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Edição 20252 de 13/07/2020

Destaque

01 - ABIMAQ realiza webinário sobre robôs colaborativos


No dia 20 de julho, às 16h, a ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos vai realizar o webinário “Robôs colaborativos: novos paradigmas de segurança humana”, com participação de Sidney Peinado, formado em engenharia elétrica e automação, especialista em Saúde e Segurança do Trabalho.

O evento tem o objetivo de apresentar novidades do setor, assim como protocolos de segurança dos colaboradores, unidos à tecnologia empregada pelos robôs colaborativos. Na ocasião, serão abordadas questões relacionadas aos tipos de robôs, segurança, legislação e normas, métodos de aplicação, ciclo de segurança sobreposta nos robôs colaborativos e exemplos de produtos e serviços para sistema LBK.

Webinário “Robôs colaborativos: novos paradigmas de segurança humana”

Quando: 20/07, às 16h.

Fonte: Usinagem Brasil

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02 - Senadores cobram negociação para não derrubar veto de Bolsonaro à desoneração da folha


Líderes do Senado deram início a uma articulação para cobrar do governo Jair Bolsonaro uma proposta de negociação para que o Congresso não derrube o veto à desoneração da folha de pagamento.

Os congressistas querem manter o benefício fiscal às empresas. A desoneração, que atinge 17 setores até o fim de 2021, foi barrada por Bolsonaro.
Lideranças da oposição e de apoio ao governo admitem que, caso o veto seja colocado em apreciação pelo Congresso, será derrubado.

As negociações são realizadas diretamente pelos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

Para senadores, Guedes já manifestou que o governo tem interesse de manter a desoneração, mas a grande dificuldade no momento seria encontrar as formas de compensação. Por esse motivo, ainda não apresentou proposta aos congressistas.

"Neste aspecto, tem unanimidade. O governo e o Congresso querem a desoneração", disse a senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça).

"Agora é achar a forma e convencer o governo que, desta vez, não pode colocar o carro na frente dos bois. Não dá para aproveitar esse momento para reestruturar a desoneração criando um novo tributo", afirmou.

A derrubada iminente do veto alertou o governo. Tanto no Senado quanto na Câmara há votos.

A fim de evitar uma derrota no Congresso, o governo busca uma alternativa que deve ser apresentada aos congressistas nas próximas semanas. A taxação de lucros e dividendos é tida como uma possibilidade.

"Eu tenho a esperança de que essa negociação vai evoluir, mas o governo precisa da receita compensatória. É uma questão de sensatez. Temos voto para derrubar o veto e, se derrubar, será um desastre econômico", disse o senador Esperidião Amin (PP-SC).

Atualmente, a desoneração abrange, por exemplo, empresas do ramo de informática, com desenvolvimento de sistemas, processamento de dados e criação de jogos eletrônicos, call center e empresas de comunicação (mídia).

Nesta quinta-feira (9), entidades da indústria enviaram ofício a Maia e a líderes partidários da Câmara em que criticaram o veto de Bolsonaro.
O documento é assinado por 36 associações, federações e sindicatos, que defendem o adiamento da medida como forma de preservar cadeias de produção que atingem cerca de 6 milhões de empregos formais diretos.

"O impacto da reoneração da folha em meio à atual crise seria insuportável para esses setores e acarretaria consequências drásticas para seus trabalhadores, empresas, consumidores e para o próprio Estado", diz o ofício, no qual as entidades pedem a "urgente reversão" do veto pelo Congresso.

Segundo a indústria, a desoneração busca evitar um elevado aumento de custo do emprego formal em setores que fazem uso intensivo de mão de obra no fim do ano, "quando é absolutamente improvável que a economia e as empresas estejam plenamente recuperadas e capazes de suportar tal mudança".

Ao fazer referência ao veto, a indústria lembrou que cabe ao Congresso "usar de suas prerrogativas para reverter o veto e ajudar na preservação destes estratégicos setores e seus empregos diretos e indiretos".

As entidades rebateram as justificativas usadas pelo Planalto para vetar o dispositivo e pedem aos líderes e a Maia apoio para que Alcolumbre, que também é presidente do Congresso, paute o veto.

Assinam o texto entidades como ABIMAQ (máquinas e equipamentos), Abrainc (incorporadoras imobiliárias), Abert (emissoras de rádio e TV), CBIC (indústria de construção) e Abit (indústria têxtil e de confecção).

Apesar da pressão de entidades e dos parlamentares, o presidente do Senado se manteve em silêncio nos últimos dias. Alcolumbre não esteve presente em nenhuma das três sessões do Senado desta semana.

Ele também não tem atendido congressistas, que cobram que ele marque logo a sessão para análise dos vetos, ou anuncie o acordo que o governo estará disposto a realizar.

"A desoneração da folha é importante, e por isso estamos em busca de um acordo com o governo. O problema é que não conseguimos falar com o presidente Davi nos últimos dias. Fica complicado buscar um acordo quando o presidente some", afirmou o líder do MDB, Eduardo Braga (AM).

O líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), afirmou que o caminho sinalizado pela equipe econômica será oferecer uma medida mais ampla de corte de impostos sobre a folha, sem distinção de segmentos da economia.

Segundo ele, o Executivo já estuda a possibilidade de encaminhar ao Congresso um novo projeto com a desoneração.

Guedes disse nas últimas semanas a líderes e representantes empresariais ser favorável ao tema, mas que o trecho em discussão nesta semana poderia ser contestado legalmente.

O ministro pretende lançar um programa com objetivo declarado de gerar empregos prevendo a desoneração de impostos sobre salários e outras flexibilizações em regras trabalhistas. Ele chega a mencionar o corte total de tributos sobre a folha em um regime emergencial para o pós-Covid.

Fonte: Agência Estado, Folha de S. Paulo, Folha de Valinhos, A Gazeta online, A Gazeta online, Ceise, Diário de Pernambuco

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03 - Receita líquida da indústria de máquinas cai 1,7% no 1º bimestre, diz ABIMAQ


A receita líquida do setor fabricante de máquinas e equipamentos no primeiro bimestre fechou em R$ 17,9 bilhões. O resultado é 1,7% inferior aos R$ 18,2 bilhões apurados nos primeiros dois meses de 2019, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ).

As vendas internas somaram R$ 6,8 bilhões em fevereiro de 2020, mostrando encolhimento de 6,1% em relação a fevereiro de 2019. No bimestre o setor registrou recuo de 2%.

A desaceleração das receitas no mercado doméstico neste primeiro bimestre refletiu o esmorecimento da atividade econômica brasileira no 4º trimestre do ano passado, de acordo com a ABIMAQ.

Após quatro meses consecutivos de quedas, as exportações de máquinas e equipamentos apresentaram recuperação em fevereiro, de 8,8%, e chegou a US$ 755 milhões. Todavia, mesmo com esta alta, ainda não foi possível reverter o tombo de janeiro, de 26,6%.

No primeiro bimestre do ano o setor acumulou queda de 9,6% nas exportações, quando comparado aos dois primeiros meses de 2019.

"Ainda que o câmbio desvalorizado tenha colaborado na melhora das receitas, o setor ainda está aquém do potencial histórico de vendas ao exterior, que foi de US$ 900 milhões", diz a direção da ABIMAQ.

Em grande medida, segundo a entidade, o comércio internacional ainda sente o impacto da desaceleração das principais economias mundiais, e o setor de máquinas readapta-se, diante do enfraquecimento de importantes clientes.

Fonte: Agência Estado, Folha de Valinhos

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Comércio Internacional

01 - Dólar opera em alta, acima de R$ 5,30


O dólar opera em alta nesta segunda-feira (13), com a cautela dando o tom dos mercados em meio à pandemia.

Às 9h06, o dólar subia 0,19%, a R$ 5,3302. Veja mais cotações.

Na sexta-feira, a moeda norte-americana recuou 0,35%, vendida a R$ 5,3208. Na semana passada, o dólar subiu 0,05%. Na parcial do mês, o dólar acumula baixa de 2,18%. No ano, tem alta de 32,69%.

Cenário local e externo

Na cena externa, a cautela prevalece mais uma vez nos mercados em meio à pandemia.

Indicadores econômicos de maio e junho indicaram uma reação da economia e sinalizaram que o pior da crise pode ter ficado para trás, mas economistas alertam para incertezas ainda elevadas e riscos de piora fiscal e descontrole do coronavírus.

Fonte: G1

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Conjuntura

01 - Mercado vê recessão menor em 2020 e aumenta estimativa para a inflação


Os economistas do mercado financeiro voltaram a melhorar as estimativas para o Produto Interno Bruto (PIB) de 2020. A projeção passou de uma retração de 6,50% para 6,10%.

Os números fazem parte do boletim de mercado, conhecido como relatório "Focus", divulgado nesta segunda-feira (13) pelo Banco Central (BC). O levantamento foi feito na semana passada e ouviu mais de 100 instituições financeiras.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país e serve para medir a evolução da economia.

A expectativa para o nível de atividade foi medida em meio à pandemia do novo coronavírus, que tem derrubado a economia global e colocado o mundo no caminho de uma recessão.

Em 13 de maio, o governo brasileiro estimou uma queda de 4,7% para o PIB de 2020, tendo como base a perspectiva de que as medidas de distanciamento social terminariam no fim de maio.

O Banco Mundial prevê uma queda de 8% no PIB brasileiro e o Fundo Monetário Internacional (FMI) estima um tombo de 9,1%.

Em 2019, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB cresceu 1,1%. Foi o desempenho mais fraco em três anos. Nos três primeiros meses de 2020, foi registrada uma retração de 1,5% na economia brasileira.

Para o próximo ano, a previsão do mercado financeiro para o crescimento do PIB permaneceu estável em 3,50%.

Aumento na projeção de inflação

Segundo o relatório divulgado pelo BC nesta segunda-feira, os analistas do mercado financeiro elevaram a estimativa de inflação em 2020, de 1,63%, para 1,72%.

A expectativa de inflação do mercado para este ano segue abaixo da meta central, de 4%, e também do piso do sistema de metas, que é de 2,5% neste ano.

Pela regra vigente, o IPCA pode oscilar de 2,5% a 5,5% sem que a meta seja formalmente descumprida. Quando a meta não é cumprida, o BC tem de escrever uma carta pública explicando as razões.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN). Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Para 2021, o mercado financeiro manteve em 3% sua previsão de inflação. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,75% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2,25% a 5,25%.

Novo corte nos juros

O mercado também manteve a previsão de um novo corte na taxa básica de juros da economia, a Selic, que atualmente está em 2,25% ao ano. A previsão dos analistas é de que a taxa caia para 2% até o fim de 2020.

Para o fim de 2021, a expectativa permaneceu estável em 3% ao ano. Isso quer dizer que os analistas seguem estimando alta dos juros no ano que vem.

Outras estimativas

Dólar: a projeção para a taxa de câmbio no fim de 2020 continuou em R$ 5,20. Para o fechamento de 2021, caiu para R$ 5,00 por dólar.

Balança comercial: para o saldo da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações), a projeção em 2020 foi elevada para US$ 54 bilhões de resultado positivo. Para o ano que vem, a estimativa dos especialistas do mercado foi mantida em US$ 55,25 bilhões de superávit.

Investimento estrangeiro: a previsão do relatório para a entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil, em 2020, foi mantida em US$ 55 bilhões. Já para 2021, a estimativa dos analistas foi cortada, para US$ 64,10 bilhões.

Fonte: G1

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Industria

01 - Indústria do amazonense abre o segundo semestre com otimismo


Além da capital amazonense, outros grandes centros consumidores como São Paulo e Rio de Janeiro estão retomando de forma gradativa as suas atividades comerciais. Diante desse cenário, e com 60% das fábricas trabalhando acima de 80% de sua capacidade instalada no Polo Industrial de Manaus (PIM), representantes do setor já conseguem ver melhoras no desempenho geral para o segundo semestre.

De acordo com o presidente do Centro da Indústria do Estado do Amazonas (Cieam), Wilson Périco, a flexibilização do isolamento em vários estados e capitais é o que está propiciando a retomada das atividades industriais. “Hoje temos 60% das empresas trabalhando acima de 80% de sua capacidade instalada. Contudo, dependemos muito do comércio, então temos que acompanhar o nível das vendas para saber mais sobre o ritmo da indústria”, diz.

Périco afirma que ele e outros representantes do setor estão otimistas para o segundo semestre, mas que talvez não seja possível compensar toda as perdas que ocorreram nos primeiros seis meses do ano. “Ficamos parados por quase um mês e tivemos uma queda na atividade e no faturamento. Entretanto, se tivermos um segundo semestre com todas as empresas trabalhando em sua total capacidade instalada, teremos condições de preservar os empregos e isso é o mais importante”, assegura.

Junho positivo

Segundo o presidente da Federação das Indústrias do Amazonas (Fieam), Antônio Silva, alega que o maior impacto da crise provocada pela Covid-19 ocorreu no mês de abril e se estendeu até o meio do mês de maio, mas, desde então, O o mês junho indicou melhoras significativas, constatando crescimento na produção industrial.

“Isso nos faz crer que teremos um segundo trimestre melhor. Porém, só teremos segurança a partir do momento que os estados do Sudeste e do Sul controlarem com mais eficiência a contaminação pandêmica e quando promoverem com maior profundidade a liberação das atividades econômicas, assim fortalecendo a demanda por produtos industriais”, ressalta Silva.

Mesmo assim, as expectativas também são positivas na visão de Silva. Para ele, os sinais são positivos e o consumo está crescendo com consistência, o que poderá trazer uma recuperação, mesmo que pequena, para a atividade econômica no terceiro trimestre.

Números ainda insuficientes

Para o presidente da Associação Nacional da Indústria de Eletroeletrônicos (Eletros), José Jorge do Nascimento Junior, os percentuais de crescimento são bons, mas – em relação ao mesmo período do ano passado – ainda são insuficientes. Segundo ele, o levantamento não representa um dos melhores crescimentos.

“Ele pode ser, na verdade, em decorrência de uma demanda reprimida, pois as pessoas estavam presas em casa e agora que podem sair, estão indo às compras. Isso quer dizer que precisamos aguardar os próximos meses para ver se esse consumo irá se manter. Ainda é muito prematuro para afirmar que já estamos observando uma melhora na economia”, salienta Jorge Júnior.

Em relação à Zona Franca de Manaus (ZFM), ele evidencia que os produtos são de consumo, portanto, se a economia vai bem, as vendas também vão. “Esperamos que o consumo se mantenha interessante, porque aí os insumos produzidos no PIM serão cada vez mais requisitados e comercializados”, finaliza.

Fonte: O Tempo

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Setor

01 - Governo vai sancionar na quarta-feira o marco legal do saneamento


O governo marcou para quarta-feira (15) a sanção do novo marco do saneamento básico, que irá permitir maior concorrência no setor, atualmente dominado por empresas públicas.

Após mais de dois anos de debates e medidas provisórias que caducaram (perderam validade), o Congresso aprovou o texto no dia 24 de junho. A Casa Civil e a Secretaria Geral de Governo ainda avaliam se haverá algum veto. A possibilidade de vetos foi negociada com o Senado para acelerar a tramitação do texto. Se os senadores tivessem feito mudanças, a matéria teria que voltar para a Câmara.

A ideia do governo era realizar um evento no Palácio do Planalto para celebrar a sanção. A nova lei é vista pela equipe econômica como um dos principais pilares para atrair investimentos privados nos próximos anos. Mas o isolamento do presidente Jair Bolsonaro, que contraiu covid-19, deve mudar os planos sobre o evento.

Estatais

As empresas estatais, que fizeram pressão contra a aprovação da nova lei, agora lançam uma ofensiva para que o governo flexibilize as condições para tomada de empréstimos no setor público, porque elas estão hoje sujeitas aos limites de estados e municípios para operações de crédito.

Segundo as empresas, será difícil competir com o setor privado se o teto para operações de crédito do setor de saneamento também tiver que obedecer o limite de exposição dos bancos ao setor público. A iniciativa tem a simpatia do Ministério do Desenvolvimento Regional, mas encontra oposição na equipe econômica.

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