina e a demanda das refinarias em níveis quase recordes na China mais uma vez estão dando esperanças ao mercado de que a demanda por petróleo não será tão ruim quanto temíamos", disse Phil Flynn, da Price Futures, à Dow Jones Newswires. "Tecnicamente, parece que o petróleo pode ter atingido uma mínima de curto prazo."

O otimismo com os dados compensa o relatório da Agência Internacional de Energia (AIE), que informou, mais cedo, que cortou sua previsão para o crescimento da demanda de petróleo em 2020. A entidade menciona um caminho "traiçoeiro" à frente, em meio ao enfraquecimento do sentimento do mercado e um aumento no número de casos de covid-19 relatados em todo o mundo.

Em seu relatório mensal, a AIE reduziu sua perspectiva de crescimento da demanda mundial de petróleo para 91,7 milhões de barris por dia (bpd). Isso representa uma contração de 8,4 milhões de bpd ano a ano, mais do que a contração de 8,1 milhões de bpd prevista no relatório de agosto.

“Esperamos que a recuperação da demanda por petróleo desacelere acentuadamente no segundo semestre de 2020, com a maioria dos ganhos já alcançados”, disse a AIE. “A desaceleração econômica levará meses para se reverter completamente, enquanto certos setores, como o da aviação, provavelmente não voltarão aos níveis de consumo anteriores à pandemia, mesmo no próximo ano.”

Fonte: G1

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