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Seminário avalia desempenho do setor e debate modernização do ambiente de negócios



Encontro promovido pela CSMIA, com apoio da CSEI, contou com palestras realizadas por especialistas do setor e também por dirigentes da ABIMAQ, que trouxeram temas amplos, tratando desde a sustentabilidade à agricultura 4.0. Questões sobre a economia do País também fizeram parte da pauta, visando mudanças que possam surgir

Em sua 18ª edição, o Seminário de Planejamento Estratégico Empresarial da ABIMAQ, realizado no dia 19 de outubro, ocorreu com o desafio de promover debates com executivos do setor para melhorar o planejamento de 2019. O encontro envolveu questões abrangentes como sustentabilidade, macrologística, tecnologia para o plantio do futuro, uso racional da água, armazenagem de grãos, circulação de dados e big data no setor agronegócio, ética no trabalho, macroeconomia no setor agrícola, e cenários da agropecuária no Brasil e no mundo.

Pedro Estevão, presidente da Câmara Setorial de Máquinas e Implementos (CSMIA) da ABIMAQ, responsável pela organização do evento, disse que o seminário chega na maioridade e num momento de mercado bastante interessante e que esse ano foi muito bom. “Vivemos um momento diferente e imaginamos que o seminário vai nos preparar para entender um pouco isso.”, analisou. “Temos que nos preparar para as mudanças. A agricultura digital está chegando muito rápido e isso deve mudar muito nosso mercado”.  

O presidente executivo da ABIMAQ, José Velloso, em sua apresentação, afirmou que o setor de agro é a âncora da entidade há alguns anos a despeito de toda a crise.  “No entanto, o mercado brasileiro máquinas e equipamentos com um todo é 50% do que era em 2013. Nosso setor é extremamente exportador e nós exportávamos 1/3 da produção. Em 2016 e 2017, exportamos 41% do faturamento do setor e este ano estamos exportando 48% do nosso setor. Devemos fechar esse ano com US$ 10,5 bilhões de exportação e no ano que vem superar US$ 11 bilhões, que será o recorde da história em exportações do setor de máquinas e equipamentos no Brasil”, informou. “No País, o consumo aparente é metade do que era em 2013. Quem não exporta está numa situação bastante complicada em nosso País”, complementou.

Velloso mencionou a presença do deputado Arnaldo Jardim e o agradeceu pelo apoio no período em que esteve à frente da Secretaria da Agricultura do Estado de São Paulo. “Foi de uma ajuda inestimável na melhoria e no sucesso que tem sido nossa Agrishow. A feira sempre teve um apoio importante do estado de São Paulo, mas na gestão de Jardim, demos um grande salto, em função de todo o apoio que ele e a equipe nos deram no período”. Ele também aproveitou e fez um convite ao deputado para fazer parte da Frente Parlamentar da Indústria de Máquinas e Equipamentos (FPMAQ), em Brasília. “Vamos precisar muito da ajuda do senhor”, ressaltou. O presidente executivo apresentou um amplo panorama das operações da ABIMAQ, explicando em detalhes a estrutura e o trabalho desenvolvido pela entidade.

Gustavo Spadotti Amaral Castro – Embrapa Territorial

Tons de Verde: A Sustentabilidade da Agricultura no Brasil

“A agricultura brasileira tem sempre uma nova dinâmica e novos leques de oportunidades se abrem a cada dia neste setor. Dizer que o agronegócio segura o País é redundância. Sabemos do potencial e da resiliência dele frente aos problemas políticos, institucionais ou principalmente econômicos. Mesmo assim a agricultura vem se mantendo forte.  Ela vem puxando não só o superávit da balança comercial, quando é possível, mas também segurando o PIB e a geração de empregos. Às vezes o agronegócio é visto com maus olhos principalmente pelo público mais urbano. Portanto, se faz necessário mostrar a realidade da agricultura e é preciso olhá-la por diversos segmentos. É necessário colocar na balança o equilíbrio entre produzir e preservar. A agricultura brasileira é um exemplo para o mundo no equilíbrio desta balança. Nós temos que mostrar isso não só para nosso público do agro, mas para a cidade e para fora do Brasil, e evidenciar a importância e oportunidade de vender nossos produtos com maior valor agregado graças a este equilíbrio entre produzir e preservar. Nós na Embrapa Territorial falamos sobre sustentabilidade com três grandes temas: Atribuição de terras, ocupação das terras, e por fim a produção. ”

Macrologística da Agropecuária Brasileira

“O agro não tinha um sistema de inteligência para sua logística no Brasil, segundo o Ministério da Agricultura. Nós convivíamos com problemas gravíssimos de logística e não conseguíamos saná-los. Precisávamos organizar as informações e usá-las de maneira mais racional. Há pujança no agro brasileiro, mas não tínhamos como exportar isso adequadamente. Quase 30% de tudo que produzimos hoje de energia vem do agro. Dividimos nosso sistema em partes. A primeira foi de produção agropecuária, pela qual separamos os dez principais produtos, pegamos a série histórica dos últimos 26 anos e abrangemos a produção, produtividade e área, desses dez itens. Esses produtos pesam 90% da produção agropecuária. Só com isso conseguimos gerar mais de 500 mil mapas automáticos de produção. Neles há também uma parte viária com rodovias, ferrovias e hidrovias e formas de apoio como silos, cooperativas, unidades processadoras e outras. Tudo foi georreferenciado para termos estudos cada vez mais precisos para a tomada de decisão dentro das questões logísticas do agro, como, por exemplo no caso da verificação das bacias logísticas, que é um desenho inédito.  Juntamos as informações que estavam dispersas em quatro ministérios e dez secretarias, tudo isso georreferenciado num único local. Sabemos então onde o produto é produzido, quanto é exportado e para aonde vai.” 

José Henrique Galli – Precision Planting

Como a Tecnologia vai influenciar o plantio do futuro

“A Agricultura 4.0 é muito bonita, mas temos que olhar para o lado prático e como vai ajudar a produzir. Ela pode trazer a percepção que vamos apertar um botão no celular, vamos para a praia e alguém ou um robô vai plantar para nós e fazer as coisas necessárias. E assim agricultura se torna fácil. Na minha percepção, a agricultura é difícil e vai continuar sendo difícil, mas a tecnologia vai nos ajudar, mas não vai resolver e fazer tudo por nós. A Agricultura 4.0 quer obter exatamente o que os outros modelos de agricultura fazem, ou seja, quer produzir mais, com menos recursos. O objetivo continua sendo o mesmo. É da mesma forma que meu avô fazia quando plantava, isto é, gerando dados, fazendo recomendação e aplicando. O conceito é exatamente o mesmo. A grande diferença agora não é o processo, ela está nos equipamentos e instrumentos, que nos trazem informações muito mais detalhadas, recomendações muito mais localizadas e precisas, 
metro a metro, com aplicações muito mais precisas.  O procedimento é o mesmo, mas hoje temos acesso a muitas informações e ferramentas que trazem esses recursos, mas precisamos saber usá-los para gerar recomendações adequadas e assim aumentar a produtividade. ”

Fernando Honorato – Bradesco e Anbima

Macroeconomia e seus Efeitos no Setor Agrícola Brasileiro

“No momento em que o Brasil vive, a agricultura tem tudo a ver com a reforma da Previdência, com o que vai acontecer com os investimentos do País. Falar de agricultura é falar de consumo das famílias e também dos custos dos implementos, da exportação, e de estrutura e transporte dos produtos. A performance setorial vai depender muito do que acontecerá no macro. O ambiente internacional também é muito relevante para agricultura, em especial o que acontece na Europa, nosso maior parceiro comercial, e também com os emergentes.  O mundo está vivendo um momento de normalização das condições monetárias, ou seja, nós temos depois de dez anos, desde a crise global de 2008, um processo claro de mudança nas taxas de juros. Eles estão se elevando nos EUA e essa elevação é que vai produzir uma mudança importante nas condições monetárias no mundo todo. É completamente diferente o que vivemos de 2008 a 2017. Até então, as taxas de juros eram tão baixas no mundo que qualquer projeto de investimento ou financiamento dos emergentes era favorável. Não havia um rigor muito grande e uma seleção mais rigorosa em relação aos países emergentes. Na prática os juros baratos financiavam aquela situação. O quadro está mudando, porque os EUA estão crescendo, sua economia está no melhor momento e o desemprego está com a menor taxa em 50 anos.  Por outro lado, tem o aspecto muito crítico das barreiras protecionistas do Trump, que está fechando aquela economia.”

Fernando Martins – Conselheiro de Administração em Empresas do Agronegócio, Educação, Bancos, Seguradoras e Inovação Tecnológica

Agro 4.0 – A importância da Circulação de Dados e Big Data no Agronegócio

“A estimativa do negócio de TI para agricultura é de US$ 2,4 bilhões no Brasil, segundo observou a Intel, cinco anos atrás. A circulação de dados vem do equipamento e a atuação no campo é feita com o controle dos dados. Sobre a transformação digital tenho algumas mensagens. A primeira é que apesar do governo, essa transformação acontece, porque são forças econômicas muito fortes. A circulação de dados é boa, mas até o hoje o produtor só foi penalizado quando o dado circula, mas o Brasil pode liderar o mundo e muitos de vocês nesta sala têm a ver com isso. Para se ter uma ideia da transformação digital e das forças econômicas, há o exemplo de uma turbina da GE. A companhia resolveu reduzir o custo operacional da turbina e questionou o que deveria ser feito para isso. Antes o propulsor ficava um dia por mês no hangar passando por manutenção. Então, eles resolveram colocar todo o equipamento que havia dentro desse hangar no interior da turbina e fazer essa manutenção em voo. O avião pode agora decolar de São Paulo e ir até Boston, e o comandante acionar piloto automático. Pela internet das coisas ela conecta um centro de computação em Londres com a turbina. A tecnologia faz os testes e envia os dados para Londres. Com isso, há até a possibilidade de antever falhas em componentes num determinado número de horas. Assim o custo total de operação da turbina caiu. Essa é a mensagem para vocês da ABIMAQ.”

Marcus Henrique Tessler – Câmara Setorial de Equipamentos de Irrigação (CSEI)

Uso Racional da Água na Agricultura e seus Reflexos na Estabilidade Econômico-Financeira do Negócio Rural

“O grande desafio hoje é que nós termos um mundo crescendo muito em termos populacionais. Em 2050, serão 9 bilhões de pessoas na Terra. Isso coloca uma pressão enorme em todos os recursos naturais e humanos. E já estamos enfrentando problemas por isso. Na quantidade de água disponível no mundo, menos de 1% é utilizada, porque grande parte é subterrânea ou é água salgada. E uma parte muito importante dessa água é utilizada na agricultura, cerca de 70%. Muitas vezes nós da agricultura, do setor de irrigação, somos considerados culpados por consumir muita água e provocar o desperdício.  Mas isso está muito longe da realidade. As áreas de cultivo estão diminuindo e apenas 30% da superfície é cultivada. O Brasil é uma potência agrícola, mas nem todos os países são. A questão da população crescente e dos recursos diminuindo coloca uma pressão enorme no sistema, inclusive no tema dos preços dos alimentos. Como vamos alimentar 9 bilhões de pessoas, pois a demanda de comida vai crescer? A demanda de energia elétrica precisa crescer e a demanda de água vai aumentar também. Este líquido não se fabrica, nós usamos o que temos, então precisamos usá-lo com muito cuidado e muita racionalidade.” 

Carlos Cogo – Cogo Inteligência em Agronegócio

Cenários da Agropecuária no Brasil e no Mundo 

“O mundo mudou e está se alimentado de uma forma diferente. Sobre a disposição das quatro principais culturas no mundo, o trigo não teve aumento de área e o arroz obteve só 4% de crescimento de área. Isto significa que são culturas que não crescem em área no mundo. A área de arroz está comprometida e tem a ver com a mudança de hábitos alimentares. A área de milho cresceu 34%. A soja é a que mais cresce e é a menos plantada. A soja é o carro chefe e não tem como negar porque são 125% a mais de área. Está muito claro que milho e arroz vão ceder área para soja, o que já está acontecendo no Brasil, no Paraguai e na Argentina. O óleo de soja não é o mais importante do mundo, é o segundo, porque o mais consumido é o óleo de palma. A soja é uma commodity ruim de óleo, só contém 19% de óleo. O que acresce a sua demanda é o farelo de soja, não o óleo. Na soja-grão há 79% de farelo e 45% de proteína bruta. A melhor relação hectare, proteína bruta, produtividade por hectare e percentual de farelo é da soja. Ela não é um produto qualquer. Ela oferece uma grande vantagem na produção de rações”.

Armazenagem de Grãos na Geração de Renda ao Produtor Rural

“Até agora não tínhamos muito problemas, porque estávamos mais ou menos no vermelho na capacidade de armazenagem. Mas estamos chegando num ponto de falência do sistema, com deficit bruto absoluto de 77,4 milhões de toneladas. O Brasil hoje é o quarto maior produtor global de produtos agrícolas e agora a situação está crítica, em termos absolutos, e nenhum outro país grande produtor está nessa situação. Até então, o que eu ouvia em palestras pelo interior no Brasil é que não teríamos muito problema, porque temos duas ou três safras por ano e damos um giro no negócio. O produtor, por exemplo, tira a soja e entra com milho. Isso tudo era bacana até o dia em que a segunda safra de milho virou uma segunda safra de 65 milhões de toneladas. Então o giro acabou. O milho não acaba antes de a soja chegar. O milho permanece lá ainda. O ideal é ter uma capacidade estática de 1,2 vez maior que a produção de grãos. Os EUA têm uma capacidade de 1,1 vez nessa relação produção x capacidade estática. No Brasil ela é de 0,7. Nosso País é o único do mundo que não tem capacidade para estocar uma própria safra. Teríamos que ter 174 milhões de capacidade e temos 168 milhões. ”

Theo Van Der Loo – Presidente da Bayer no Brasil

Igualdade de Oportunidades e Ética no Ambiente de Trabalho

“Eu vim aqui para plantar sementes, porque a questão da inclusão e diversidade nas empresas e na sociedade de forma geral é um tema que todo mundo concorda, e dificilmente alguém vai falar que não é importante. No entanto, acontece pouca coisa. Se acontecesse algo não estaria fazendo esta palestra, e todo mundo estaria fazendo diversidade e inclusão. É como yoga, todo mundo acha uma boa ideia, mas quem pratica yoga? Na realidade, o que aprendi nessa jornada é que entre falar e fazer tem um gap enorme. Quero sensibilizar pessoas da intenção para ação. Já estive em palestras como essa com CEOs, todos acharam importante e vieram falar comigo, mas você pergunta um ano depois o que foi feito e aí falam que não tiveram tempo para fazer ou que não era prioridade. Enfim, poucas empresas conseguiram avançar com o tema que é muito importante. Muitos de vocês vão achar legal esse tema, mas na prática, até que possa converter alguma ação importante na empresa e na sociedade, vai demorar muito. Quando voltei a morar no Brasil vi uma cena na Rocinha, que me assustou e fiquei impressionado. Perguntei: Como é possível que a sociedade aceite essa situação e não faça nada? Nós no Brasil somos muito bons para identificar problemas, mas na hora de resolvê-los achamos que alguém vai fazer isso, que não é nosso problema e não temos nada a ver com isso.” 



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Número: 227
Novembro/2018

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